CEO da TIM reúne grandes players do mercado para debater inovação nos negócios

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O presidente da TIM, Pietro Labriola, comanda a abertura do TIM Talks, amanhã (5/11), a partir das 14h, com livre acesso no canal da operadora no YouTube (www.youtube.com.br/timbrasil). O evento criado pela companhia tem como objetivo proporcionar novas experiências de conhecimento e desenvolvimento aos seus colaboradores e clientes. Ao lado da VP de Recursos Humanos da operadora, Maria Antonietta Russo, o Labriola participa de bate-papo com a presidente da Adidas no Brasil, Flavia Bittencourt; o presidente da Fiat Chrysler Automóveis – FCA para a América Latina, Antonio Filosa; e o diretor de Negócios Integrados em Publicidade da GloboEduardo Schaeffer, sobre os impactos da inovação nos diferentes modelos de negócio.

A jornalista Joyce Ribeiro fará a mediação da conversa e Leandro Karnal enriquecerá a discussão, trazendo reflexões sobre a relação entre as grandes mudanças e o indivíduo.

O TIM Talks está em sua terceira edição – a primeira em formato 100% digital e com alguns dos painéis abertos ao público – e deve envolver mais de 30 mil pessoas, em 180 atividades ao longo de três semanas, até 24 de novembro próximo.

SERVIÇO: Abertura TIM Talks

Data: 05/11 (quinta-feira)

Horário: às 14h

Local: Canal da TIM no YouTube (www.youtube.com.br/timbrasil)

Empregos em TI crescem 95% no Brasil

No Paraná, o salto foi ainda maior: 160%. Aumentou também no estado o número de estabelecimentos no ramo.

O ramo de serviços em Tecnologia da Informação (TI ) se configura desde meados da década passada como um dos mais promissores na geração de empregos

O ramo de serviços em Tecnologia da Informação (TI) registrou crescimento de 95% no número de postos de trabalho em um período de 12 anos, como aponta um levantamento realizado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação no Paraná (Assespro-Paraná). 

O estudo constatou que, entre 2007 e 2019, houve a criação de 230 mil vagas de trabalho em todo o país. De 241 mil empregos no ramo em 2007, passou para 472 mil em 2019. O aumento de 95% no período foi possível mesmo com saldos negativos verificados em 2016 e 2017, por conta da crise econômica.

Por outro lado, o número de estabelecimentos em atividade no ramo de serviço de TI registrou queda: -9% entre 2007 e 2018. Eram 86 mil estabelecimentos no ramo em 2007, em todo o Brasil, e, em 2018, o total baixou para 79 mil.

NO PARANÁ

No Paraná, o desempenho, tanto em geração de empregos como em estabelecimentos em atividade, superou a média nacional. O crescimento no número de postos de trabalho, por exemplo, foi da ordem de 160%.

De 10 mil pessoas empregadas no ramo de serviços em TI em 2007, o estado saltou para mais de 27 mil em 2018. O professor Victor Manoel Pelaez Alvarez, do Departamento de Economia da UFPR, observa que o saldo foi bastante favorável, mesmo com quedas verificadas em 2015 e 2017. “Quedas essas associadas à crise econômica mais intensa do país, nesse período.”

Já o número de estabelecimentos no ramo de serviços em TI subiu 29%, entre 2007 e 2018. Eram pouco mais de quatro mil ativos em todo o Paraná, em 2007, saltando para seis mil em 2018. “Com isso, o Paraná se estabeleceu entre as quatro unidades da federação com maior participação no total de estabelecimentos ativos no ramo de serviços em TI”, sublinha o presidente da Assespro-Paraná, Adriano Krzyuy.

O Paraná responde por 7% dos estabelecimentos, à frente do Rio Grande do Sul (6%), Santa Catarina (5%) e Distrito Federal (2%). Os três primeiros postos do ranking são ocupados por São Paulo (52% dos estabelecimentos), Minas Gerais (8%) e Rio de Janeiro (8%).

