Nexus se consolida como fomentador de negócios e abre três unidades em seis meses

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 Idealizado como um modelo inovador de geração de negócios, o Nexus – Fábrica de Negócios se consolida cada vez mais como uma das principais redes de networking de São Paulo. Criado há pouco menos de dois anos, o grupo de empreendedores celebra a criação de três novas unidades nos últimos seis meses – totalizando quatro grupos, com uma rede de cerca de 150 empresários.
Com reuniões semanais e uma ampla rede de contatos, o volume de negócios gerados pelo Nexus já superou a marca de 10 milhões de reais. “É um montante que dá a dimensão do nosso tamanho enquanto geradores de negócios e ao mesmo tempo nos traz novos desafios de crescer ainda mais e ampliar nossa rede”, diz Tiago Neves, um dos idealizadores do Nexus.
A organização do Nexus está baseada na reciprocidade, que vem sendo estratégia certeira para potencializar e desenvolver negócios. As reuniões semanais promovem um sistema de indicações em que os membros compartilham seu networking pessoal para geração de oportunidades. Assim, de uma forma ou de outra, todos saem ganhando.  “A grande revolução que uma metodologia estruturada de networking de resultados traz, baseada no conceito de comunidade de negócios, é profissionalizar o processo de indicações do seu negócio, de forma moderna e eficaz”, complementa Neves.
Os encontros também contam com palestras que agregam uma série de conhecimentos aos membros. “Nossa comunidade também está muito focada no crescimento humano e empresarial de cada um. O momento do conhecimento, presente em todas as nossas reuniões, é algo sempre inspirador”, conclui Neves.
As bases do grupo são experiências internacionais de muitas décadas, que já geraram milhares de negócios e movimentaram bilhões de dólares em dezenas de países. O Nexus, portanto, é resultado do aperfeiçoamento dessas práticas à luz das relações sociais atuais e das novas tecnologias.
Novos membros
Para participar é necessário um convite de outro membro ou a proposta formal por email.  Após o aceite, o novo integrante deve contribuir com uma taxa de manutenção que é revertida em ações de relacionamento, além de encontros de capacitação, como palestras e workshops.
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Plataforma conecta advogados inovadores com novos clientes

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Quando surge a necessidade de se contratar um advogado, burocracia, morosidade e palavras complicadas em contratos longos são uma das primeiras coisas que vem à tona no pensamento de muitos brasileiros. Em seguida, surge o martírio de selecionar o profissional mais confiável e capacitado em meio a um oceano de opções. Foi pensando em resolver situações como essas que a lawtech Roundlaw iniciou sua operação no Brasil, no ano passado. Atuando em São Paulo, Rio e Brasília, a plataforma conecta os cinco advogados mais inovadores e os cinco mais renomados de diversas especialidades aos seus potenciais clientes.

A empresa surge para resolver um problema crônico: a escolha do advogado ideal entre mais de 1 milhão de profissionais ativos no país, o que dá um advogado para cada 209 brasileiros, segundo dados da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O número é superior, por exemplo, a mercados mais desenvolvidos, como EUA e Reino Unido, que possuem respectivamente proporção de um profissional a cada 246 e 354 pessoas. “Ao selecionarmos os cinco melhores dentro de cada área, conseguimos separar o joio do trigo. Ou seja, resolvemos a dificuldade das empresas e pessoas físicas na busca por advogados realmente qualificados em suas especialidades, além de retirar a necessidade das indicações pontuais de amigos, colegas de trabalho e familiares, que muitas vezes são inapropriadas para a situação exigida no momento”, informa Gabriel Oliveira, CEO da Roundlaw no Brasil.

