DOMO Invest aumenta seu portfólio com investimento em mobilidade urbana

investimento em mobilidade urbana

A necessidade de otimizar recursos no dia a dia de grandes metrópoles como São Paulo, Nova York e Tóquio, por exemplo, se faz cada vez mais urgente. Dentro dessa perspectiva global, pautada pela economia compartilhada e buscando otimizar a mobilidade urbana, foi que surgiu a Turbi (http://www.turbi.com.br). A startup viabiliza um carro ao cliente por meio da tela do smartphone. São três categorias de carros, todos automáticos, disponíveis inicialmente na cidade de São Paulo (SP). Diante desse mercado em franca ascensão, a DOMO Invest decidiu liderar a rodada de investimento na Turbi, que totalizou  R$ 4 milhões.

“Acabamos de completar o nosso primeiro ano de operação e vimos a nossa base de clientes crescer 74%, em média, por mês. Nosso faturamento também vem subindo 30% a cada 30 dias. O gargalo de mobilidade na capital paulista é enorme e, com o nosso modelo de negócio, pretendemos tirar cerca de 12 carros da rua para cada veículo disponibilizado. Enxergamos na DOMO Invest uma forte aliada nesse sentido, pois se trata de um fundo com gestores experientes e com backgrounds complementares, o que, certamente, contribuirá para o amadurecimento da Turbi e permitirá o seu crescimento sustentável”, comemora o CEO, Diego Lira.

startup surgiu do paradigma de se equacionar a necessidade de locomoção nas megalópoles, dos custos (impostos e depreciação) que um automóvel próprio gera e do tempo médio que um veículo próprio fica parado (de 7% a 10% do tempo). A inspiração veio da maior startup de carsharing do mundo, a Zipcar, fundada por duas estudantes do MIT no ano 2000. A partir daí, os fundadores da Turbi resolveram adaptar esse modelo de negócio ao mercado brasileiro, começando sua jornada empreendedora pela cidade de São Paulo (SP). O time conta com os seguintes sócios: Diego Lira (CEO), o CTO Rafael Gibrail (ex-Mercado Livre) e o COO Thiago Mendonça (ex-Alelo).

“Ter um investidor do porte da DOMO Invest, além de servir como um selo de qualidade, nos auxilia a crescer e nos prepara para futuras rodadas. Conhecendo os sócios se percebe que, as portas a serem abertas e o alinhamento em relação ao modelo de negócio, serão de grande valia para os clientes e futuros clientes da Turbi. Estamos alinhados que o foco na jornada do cliente será condicionante para o crescimento da empresa e posterior remuneração dos cotistas do fundo”, acrescenta o outro sócio-fundador, Daniel Prado.

Com a chegada do novo recurso, a Turbi apostará, neste segundo semestre, na forte expansão de sua frota em novos bairros da capital paulista, sempre visando a melhoria da mobilidade de seus clientes. Atualmente, são três as categorias carro oferecidas – HB20, Nissan Kicks e Mini Cooper S (todos automáticos) – e os veículos podem ser retirados e devolvidos, por intermédio do app, em estacionamentos, hotéis e espaços de coworking. Até o momento, a startup já conta com 50 mil downloads de seu aplicativo e mais cinco mil corridas realizadas, o que corresponde a mais de 10 voltas na Terra.

O relacionamento com a DOMO Invest começou no final do ano passado, quando a Turbi enxergou na Asset de VC o know-how apropriado para esse novo patamar do business. Afinal, os sócios da DOMO Invest acompanharam de perto a evolução de startups que acabaram se tornando expoentes de atuação em seus mercados, tais como Buscapé Company, Loggi, Hotmart, Gympass, entre outras.

A Turbi está posicionada entre os aplicativos de motoristas, como Uber, 99 e Cabify e as locadoras de automóveis. Portanto, a startup vem inovar em um mercado tradicional, cujo faturamento anual corresponde a quase R$ 20 bilhões e que se torna ainda maior, se somado a um mercado crescente de aplicativos de motoristas, que movimenta, aproximadamente, o mesmo montante.

“Junto com o Uber e a 99, veio uma necessidade enorme de repensar a mobilidade urbana, estamos atentos a isso e acreditamos que a Turbi tem um papel fundamental para atuar junto a outras modalidades de transporte, permitindo, de fato, quebrar a necessidade da posse de um automóvel. Certamente, é um mercado promissor e que possui potencial de internacionalização no futuro. Acreditamos ainda, que há bastante espaço para o desenvolvimento de negócios que, como a Turbi, tenham o compromisso com a economia compartilhada”, explica Gabriel Sidi, sócio da DOMO Invest.