Adriano Krzyuy cita como relevante, também, a tendência de interiorização do ramo de serviços em TI, no Paraná. Ele observa que, de 2017 para 2018, a taxa de crescimento de emprego no ramo, em todo o estado, foi de 16%. Em dois municípios do interior esse incremento ficou acima da média: Maringá (32%) e Cascavel (18%). Destaque, ainda, para Pato Branco, com alta de 16%, mesmo índice de aumento verificado na capital, Curitiba.

NA PANDEMIA

Os bons resultados no amplo período analisado foram ratificados neste ano, mesmo com a pandemia do novo coronavírus e seus impactos socioeconômicos. No acumulado entre julho de 2019 e julho de 2020, o Paraná manteve saldo positivo (de 6%) entre admissões e desligamentos no ramo de serviços em TI, segundo outro boletim desenvolvido pela entidade.

A taxa de variação positiva no saldo de empregos entre as empresas paranaenses foi praticamente duas vezes maior que os 3,2% registrados no Brasil. “O ramo de serviços em TI, em particular no Paraná, mostrou capacidade de ‘resiliência’ diante da crise. A ampliação de empregos nesse ramo reafirma a importância das atividades em TI para o desenvolvimento do país”, assinala Adriano Krzyuy.

O estudo foi feito a partir de dados do Relatório Anual de Informações Sociais (Rais) consolidado agora em 2020. O Rais é produzido atualmente pelo Ministério da Economia e reúne declarações feitas obrigatoriamente por todos os estabelecimentos empregadores do país, entre janeiro e março de cada exercício.

Inteligência artificial: a chave para transformar a jornada do cliente

Fernanda Grolla, diretora comercial e de marketing da Neo

A experiência do cliente, também conhecida pela nomenclatura Customer Experience (ou, simplesmente, CX), representa a impressão que a sua empresa é capaz de transmitir ao cliente durante sua jornada em um site, e-commerce ou aplicativo. É a experiência do cliente que determina fatores que levam ao aumento de receita, retenção, captação e de novos clientes.

Para exemplificar esse conceito, basta ter em mente o mercado varejista, um setor que acompanhou e se adaptou à nova Era da Transformação Digital. O varejo compreendeu que o perfil do consumidor brasileiro mudou (de fato, fazer compras online passou a fazer parte dos novos hábitos das pessoas, principalmente em tempos de pandemia), tanto que uma pesquisa recente conduzida pela NZN Intelligence apontou que 74% dos consumidores optam pela modalidade online em relação às compras feitas em lojas físicas em decorrência da agilidade, facilidade, melhores preços e condições. No entanto, durante a navegação, podem surgir dúvidas quanto à funcionalidade de determinado produto, e a facilidade ou dificuldade para conseguir a resposta é fator determinante para garantir um sentimento de satisfação.

E é aí que entra um ponto importante, que pode impactar a jornada do cliente: a rapidez do atendimento. E as empresas estão focadas: um estudo da Hotjar, empresa especialista em customer experience, constatou que uma em cada cinco empresas coloca o atendimento moroso como um problema imprescindível para ser resolvido (20%). Indo além, um atendimento não satisfatório pode manchar uma experiência que, até então, poderia ser boa em um site, como o caso da demora para sanar algum problema. Por isso, para solucionar esses desafios, treinar a equipe é uma alternativa eficiente. Os colaboradores precisam entender os seus papéis e funções, os motivos de estarem ali e como eles podem beneficiar o cliente.

O uso de análises preditivas é, sem dúvida, um potencializador para melhorar a jornada do cliente. Os chatbots, por sua vez, ganham espaço, e se consolidam como poderosos aliados nesse processo, pois permitem atendimento 24 horas e viabilizam uma comunicação automatizada, objetiva e mais eficiente. Para comprovar essa afirmação, a mais nova edição do Ecossistema Brasileiro de Bots aponta que o volume de bots criados cresceu no Brasil – para se ter uma ideia, em um ano o número de chatbots e voicebots saltou para 61 mil, contra os 17 mil citados na edição anterior da pesquisa. O tráfego de mensagens também cresceu. Em 2019, foram 1 bilhão de conversas mensais com bots, contra cerca de 800 mil em 2018.