Para utilizar o serviço, o executivo explica que o visitante deve iniciar a busca no site optando por um dos dois tipos de perfis. O primeiro, batizado de ‘Market Recognition’, reúne cinco advogados de cada especialidade com ótima reputação em seu mercado, isto é, os mais consagrados de cada cidade. Na opção ‘Roundlaw Selection’, estão listados profissionais escolhidos mediante critérios específicos definido pela Roundlaw. “Vale lembrar que ambos os grupos de advogados contam com ampla capacidade de comunicação, proximidade e engajamento com os clientes, especialização comprovada e proficiência em línguas estrangeiras. Ou seja, estão na vanguarda do Direito”, argumenta o executivo.

Vale ressaltar que para integrar o segundo grupo, o Roundlawyer – título dado aos selecionados – precisa passar pelo crivo da equipe de inteligência de mercado da startup, composta por headhunters especializados no mercado jurídico e pela devida validação de reputação junto a outros profissionais do mercado. “Além disso, realizamos entrevistas com esses candidatos para verificar o nível de carisma, teste de proficiência de inglês e conhecer detalhadamente sua experiência profissional. Tudo isso para oferecer um advogado realmente qualificado para atender a demanda dos nossos usuários”, garante Oliveira.

Lançamento
Concebida pela russa Elizaveta Uvarova, do grupo suíço de tecnologia Tech Vanguard, a ideia foi desenvolvida a partir da sua dificuldade em encontrar advogados qualificados para uma consultoria jurídica altamente confiável, quando pretendia trazer um dos seus empreendimentos ao Brasil há cerca de três anos. “Na época não haviam plataformas semelhantes à nossa com informações a respeito da formação acadêmica e desempenho dos especialistas”, relata. Após isso, ao manter contato com executivos de outras empresas e brasileiros de forma geral, ela constatou a existência da mesma dificuldade. “Há uma grande oferta de profissionais, mas muitos se denominam como o melhor da cidade em um determinado segmento, sem inserir qualquer critério ou referência para utilizar a chancela. Isso nos motivou a criar uma plataforma isenta e que pudesse resolver essa dor de mercado”, complementa.

Lançada em julho de 2018, a Roundlaw já trouxe inúmeras causas aos advogados cadastrados na plataforma. Somadas, elas geram movimentação financeira acima de R$ 10 milhões. “Queremos se tornar uma referência nacional no setor jurídico, impulsionando o networking e a geração de negócios dos profissionais listados em nosso site. Nesse início, tivemos uma receptividade positiva do mercado e acreditamos que temos todos os fundamentos para crescer de forma rápida”, avalia a empreendedora.

Atualmente, a Roundlaw disponibiliza a lista de profissionais de 25 áreas diferentes do Direito em São Paulo. No Rio de Janeiro, são 23 especialidades, enquanto em Brasília há 13. O bem-sucedido trabalho abre portas para a expansão. “No momento o foco é disponibilizar mais especialidades aos usuários nas cidades que já mantemos operação. Após a conclusão desse processo, queremos pouco a pouco disponibilizar a plataforma em outras importantes capitais e, consequentemente, renovar o status quo do marketing jurídico no país. Para 2019, a expectativa é de gerar volume de negócios superior a R$ 60 milhões aos advogados”, conclui Uvarova.

Os 5Cs dos chatbots

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A evolução das tecnologias conversacionais vem impulsionando a transformação digital das organizações ao proporcionar que os consumidores interajam com as empresas de uma forma tão simples quanto é conversar com uma pessoa.

Entretanto, os chatbots são geralmente tratados apenas como tecnologia quando, na verdade, vão muito além disso. Eles têm o poder de reduzir custos e aumentar a eficiência em diversos processos que tocam o cliente mas, para isso, exigem que profissionais de diferentes áreas entendam o novo paradigma  e consigam implantá-los nos diferentes momentos da jornada do cliente.