A Asset já conta com outros investimentos e tem, como princípio, o Smart Money, ou seja, fazer aportes de capital somado com o conhecimento de todos os seus sócios. Isso faz com que a DOMO Invest consiga direcionar, com assertividade e eficiência, suas startups diante das necessidades de negócio que cada uma delas carece prezando sempre pela visão de longo prazo.

 

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10 práticas de segurança digital

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A proteção de dados tem sido muito discutida mundialmente, principalmente com a implementação da lei europeia General Data Protection Regulation (GDPR) e, mais recentemente, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, nº 13.709, no Brasil, com a regulamentação de limites quanto ao uso de informações pessoais pelas empresas e governos. Com isso, a segurança digital ganhou mais notoriedade, ampliando o entendimento mais comum e restrito apenas ao personagem do hacker (o Black Hat).

“Por mais que violações externas sejam uma grande preocupação, as companhias devem estar atentas, também, ao ambiente interno por meio da conscientização dos funcionários e da criação de controles próprios em que os riscos cibernéticos sejam bem endereçados. Para isso, é importante adotar mecanismos de monitoramento e tratamento de incidentes em camadas”, destaca Vitor Pedrozo, diretor da área de Forensic, Investigations & Despute Services, da Grant Thornton.

A Grant Thornton listou as 10 melhores práticas de segurança cibernética que as empresas devem considerar. “Ao seguir essas recomendações, a sua empresa elevará o grau de maturidade e estará mais competitiva no mercado”, complementa Pedrozo. Confira essas dicas abaixo:

1. Implementar a governança de segurança da informação

Estabelecer e manter uma estrutura de segurança da informação é um ótimo ponto de partida. Essa estrutura é tão importante quanto soluções tecnológicas, pois ela é desenvolvida especificamente para sua organização, portanto alinhada com os objetivos do negócio.

2. Preparar sua empresa para o GDPR

Com a lei europeia, mais do que nunca, é importante controlar o acesso, monitorar fornecedores, prestadores de serviço e colaboradores, saber o que é feito com os dados dentro da empresa e quem são os responsáveis por manter os dados da empresa seguros.

3. Detectar ameaças internas

É verdade que os colaboradores são seus maiores ativos, mas também podem ser seu maior risco. Embora os usuários bem treinados possam ser sua linha de frente de segurança, você ainda precisa da tecnologia como última linha de defesa. As ameaças internas podem passar despercebidas (por exemplo, um funcionário copiar dados de seus principais clientes e utilizar estas informações de forma indevida), mas o fato é que essas violações são extremamente caras.

Monitorar a atividade do usuário permite que você detecte tempestivamente comportamento não autorizado e verifique se as ações do usuário não estão violando a sua política de segurança da informação.

4. Atualização de software e sistemas

Com os cibercriminosos praticando constantemente novas técnicas e procurando novas vulnerabilidades, para manter sua rede protegida é necessário verificar se a segurança de seus softwares e hardwares está com as melhores e mais recentes atualizações.

5. Fazer backup dos dados

Fazer o backup de seus arquivos pode parecer senso comum, mas é crucial que a organização mantenha pleno funcionamento, não apenas a partir de uma perspectiva de continuidade de negócios, mas também para combater e/ou se recuperar de novas modalidades de ataques.

6. Criar um manual de resposta a incidentes

Mesmo que as melhores práticas sejam seguidas, as empresas ainda correm riscos de violação. No entanto, a diferença está no preparo de cada uma e na agilidade para lidar com esses fatos. Ter um plano de resposta definido antecipadamente permitirá que a empresa feche quaisquer vulnerabilidades, limite o dano de uma violação e permita a correção com eficácia.

7. Ter cuidado com a engenharia social

As políticas de segurança da informação não substituem o senso comum, nem eliminam erros humanos. As táticas de engenharia social têm sido usadas como armadilhas há décadas para obter informações sensíveis para a companhia ou até mesmo que podem ser utilizadas em complemento com dados da empresa coletados externamente para praticar ataques.

8. Educar e treinar os funcionários

O quadro de funcionários será o elo mais fraco quando se trata de segurança da informação. Isso significa que a empresa deve limitar o risco fomentando uma cultura de segurança da informação na companhia, amplamente divulgada.

As conscientizações precisam contemplar temas importantes e atuais, como: reconhecer e o que fazer com um e-mail de phishing, criar e manter senhas seguras, o que fazer em caso de incidentes de SI, evitar aplicativos perigosos, garantir que informações importantes não sejam retiradas da empresa, além de outros riscos relevantes.