Quando falamos em jornada do cliente, o segredo está em criar uma experiência 360º e conectada para diferenciar seu negócio e acompanhar o ritmo acelerado dos canais emergentes. E aproveitar as novas tecnologias, particularmente a inteligência artificial, é a chave para essa coordenação completa entre canais e pontos de contato, propiciando respostas intuitivas e mais precisas ao atendimento.

Parceria entre Senior e Intelbras amplia a segurança dos ambientes corporativos

Software Ronda Senior está habilitado para fazer integração com os leitores faciais da Intelbras  

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Com o intuito de se manter atualizada com o que há de mais moderno em tecnologia no mercado, a Senior, empresa referência em soluções para gestão, acaba de firmar parceria com a Intelbras, empresa líder em segurança na América Latina. Com isso, o software Ronda Senior – Gestão de Acesso e Segurança passa a fazer integração com os leitores faciais da Intelbras, garantindo mais segurança para as empresas e promovendo o bem-estar dos colaboradores.

“As empresas têm olhado com atenção para as tecnologias que garantem controle de acesso de maneira inovadora. Por isso, aqui na Senior temos sempre buscado facilitar a integração do nosso sistema, que é de alta qualidade e referência no mercado nacional, com grandes players, como é o caso da Intelbras. O intuito é garantir mais flexibilidade ao nosso cliente para que ele possa gerenciar a segurança e controle de acesso da sua empresa, independente do porte ou segmento”, destaca o Head de Acesso e Segurança da Senior, Fabio Nikel.

Com as duas tecnologias sendo aplicadas através do reconhecimento facial, o acesso aos ambientes ocorre de forma extremamente rápida, graças à tecnologia da Intelbras, evitando filas e aglomerações e permitindo seguir protocolos pré determinados por cada empresa, como  uso de máscara, aferição de temperatura, bloqueio de acesso de colaboradores que estão de férias ou de licença, controle de acesso e pré-cadastro de visitantes, além de outros itens que podem ser estipulados na política de acesso que tornam a tecnologia também uma grande aliada do departamento de RH. 

O papel da tecnologia de acesso e segurança impacta na gestão de pessoas 

O departamento de Recursos Humanos tem um papel muito importante dentro das empresas atualmente. Ele deve funcionar como uma verdadeira central de inteligência. E para isso a tecnologia tem um papel fundamental. É nesse cenário que entram os sistemas de acesso e segurança da Senior e da Intelbras. 

Através do Ronda Senior, é possível fazer a supervisão remota e automatizada de tudo o que acontece na empresa, facilitando o gerenciamento sobre acessos e rotinas do negócio através de computadores, tablets ou smartphones.  

O sistema pode avisar, por exemplo, às áreas interessadas sobre colaboradores que estejam sem máscara ou com temperatura elevada. Pode ainda sinalizar alguma porta aberta ou a entrada de pessoas não autorizadas em determinado ambiente através do disparo de sensores. 

Além disso, o Ronda Senior permite o agendamento de visitantes pela web, com a notificação deste agendamento via e-mail e o aviso quando o check-in for realizado na recepção da empresa. Isto além do cadastramento e captura da foto dos visitantes diretamente na portaria, com envio dos dados para os terminais faciais da Intelbras, proporcionando a validação do acesso sem necessidade de crachás. 

“Acreditamos que o reconhecimento facial veio para ficar, pois a tecnologia se aprimorou e se tornou incrivelmente mais acessível. E se olharmos já para os sinais de uma volta ao trabalho num cenário pós-pandemia, toda esta tecnologia trará benefícios na eficiência, segurança e produtividade dos nossos clientes”, destaca Nikel. 