Para obter esse entendimento de forma mais completa e se preparar para a nova realidade, é interessante compreender os 5Cs do Chatbot, conceito criado pela Zenvia:

COMPREENSÃO: o que a pessoa fala

Ao criar um chatbot, um dos primeiros desafios é entender o que a pessoa do outro lado deseja, o que ela quer dizer. Geralmente, há dois caminhos nesse contexto: dar opções fixas para escolha ou fazer uma pergunta aberta do tipo “como posso ajudar”. Mas, em ambos os casos, as pessoas podem desconsiderar as opções e dizer algo livremente.

Por isso que é tão relevante considerar as sutilezas do diálogo, ou seja, as diferentes formas de dizer a mesma coisa, na hora de programar um chatbot. Idiomas, sotaques, gírias, expressões coloquiais, contrações e emoticons valem muito na hora de se expressar com os amigos. Por que não funcionariam com uma empresa?

A verdade é que todo mundo quer ser compreendido, por isso é importante considerar genuinamente o que as pessoas falam, já que o encantamento, muitas vezes, mora nas entrelinhas de cada conversa. Além disso, também se faz necessário o uso de tecnologias de compreensão de linguagem natural (Natural Language Understanding) e treinamento do chatbot, para que ele entenda qual resposta melhor se encaixa nas expectativas de quem está conversando com ele.

CONVERSAÇÃO: como a conversa flui

Chatbots são, na essência, processos transformados em conversas. Os processos podem ser os mais diversos – de atendimento e dúvidas comuns até negociações comerciais ou financeiras com regras de negócio complexas. O desafio das organizações aqui é identificar  a melhor forma de conduzir as diferentes etapas do processo por meio de um fluxo conversacional coerente.

Nesse sentido, a melhor forma de efetuar o design de um chatbot é orientá-lo às intenções dos usuários. É preciso direcionar o mindset de processos, que muitas vezes é desenhado a partir da organização, para o cliente. Um exemplo: um chatbot que tem o objetivo de aumentar as vendas deve tornar o processo de “Vender o Produto” bem natural. O mais interessante é fazer com que o consumidor percorra a jornada conversacional de “conhecer o produto”, “entender os benefícios da oferta e como aplicá-la” para, só depois, “obter o preço de produto e concluir a compra”.

Outro problema das empresas é que, geralmente, os processos são desenhados apenas com o “caminho feliz”, esperando que o cliente percorra essa rota linearmente. A questão é que o ser humano não é linear como um algoritmo, pois cada pessoa raciocina, mapeia e organiza mentalmente as informações de forma única. Cabe, então, prever situações que permitam às pessoas seguirem a conversa em outro momento mais oportuno, dando espaço para que explorem as possibilidades à sua maneira.

COMUNICAÇÃO: o que o chatbot fala

A comunicação do chatbot é a forma com que ele expressa suas habilidades, funcionalidades e personalidade. À primeira vista, falar de personalidade do chatbot parece algo trivial, mas uma personalidade bem definida e consistente é o que permite ao chatbot despertar a empatia, gerar confiança e engajar as pessoas.

A personalidade começa com avatar, nome e identidade básica do chatbot, mas acaba se desdobrando em expressão, tom de voz, estilo e na forma como trata as diferentes situações de uma conversa.

As falas do chatbot devem, portanto, adotar uma linguagem ao mesmo tempo clara, simples e estimulante, inclusive com recursos visuais, como imagens, carrossel e vídeos. A questão é que o sentido de cada uma dessas dimensões pode mudar de acordo com o público. Por isso, por mais interessante que uma redação de mensagem possa parecer, nenhuma pode ser considerada ideal até que resista à hora da verdade com o cliente. Assim, é importante testar constantemente diferentes abordagens com testes A/B.

CONEXÃO: o que o chatbot faz

Uma das ferramentas mais poderosas para engajar com chatbots é alimentá-lo de contexto sobre o usuário. Por isso, se torna tão interessante conectar o chatbot a sistemas que guardam as informações relevantes sobre o cliente e seu histórico de interações.