9. Delinear políticas claras

Para fortalecer e esclarecer as melhores práticas de segurança cibernética fornecidas aos usuários é necessário descrever claramente os requisitos e as expectativas da empresa em relação à segurança quando contratá-los pela primeira vez.

10. Testar suas defesas

Simular um atacante cibernético, bem como realizar varreduras periódicas procurando por vulnerabilidades existentes é uma ótima prática para fechar brechas nas defesas de sua organização a invasores indesejados.

CoinBene é a primeira exchange global de cripto ativos a operar em reais

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A CoinBene, exchange global com presença em mais de 150 países, anuncia o início de sua operação em reais para o mercado brasileiro. A exchange é a primeira global a operar na moeda local, oferecendo a maior variedade de ativos digitais do mercado, atualmente.

A operação em reais, sigla BRL nas plataformas de câmbio digital, já está pareada com os ativos mais populares e relevantes do mercado de criptografia: o Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH) e Tether (USDT), sendo o último uma moeda digital que acompanha a cotação do dólar. E a previsão é de que, até o final deste mês, os usuários já possam iniciar suas transações em mais diversos pares dentro da CoinBene.

Hoje, a plataforma conta com mais de 140 ativos para trocas em mais de 200 pareamentos para os usuários. “Com o início das operações em BRL, as possibilidades se ampliam muito para os brasileiros”, comenta Feng Bo, CEO da operação brasileira da CoinBene. O executivo, que mora no Brasil há mais de 10 anos, acredita que a nova modalidade de negociação pode trazer mais maturidade para o cliente do mercado de criptos no Brasil.

“Os brasileiros ainda estão muito focados em operações apenas com Bitcoins e o mercado vai muito além desse ativo, ainda que ele seja um dos mais relevantes. As negociações em reais vão abrir as portas para um novo mundo dentro do Brasil”, finaliza Feng.

Para comemorar o lançamento da nova funcionalidade e incentivar a troca de novos ativos, a CoinBene está realizando um airdrop especial – prática de distribuição de criptos – de Electronic Music Token (EMT Chain), um ativo inovador voltado para a indústria de música eletrônica. Serão distribuídos 18 tokens para todos os clientes que se cadastrarem e realizarem o upgrade de seu perfil, o tipo de cadastro que permite depósitos e retiradas em reais.

FireEye revela o aumento de ataques sem malware por e-mail

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A FireEye, Inc. (NASDAQ: FEYE), empresa de segurança liderada por inteligência, apresenta o relatório E-mail Threat Report, o qual revela que apenas 32% do tráfego de e-mail foi considerado ‘limpo’ e realmente entregue a uma caixa de entrada entre janeiro e junho de 2018. Este resultado é fruto de uma análise de amostras de mais de meio bilhão de correios eletrônicos no primeiro semestre do ano. Os pesquisadores da FireEye descobriram durante o estudo que 1 em cada 101 e-mails tem intenção maliciosa. Quando comparadas ao semestre anterior, as alterações apontam que este ainda é um canal bastante utilizado para disseminar ameaças.
“O e-mail não é apenas a forma mais difundida de comunicação, mas também o vetor mais popular de ataques cibernéticos, tornando-o a maior vulnerabilidade para todas as organizações”, afirma Ken Bagnall, vice-presidente de segurança de e-mail da FireEye. “Dos ataques com malware aos sem, incluindo falsificação de identidade, como fraude de CEO, um único e-mail mal-intencionado pode causar danos significativos à marca e, consequentemente, perdas financeiras”, destaca.
Bagnall ainda diz que “ao escolher uma solução de segurança de e-mail com recursos baseados no conhecimento em tempo real adquirido com treinamento e soluções de segurança, deve-se combinar com o ensinamento dos usuários, de forma a assegurar que eles saibam com quem estão se comunicando. Assim, as organizações estão melhores preparadas para se defender dos ataques”. A confiança no e-mail continua, mas os cibercriminosos se adaptam
Com soluções de segurança de e-mail focadas na detecção de malware, os ciberatacantes adaptam sua atuação, expondo as organizações a ataques sem malware, como a fraude com CEOs. De fato, a maioria dos ataques bloqueados (90%) durante a análise eram malware-less (sem malware, em tradução livre), com ataques de phishing representando 81% dos e-mails bloqueados. Os dados também indicam que os ataques de phishing continuam a subir e praticamente dobraram entre janeiro e junho de 2018, enquanto os de personificação, que representavam 19%, permanecem relativamente proporcionais ao número total de ataques observados. Sabendo-se que basta apenas um e-mail para impactar potencialmente toda a organização, a proteção destes dados deve ser monitorada e encarada como uma das prioridades em segurança.
Tendências de ataques por e-mail
Embora o número geral de ataques tenha permanecido bastante consistente a cada mês durante o semestre avaliado, algumas tendências ganharam destaque em relação a quando e como os atacantes agiram. São elas:
• Ataques baseados em malware foram mais comuns às segundas e quartas-feiras;
• Ataques sem malware eram mais prováveis de ocorrer em uma quinta-feira, incluindo falsificação de nomes de domínio, além daqueles que adotavam um nome de usuário falso-amigável, com exceção aos domínios recém-existentes que atingiam o pico às quartas-feiras;
• Ataques de falsificação tiveram maior predominância às sextas-feiras;
• Nos fins de semana, os ataques sem malware continuaram a prevalecer mais do que os ataques baseados em malware, como os de falsificação de nome de domínio e os domínios recém-existentes sendo os mais recorrentes entre eles.
Metodologia e recursos
O E-mail Threat Report é resultado da análise da FireEye em um conjunto de amostras de mais de meio bilhão de e-mails de janeiro a junho de 2018. Para obter mais informações sobre malware em constante evolução e ataques de e-mail sem malware, diagnóstico detalhado da representação ataques e táticas atuais usadas pelos cibercriminosos, confira o infográfico ou faça o download do Relatório aqui.
Para mais informações sobre a proteção do FireEye E-mail Security, incluindo phishing, falsificação de identidade e spam, visite www.fireeye.com/email.