BNDES usa solução F5 para oferecer acesso remoto seguro a seus colaboradores durante a quarentena da COVID-19

Desde 16 de março, os colaboradores do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) utilizam VPN baseada no BIG-IP APM, da F5, para conectar-se remotamente ao ambiente tecnológico do banco

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A economia brasileira precisa do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para crescer. Em 2019, este banco federal desembolsou R$ 55 bilhões em financiamentos para empresas e pessoas físicas. Parte dos investimentos é feito diretamente – caso de grandes empresas –, parte é realizado por meio de outros bancos do mercado – caso do segmento MPME. Durante a crise do COVID-19, o BNDES tem liberado verbas para pagamento de salários de funcionários de empresas de todos os portes, além de financiar a compra de equipamentos hospitalares e medicamentos.

A atuação do BNDES é viabilizada por sistemas que apoiam o processo de concessão de crédito, desde as demandas de financiamento até os desembolsos e acompanhamentos realizados, integrado a todo o arcabouço indispensável ao planejamento, execução e controle da operação do Banco e de seus projetos. Esse arcabouço inclui soluções de análise de crédito, gestão orçamentária, financeira e contábil e de gestão de riscos, entre outras. Especialmente no âmbito da concessão de crédito a empresas de menor porte, as transações de financiamento do BNDES ocorrem por meio de plataformas e canais digitais que permitem a interoperabilidade do BNDES com instituições financeiras parceiras.

Até o dia 16 de março deste ano, a maior parte dos acessos dos usuários do banco a essas e a outras plataformas era feito a partir do escritório.

Com a decretação da quarentena (isolamento social) para evitar a propagação do COVID-19 no país, foi necessário implementar com urgência soluções de acesso remoto seguro para um universo de até 3000 funcionários e colaboradores terceirizados, que passariam a trabalhar em casa (home office).

“O BNDES utiliza soluções F5 há anos e já empregava o BIG-IP APM de uma forma reduzida, para suportar o acesso remoto de cerca de 500 funcionários”, observa David Boechat, Gerente de Infraestrutura de TI do banco. A ampliação do uso do BIG-IP APM foi feita em menos de três semanas, de forma a não prejudicar os processos do banco. “As VPNs seguras e estáveis baseadas na tecnologia F5 Networks representam, hoje, a aplicação mais crítica do banco – a base para o funcionamento das áreas de negócios e de TI do BNDES”.

Equipe de TI trabalha alinhada com o Comitê de Gestão de Crise do BNDES

Com apoio da F5 Brasil, o time de TI do banco implementou milhares de VPNs simultâneas conectando as casas dos usuários a appliances F5 já em operação dentro do data center principal do BNDES, no centro do Rio de Janeiro. Embora, até o momento, 1700 funcionários do banco tenham se tornado usuários dessa tecnologia, há a possibilidade de expandir seu uso para os 3000 profissionais e colaboradores terceirizados do BNDES. 

O processo de implantação de VPNs foi feito de acordo com as prioridades de negócios do banco. “Trabalhamos em conjunto com o Comitê de Gestão de Crise do banco para suportar a continuidade dos processos do banco”, explica Boechat. Nesse contexto, as decisões tomadas são baseadas no levantamento dos processos críticos do banco e na identificação de quais são as pessoas-chave para que esses processos não parem. “Fizemos a implementação das VPNs, portanto, indo dos usuários envolvidos nos processos mais críticos para as pessoas que estão em áreas menos essenciais para a continuidade dos negócios do banco”, detalha Boechat.

A ampliação de uso do BIG-IP APM aconteceu, segundo Renato Soffiatti, Coordenador de Infraestrutura de TI do banco, de uma forma simples e rápida. “O BIG-IP APM é uma solução bem tranquila de se manusear e implementar – uma vez configurada pelo nosso time, o trabalho de cadastro de usuários é feito pelo time de ServiceDesk e também por auto serviço, pelos próprios usuários”.