Mesmo assim, o chatbot pode não ter todas as respostas, pois a tecnologia aprende com as interações. Por isso, pode ser necessário prever o transbordo para o ser humano.

Outro ponto importante são as políticas de segurança e privacidade da organização, que vêm sendo cada vez mais exigidas no que tange à forma como se lida com os dados dos clientes.

CANAL: onde a conversa ocorre

Nos últimos anos, as empresas aprenderam a lidar com canais digitais como website, email, app e redes sociais. No entanto, a evolução das tecnologias de mensagens traz à tona um novo conceito: os canais conversacionais, que permitem às organizações interagir com os consumidores por meio de mensagens ou conversas.

A estratégia para os canais conversacionais pode se tornar um desafio para as organizações, porém facilitado se forem considerados dois fatores: funcionalidades técnicas (interação, notificações e recursos conversacionais disponíveis, como botões e imagens) e perfil de uso do canal conversacional, o que significa que a empresa precisa estar atenta ao canal (como Facebook Messenger, web chat e SMS) que cada consumidor prefere para interagir com a marca. Assim, cabe à organização identificar quais canais conversacionais deseja adotar e quais as melhores formas de promovê-lo em seus outros canais digitais e sociais.

Em suma, a partir dos 5Cs dos chatbots, empresas e profissionais podem entender de forma mais completa como melhorar seus processos de negócios e a interação com os clientes, dando atenção a todos os recursos que compõem essa tecnologia conversacional. Já vivemos na era conversacional e, certamente, temos como extrair o melhor dela para empresas e consumidores.

* Cassio Bobsin é CEO da Zenvia, empresa brasileira líder em mensagens e chatbots.

Fortes Tecnologia anuncia 4 tendências de TI para RH em 2019

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Muitas pessoas acreditam que a tecnologia não interfere diretamente em um departamento cujo o essencial está relacionado às pessoas. Entretanto, a TI vem se mostrando como um relevante divisor de águas na maneira como muitas companhias trabalham o RH em todo o mundo.

De forma geral, ferramentas modernas aumentam a qualidade do serviço prestado, otimizam recursos, reduzem custos, aprimoram a tomada de decisões e ainda conseguem analisar uma grande quantidade de dados em um curtíssimo período de tempo, traçando análises preciosas e realizando ações simultaneamente.

Com base nisso, a Fortes Tecnologia listou as principais tendências de TI para RH em 2019. Confira:

1) Automação de processos de gestão de Recursos Humanos

Uma das principais tendências de RH consiste na automação de várias atividades prestadas no RH. Em qualquer setor de uma empresa, há inúmeras operações que são consideradas completamente burocráticas, como a realização de cálculos, avaliações de colaboradores, envio de documentos, organização e armazenamento etc. Essas atividades podem ser completamente realizadas por computadores, sem prejuízos, pois são consideradas automáticas ou processuais. A tecnologia, de modo geral, gera redução de custos com materiais físicos e da necessidade de contratar mais colaboradores; aumenta a segurança, reduzindo as chances de perdas e extravios de documentos, minimiza a chance de falhas humanas, aumenta a produtividade e a agilidade dos processos. Com isso,  todas as tarefas são feitas de forma instantânea.

2) Aplicação da Inteligência Artificial no RH

A Inteligência Artificial – IA é a imitação do raciocínio humano por meio de mecanismos ou softwares. Os computadores tentam interagir com elementos e ambientes da mesma forma que o homem, porém com vantagens de uma máquina, ou seja, os processos seguem mais rápidos e precisos. Trata-se de um conceito bastante amplo, pois pode se desenvolver várias ferramentas com diferentes funcionalidades.