Soffiatti explica que o recurso de multíplos fatores de autenticação do BIG-IP APM é reforçado pelo uso de um Token virtual, uma tecnologia que antes só era disponibilizada dentro do perímetro do banco mas que passou a estar operacional também de forma remota.  “O Token virtual já estava habilitado antes da quarentena começar, o que acelerou ainda mais o processo de disponibilização do acesso remoto seguro a milhares de usuários do banco”.

VPNs passam a integrar plano de contingência do banco

O desafio de ampliar com rapidez o número de VPNs em uso no banco levou a equipe de TI do BNDES a conquistar um grande conhecimento sobre a oferta de acesso remoto seguro. “Mais do que resolver um desafio pontual, vimos este momento como uma chance de equacionar a demanda do trabalho remoto de forma segura, baseada nas melhores práticas”, diz David Boechat, Gerente de Infraestrutura de TI do banco.

Com isso, VPNs passaram a fazer parte do plano de contingência do banco. “Isso aumentou ainda mais o nível de maturidade da nossa cultura de TI e de negócios”.

Fintechs saem na frente no cadastramento do PIX

Novo meio de pagamentos do Banco Central promete revolucionar o mercado; Fintechs lideram ranking no número de cadastramento de chaves

Marcelo Godke, especialista em Direito Empresarial e Societário

Com início previsto para 16 de novembro, o PIX – novo sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central – já está na fase de cadastramento das chaves de acesso, que são os novos formatos de identificar os usuários, que não serão mais obrigados a informar agência, conta e CPF.

Segundo o Banco Central, os campeões no número de cliente cadastrados, até o momento, são Nubank, com oito milhões de chaves, seguido pelo Mercado Pago, com quatro milhões e 700 mil usuários cadastrados e Pag Seguro, com quatro milhões e 300 mil. Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú e Santander vêm na sequência, com números que juntos não ultrapassam o primeiro lugar.

Segundo Marcelo Godke, especialista em Direito Empresarial e Societário, professor do Insper e da Faap e sócio do Godke Advogados, os números causaram mal-estar entre os bancos tradicionais. “Além de perderem receitas com DOC, TED e geração de boletos, os grandes bancos estão incomodados com a liderança das fintechs nessa nova corrida pelo PIX”, afirma. “O mercado bancário no Brasil é extremamente concentrado: 85% dos ativos financeiros estão nas mãos de quatro grandes bancos. Mas a instituição que não participar do PIX vai ficar fora”, avisa.

Segundo ele, sistemas similares de transferência instantânea de dinheiro, com agilidade e segurança, 24hs por dia, sete dias por semana, estão presentes em mais de 50 países. “No Brasil, vamos ter uma explosão de fintechs, que irão oferecer carteiras eletrônicas (e-wallets)”, opina.

Para se proteger de possíveis golpes, o advogado recomenda que os clientes façam o cadastro apenas nos aplicativos e sites oficiais do seu banco, ou da sua fintech. E que não respondam e-mails e nem acessem links enviados por whatsapp ou por email. Com relação ao cadastramento das chaves, a sugestão é utilizar o email ou as chaves aleatórias, evitando o CPF e o celular.

O professor aponta ainda que os serviços de DOC, TED e também os cartões de débito devem desaparecer, já que a experiência de ferramentas similares em outros países mostra exatamente essa situação. “Com a utilização mais frequente do PIX, será mais difícil a prática de lavagem de dinheiro, pois as transferências passam a ser totalmente rastreadas”.  

A recomendação é que os interessados procurem uma instituição que não cobra nenhuma taxa para utilizar o PIX. “É importante também esclarecer que o PIX só irá funcionar no mercado doméstico, não sendo possível fazer nenhuma remessa de valores ao exterior. Dentro do país, não haverá limite de valor”, explica o advogado.

Creditas tem vagas abertas para sua área de Product Technology

Vagas são para diversas posições, incluindo Software Engineer e Specialist engineer. Processo de seleção será feito de forma remota

A Creditas, principal plataforma 100% digital da América Latina, que usa tecnologia para viabilizar novas conquistas em todas as etapas da vida de seus clientes, está com vagas abertas para sua área de Product Technology.

Eleita pelo Glassdoor como uma das melhores empresas para se trabalhar em 2020, a fintech tem posições abertas para as áreas de Software Engineer, mobile e backend e Specialist, mobile e Specialist Engineer backend, entre outras.

As oportunidades reforçam o DNA tecnológico da fintech, que desenvolve internamente experiências inovadoras para oferecer um portfólio de produtos e soluções completas, com  processos totalmente digitais e automatizados, permitindo efetividade, agilidade e personalização com base no perfil de cada cliente.

As vagas estão abertas para profissionais de São Paulo e outras regiões do País e todo o processo de seleção, como testes e dinâmicas, será realizado de forma remota. Para mais informações sobre as candidaturas, basta acessar a página de carreiras.

Startup anuncia compra de 30% Creapp e investe em novos negócios

JobHome compra empresa de criação de app delivery

Startup anuncia compra de 30% Creapp e investe em novos negócios

JobHome adquire 30% da Creapp, uma empresa de criação de aplicativos delivery para o segmento de restaurantes. A startup que teve crescimento de 200% durante pandemia identificou ótimas oportunidades no nicho de app de delivery.

Os paulistanos aumentaram o uso de apps de delivery durante a quarentena. Houve um crescimento de 700% em instalações de apps dessa categoria e de 234% em suas utilizações (eventos in-app) em São Paulo, na comparação entre as semanas do dia 25 de abril com a de 2 de fevereiro deste ano. A análise é da AppsFlyer sobre os impactos da pandemia do novo coronavírus no mobile brasileiro e envolve 12 categorias de aplicativos. Fonte: Mobile Time.

De acordo com o estudo feito pela empresa de marketing digital em um universo com 850 milhões de instalações (orgânicos e inorgânicos) de 6 mil apps e 185 bilhões de eventos in-app, os moradores da cidade de São Paulo ainda tiveram um alto consumo de aplicativos de finanças, com 40% de aumento em instalações e 20% em quantidade de eventos in-app.

Devido ao ritmo acelerado que vivemos e aos avanços tecnológicos cada vez mais instalados em nossas rotinas, os pedidos delivery vêm se tornando uma opção cada vez mais procurada. Para as empresas, ter o seu próprio aplicativo é fundamental para estar mais próximo dos consumidores, impulsionando as vendas, fidelizando e conquistando novos clientes, além de ser uma forma de otimizar os custos, economizando com as taxas cobradas por outros aplicativos de delivery.

Presentes em mais de 150 restaurantes em São Paulo, a Creapp é criadora de aplicativos delivery, sua prestação de serviço envolve uma plataforma que, após a criação da sua conta e o preenchimento do formulário, você cadastra a sua loja, seus produtos e passa a gerenciar seus pedidos de forma prática e lucrativa, compartilhando o seu delivery para todos os seus clientes.

De uma forma personalizada, a Creapp oferece no aplicativo a construção da sua identidade visual, podendo organizar seus itens de uma forma simples e funcional, permitindo que você abuse da criatividade, insira fotos, complementos, cores, estrutura de compra, inserção de endereço, formas de pagamento, cupons promocionais e QR Code de descontos.

Você também acompanha na etapa de gerenciamento a gestão dos seus pedidos, conferindo-os para evitar erros nas informações dos seus clientes, tendo autonomia para alterar, excluir, consultar ou editar qualquer informação do seu aplicativo, além de organizar, monitorar e acompanhar as etapas nos processos de entregas.

Os aplicativos instalados são automaticamente atualizados sem a necessidade de baixar uma nova versão, contém relatórios para diminuir os riscos e alcançar os seus objetivos ligados à empresa e suporte via chat online para tirar dúvidas e obter ajuda.

Em contrapartida, a JobHome é uma empresa que a partir do mercado de call center no Brasil, oferece o melhor modelo home office em atendimento ao cliente, está aliada a melhor tecnologia e garante que os seus clientes sejam bem atendidos por profissionais motivados, qualificados e capacitados.