Em relação ao RH, existem três subgrupos de IA cuja aplicação prática no setor é benéfica:

– Biometria: consiste na identificação de uma característica física ou comportamento de uma pessoa. Atualmente, ela é usada para basear o funcionamento de máquinas a partir do reconhecimento de íris, palma da mão, digitais do dedo, etc;

– Bots e automatizadores: realizam buscas e análises automatizadas em dados tanto na internet quanto nas redes internas da empresa;

Eles são amplamente utilizados na área de recrutamento e seleção das empresas, pois são uteis para pesquisar rapidamente os dados históricos e das redes sociais de cada candidato.

– Algoritmos: consistem nos códigos que aprendem sozinhos baseados nas ações dos indivíduos.

Usados no recrutamento, eles consistem na eliminação automática de certos candidatos que não atendem aos requisitos da empresa. Neste caso, essa tecnologia pode verificar o perfil que a empresa deseja e evoluir seu código conforme mais contratações e dispensas são feitas.

Outra utilização prática no RH consiste na verificação de riscos em processos, como a modelagem falha, descumprimento da legislação ou controles ineficientes. A IA verifica automaticamente os possíveis riscos e alerta os gestores de seus perigos, o que diminui a incidência de problemas.

Os dados de uma pesquisa feita pela Deloitte, em 2017 – que englobou mais de 10 mil gestores ao redor mundo – indica que cerca de 33% das empresas já aplicam a IA no RH.

3) Utilização de People Analytics

People Analytics é uma expressão americana que pode ser traduzida como análise de pessoas. Como o nome induz, é o processo de coleta, organização e análise de dados sobre o comportamento dos indivíduos pela tecnologia.

No RH, ela é amplamente utilizada para auxiliar na escolha de profissionais alinhados às características da empresa, mas também pode ser usada nas mais variadas situações, como nas decisões que envolvam contratações, corte de funcionários, elaboração de programas de treinamento, políticas de remuneração, entre outros.

A tecnologia do People Analytics estuda o comportamento a partir de fatos, estatísticas e parâmetros preestabelecidos. Isso elimina a parcialidade e subjetividade nas escolhas.

Outra pesquisa de 2017, elaborada pela Bersin e publicada pela Forbes, evidencia uma inclinação positiva no desenvolvimento de empresas que aplicam a tecnologia em seu RH. Com esse crescimento, o percentual de empresas que planejam usar o People Analylics subiu de 10-15% para cerca de 69%.

4) Utilização da realidade virtual

A realidade virtual – RV é a recriação mais fiel possível da sensação de realidade para uma pessoa. Um ambiente virtual é um local tridimensional gerado por computadores que permite a manipulação de objetos, execução de ações e visualização de 360º ao redor pelo usuário. Essa tecnologia é inovadora e possui inúmeras aplicações empresariais.

Alguns exemplos de suas aplicações no setor do RH são:

– Reuniões: atualmente as reuniões por videoconferências (por Skype, por exemplo) já estão consolidadas, mas a VR as torna mais reais e imersivas;

– Recrutamento e seleção: permite avaliar como o candidato se comporta em situações específicas, simuladas em uma realidade virtual, sem a necessidade de um espaço físico grande;

– Integração: possibilita a criação de experiências de integração mais reais e práticas;

– Treinamentos: os ambientes simulam experiências que desenvolvam o potencial em equipe, além de auxiliar o RH a identificar pontos fortes e fracos dos colaboradores.

O uso de VR para treinamentos corporativos já é uma realidade. Já há empresas no Brasil que desenvolve treinamentos imersivos de solda e pinça, por exemplo, para o setor de carroceria, utilizando essa tecnologia.

A maioria das tendências de RH para 2019 derivam de novas tecnologias, consistindo no uso de ferramentas que trazem mais eficiência e produtividade nos processos. Essa são as tendências que já estão sendo aplicadas e são muito relevantes para acompanhar a evolução da tecnologia nos setores de RH das empresas.

3 apps para organizar as despesas da sua empresa e começar 2019 despreocupado

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O ano novo mal começou e muito gestores já estão criando planos para 2019. Se a sua empresa está crescendo é preciso estar com tudo em ordem para organizar os próximos passos. Precisamos contratar? Como estão as finanças? Vamos investir em algo novo? Porém, manter tudo organizado e atualizado, não é uma tarefa fácil. Uma dica é usar a tecnologia a seu favor. 

Atualmente os novos recursos tecnológicos estão presentes no dia a dia dos empresários e muitos deles já utilizam aplicativos para gerir os negócios da empresa. Segundo uma pesquisa da IDG Research Services realizada com PMEs nos EUA, empresas que usam algum sistema de gestão crescem 35% mais rápido que as outras que não utilizam. A produtividade também aumenta nas empresas que fazem uso de alguma solução, sendo 10% maior que nos outros negócios. No Brasil, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Software (ABES), o investimento em ferramentas de TI cresceu 4,5% em 2017.  

Para começar 2019 sem preocupação, listamos 3 apps que estão se destacando no Brasil: 

       1.GuiaBolso 

 

GuiaBolso é um aplicativo que possui diversas funções de organização financeira, principalmente para pessoas físicas. Uma das utilidades gratuitas do app é a sincronização dos lançamentos que acontecem na conta bancária sincronizada, precisando informar, somente, os dados do internet banking. Para pequenas empresas que estão começando a melhorar seus controles, o app pode ajudar a fazer o controle do fluxo de caixa. 

No app, o gestor pode adicionar metas e categorizar os lançamentos e despesas. É possível analisar e identificar as despesas que possam comprometer as finanças e também realizar corte de gastos, eliminando os supérfluos. O GuiaBolso permite o controle imediato dos gastos da empresa e ajuda nas decisões financeiras. O aplicativo está disponível para Android iOS. 

        2. VExpenses 

 

O app é voltado para o mercado corporativo, visando otimizar o tempo gasto por gestores com tarefas de identificação, análise e reembolso de despesas dos colaboradores. Sua utilização reduz em 88% o tempo gasto na gestão das despesas corporativas – que geralmente é feita de forma manual. 

Para utilizar é simples: o funcionário tira uma foto da nota fiscal da despesa e cadastra no app. Os dados do gasto são enviados diretamente para o responsável pelo reembolso, gerando relatórios para monitoramento e auxílio na aprovação dos custos. A empresa paga apenas uma mensalidade no valor de R$14  por funcionário que utilizar o app no mês. Quando o sistema não for utilizado, nenhuma cobrança será feita. Com os dados históricos, os gestores podem tomar decisões assertivas para otimização contínua desse processo na organização. O VExpenses também  está disponível para sistemas Android e IOS, e pode ser baixado gratuitamente. Em 2018, foi um dos destaques entre aplicativos para gestão, segundo a Apple Store. 

3. Mobills 

 

O app é para quem deseja também definir metas e objetivos, tanto pessoais quanto da empresa. Além de controlar as finanças, ele ajuda a acompanhar os gastos através de gráficos. Também é possível criar contas, visualizar as movimentações e cadastrar um cartão de crédito, respeitando um limite de 10 lançamentos. 

Mobills tem a versão completa que é paga e a versão básica que atende as necessidades e não precisa investir na assinatura. Ele está disponível para sistemas Android e iOS.

HERE Technologies lança Índice de Mobilidade Urbana

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Para desenvolver uma visão mais ampla de como nos movemos em torno de ambientes densamente povoados, a HERE Technologies lançou o “Índice de Mobilidade Urbana”, uma ferramenta on-line interativa que visualiza a mobilidade urbana em 38 cidades do mundo.

Nesta primeira edição do índice, a empresa usou como base dados próprios e de código aberto para avaliar as cidades em vários indicadores. Isso inclui não apenas congestionamento e tempo gasto no trânsito, mas também a velocidade, eficiência, automação e a acessibilidade econômica da rede de transporte público de cada localidade. Também foram avaliadas as cidades em termos da prevalência de seus espaços verdes, implantação de zonas de baixa emissão e a disponibilidade de pontos de carregamento de veículos elétricos e compartilhamento de bicicletas.