Através de um processo ágil e eficiente de atendimento, a JobHome atua no mercado desde 2017, preocupando-se com a qualidade de vida dos funcionários e com a segurança dos clientes, trazendo tecnologia aplicada, esclarecimento de todas as normas e requisitos pelas leis trabalhistas, segurança dos níveis operacionais, administrativos e gestão, modelos de implementação sendo eles as estruturas completas ligadas ao time de atendimento e o serviço completo de infraestrutura.

Pensando como uma empresa que preza pelo melhor atendimento aos seus clientes e que utilizam as melhores ferramentas, a JobHome investe e adquire 30% da empresa Creapp, apostando em uma parceria e visando crescimento de ambas as partes mediante a um novo negócio. A taxa de utilização desse serviço delivery é por meio da utilização da plataforma, mensalmente. Juntos têm como objetivo impulsionar as vendas dos clientes e oferecer o melhor processo de atendimento e infraestrutura.

“Acreditamos que a base de um crescimento sustentável se faça a partir de divisões que deem vasão a nossos negócios. Pensando nisso, a aquisição da Creapp foi uma estratégia para continuar trabalhando nossa expertise, que é a experiência de atendimento ao cliente. Dessa vez, por um meio diferente, mas sempre trabalhando com as melhores equipes e a mais alta tecnologia”, explica Geraldo Brasil, Cofundador e CEO da JobHome.

Semana registra aumento no uso de aplicativos de saúde

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 Uso de aplicativos de saúde deve aumentar 16,7%, atingindo 34 bilhões de dólares até dezembro de 2020. 29% das pessoas já utilizam aplicativos móveis para monitorar a própria saúde. Os dados são de um levantamento internacional feito pela GfK e realizado com mais de 20mil usuários de internet de 16 países. Além dos Apps que revolucionam a saúde, aplicativos que ensinam a meditar viraram um segmento bilionário pós pandemia. Segundo um estudo conduzido pela Fiocruz, a Covid-19 fez com que 54% dos brasileiros se sentissem mais ansiosos. Na mesma medida em que a tensão subiu, a busca por formas de combatê-la também cresceu.

Atualmente, há cerca de 2 000 Apps especializados em relaxamento. Juntos, eles somam 100 milhões de downloads, mas o número é crescente. Segundo relatório da consultoria Sensor Tower, apps ligados a saúde e bem-estar tiveram 2 milhões de downloads, já sob os efeitos da pandemia. No Brasil, o crescimento também foi notável: de acordo com os mais recentes dados disponíveis do portal RankMyAPP, as instalações desses apps dispararam 55%. Uma legião de brasileiros que aderiu essa tecnologia foi além da meditação e passaram a usar os aplicativos de auto hipnose.

Pensando nisso, Michael Arruda, escritor do best-seller referência da área e presidente da OMNI Brasil, segundo maior centro de treinamento de hipnose clínica do mundo, desenvolveu o aplicativo PlenaMente, totalmente gratuito e que já contabiliza mais de 41 mil downloads nos sistemas iOS e Android, para possibilitar que as pessoas vivam o real potencial de cultivar hábitos poderosos capazes de transformar a sua vida, impulsionando a sua produtividade e otimizando o seu foco na busca pelo sucesso.

Algumas das funcionalidades do PlenaMente são: cadastro ou adoção de hábitos de outras pessoas; áudios disponibilizados com técnicas de auto hipnose para impulsionar a sua performance e otimizar o seu foco; conquista de distintivos de acordo com o seu progresso no aplicativo; compartilhamento das suas conquistas nas redes sociais e motivação de outras pessoas a também criarem hábitos transformadores.

Segundo informou, Michael Arruda, o aplicativo visa o tratamento terapêutico, quando a pessoa quer corrigir algo dentro dela, como um trauma, um vício, um sentimento ruim ou qualquer coisa que a incomode. E, também, para aumentar a sua performance mais rapidamente. “ O fator crítico funciona como um guardião localizado em sua mente consciente. E tem a função de decidir quais sugestões podem ou não atravessar o subconsciente. E conforme a pessoa vai se aprofundando no estado hipnótico, mais facilidade ela tem de aceitar o que foi sugestionado “, explica o Ceo da Omni ao informar que quando o usuário entra em estado hipnótico, o subconsciente toma a frente, o consciente fica em segundo plano. Por esse motivo, fica muito mais fácil reprogramar hábitos e sentimentos que tem em seu subconsciente.

Como o e-commerce pode salvar o comerciante neste momento?

Customer with online shopping set icons. E commerce service. Vector illustration

Ter uma presença online é básico para os negócios que querem se destacar

Se um comerciante, mesmo que pequeno, já tem um negócio online e montou uma boa estratégia para colocar seus produtos ou serviços na rede, este dificilmente não realizou vendas.

A internet é relativamente nova para alguns e o desconhecimento de como ela funciona fez nascer vários mitos que circulam por aí. “É muito comum encontrarmos pessoas que ainda não se posicionaram online pois não acreditam no potencial deste meio, não sabem por onde começar ou pensam que o investimento não cabe no bolso. É preciso quebrar esses mitos para que os comerciantes possam utilizar a internet e consequentemente obter bons resultados” apresenta Alexandre Simões, estrategista de Marketing Digital.

A primeira coisa que um comerciante precisa fazer é criar sua presença online, mesmo que seja simbólica. Dessa forma já é possível que ele saia do campo do achismo e passe a obter alguma experiência na internet, isso facilita muito no processo. É importante ficar claro que o fato de a loja estar online, não significa que o lojista vai vender, mas lembre-se do velho ditado popular que diz: “Quem não é visto, não é lembrado”.

Portanto, é essencial criar estratégias para divulgar sua loja na internet, não adianta só colocar o conteúdo online, se este não for divulgado também não será visto. Use as redes, crie campanhas por email, WhatsApp e não esqueça de colocar o endereço da sua loja online na fachada da sua loja física, em adesivos de carros e assim por diante.

A partir disso, você deverá pesquisar e entender o perfil do seu público, para que o conteúdo apresentado seja assertivo, e manter os canais sempre alimentados. Por exemplo, um pequeno comércio de bairro de materiais de construção pode ter contas em redes sociais que são bem fáceis de serem atualizadas.

A relevância surge com o tempo e a qualidade do conteúdo que você oferece ao seu consumidor. “Uma outra estratégia muito comum é o marketing de conteúdo, ele ajuda a gerar esse tipo de relevância e ajuda os consumidores a se conectarem ainda mais com o negócio. Por exemplo, uma loja pode criar um blog ou um canal no YouTube com dicas de uso dos produtos que ela vende. Dessa forma o consumidor aprende sobre os materiais e sabe que a pessoa que vende domina o assunto, gerando autoridade” explica o Estrategista.

Percebe-se que quando os consumidores criam uma relação de confiança tendem a comprar mais e essa relação pode ficar ainda mais forte quando o conhecimento vem de uma autoridade no assunto. A autoridade agrega valor ao negócio, isso ajuda muito no aumento das vendas.

Se você ainda é muito novo nesse meio, dedicar um pouco do seu tempo para estudar sobre o tema lhe fará ver como pode ser vantajoso para os seus negócios.

Existem cursos e pessoas que falam sobre marketing digital e sobre vendas na própria internet. Canais de instituições como o do Sebrae podem ser uma boa forma de começar.

Se for procurar no YouTube ou em redes sociais, procure pessoas confiáveis para aprender, pessoa que sejam verificáveis para não cair em cilada, que sejam referência no tema.

“A melhor maneira é começar pequeno pelas redes sociais que são ferramentas fáceis de usar, gratuitas e que muita gente já está familiarizada, dificilmente em uma loja não terá alguém que não saiba mexer nas redes sociais” finaliza Alexandre.