Para acessar o índice, clique aqui: https://urbanmobilityindex.here.com/

O Índice de Mobilidade Urbana fornece uma nova lente através da qual podemos explorar a mobilidade urbana em diferentes cidades“, disse Peter Kürpick, vice-presidente executivo e diretor de plataforma da HERE Technologies. “As métricas que escolhemos baseiam-se em uma ampla gama de dados para mostrar onde as principais cidades estão fornecendo mobilidade urbana para seus cidadãos e visitantes”, explica Kürpick.

Presente em mais de 340 cidades, Docway leva a medicina brasileira para o futuro

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O aplicativo de saúde Docway trouxe um conceito inédito para o segmento da saúde, revolucionando o setor desde o seu lançamento em 2015. A startup, pioneira no país, idealizada pelo empresário Fabio Tiepolo, resgata os princípios da medicina humanizada e os alia a praticidade da tecnologia. Graças a esse projeto inovador, hoje é possível chamar o médico para uma visita onde quer que o paciente esteja, facilitando o dia a dia de quem precisa de cuidados médicos com um atendimento exclusivo e diferenciado.

Com mais de 55.000 downloads, a ferramenta é um sucesso e está presente em todas as regiões do país, em mais de 340 cidades brasileiras, entre elas grandes capitais como Curitiba, Belo Horizonte, São Paulo, Porto Alegre, Salvador e Rio de Janeiro. O aplicativo conta ainda com mais de 4.000 médicos cadastrados no sistema, com diversas especialidades, como pediatria, ginecologia, cardiologia, psiquiatria e geriatria.

“Em pouco mais de três ano no mercado, conseguimos superar as expectativas de um público que buscava um atendimento médico premium, realizado de maneira extremamente profissional, rápida e humanizada onde o quer que o paciente esteja, garantindo conforto e segurança no momento em que as pessoas mais precisam de carinho e atenção. As pessoas entenderam nossa proposta e aprovaram um formato de trabalho até então inédito no país”, comenta Fabio Tiepolo, fundador e CEO do Docway.

Em 2017, a empresa ganhou seu primeiro prêmio nacional ao ser condecorada na quarta edição do prêmio “Líderes da Saúde”, evento que procura homenagear grandes players que se destacaram no setor da saúde durante o ano. Em setembro de 2018, participou do Healthcare Innovation Show (HIS), um grandioso evento nacional e internacional sobre inovação em saúde, que contou com diversos congressos, palestras e debates sobre tendências, soluções, serviços e tecnologias para o setor.

“De acordo com dados divulgados pelo do IBGE, 142,8 milhões de brasileiros consultam médicos anualmente. Segundo informações de relatórios produzidos por empresas privadas de saúde, 80% das consultas em prontos socorros poderiam ser realizadas no ambiente domiciliar, evitando que o paciente seja exposto a ambientes de alta contaminação, sem contar o conforto e a segurança no momento da consulta”, detalha Tiepolo.

Para trabalhar com a Docway, o médico tem que disponibilizar documentos pessoais e profissionais e passar por uma análise criteriosa. Após a liberação, o médico recebe um treinamento para melhor atender o paciente em domicílio, gerando mais confiança e segurança para o aplicativo e para quem será atendido por aquele profissional. “Com esse serviço, a gente consegue criar um vínculo médico-paciente, resgatando a prática que existia antigamente do médico de família”, completa Maria Emília Bei, médica pediatra da Docway.

Além das consultas tradicionais, o Docway propõe uma série de outras funcionalidades e serviços. Pelo aplicativo é possível, por exemplo, agendar coleta de exames, vacinação e exame de sangue. Para conhecer todos os detalhes sobre o Docway, que está disponível para os sistemas Android e iOS, acesse o site www.docway.co.

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