STELLEO TOLDA, COO E CO-FUNDADOR DO MERCADO LIVRE, PARTICIPA DE PALESTRA SOBRE MOBILIDADE DO FUTURO

Stelleo Tolda

O Chief Operating Officer (COO) e co-fundador do Mercado Livre, Stelleo Tolda, será um dos principais palestrantes do SPIN Summit Brazil 2018, evento de inovação e tecnologia que reúne executivos do Brasil, Estados Unidos e Israel para discutir o ecossistema de startups e para fomentar negócios entre os três países. No encontro, o diretor de operações da empresa de tecnologia falará em painel sobre “mobilidade do futuro”.

Para Tolda, o mercado eletrônico tem acompanhado os avanços da tecnologia e da mobilidade, impulsionando de forma orgânica o uso dos smartphones para comprar produtos. “Mais de 55% das vendas do Mercado Livre são feitas pelos celulares, ”, diz. No mundo, segundo Stelleo, a China lidera esse movimento, com 80% das transações do comércio eletrônico via celulares.

Ele destaca que as vendas do e-commerce no Brasil ainda têm um grande potencial de crescimento. Enquanto respondem por apenas 5% do total de negócios realizados no varejo brasileiro, na China já representam 20%.

Sobre a mobilidade urbana no comércio digital, afirma que a expectativa das pessoas passa por uma entrega mais rápida dos produtos adquiridos pela internet. “No caso do Mercado Livre, que é um marketplace, muitas vezes o produto sai do vendedor diretamente para o comprador, principalmente quando o vendedor é uma pessoa física que está comercializando um determinado item. Essa operação traz um benefício muito grande no que diz respeito ao tempo de entrega”, explica.

Em outros casos, quando se trata de um grande vendedor, os itens vão para um centro de triagem ou para um centro de distribuição antes de serem enviados a quem os adquiriu. “Em todas essas hipóteses, independentemente de a negociação ser feita via celular ou computador, estamos sempre focados em desenvolver ferramentas para proporcionar cada vez mais uma melhor experiência, tanto para o comprador quanto para o vendedor”, ressalta.

De acordo com Tolda, o desafio do Brasil é desenvolver ainda mais a última etapa do transporte, chamada de “last mile”, em referência à proximidade com o comprador, em que o caminho é apostar na capilaridade, aproveitando os recursos de mobilidade já existentes no País. “Uma parte da solução seria investir em meios de transporte que o Brasil já possui, por exemplo, veículos, motos e vans. A rede de logística é complexa e precisa de apoio. Não podemos depender apenas do transporte rodoviário. Por isso, estamos trabalhando em outros meios”, explica.

Na operação do Mercado Livre no Brasil, principal país em que a empresa atua, 50% das mercadorias são entregues em 48 horas, segundo o COO. Na Argentina, o número é um pouco superior, principalmente em virtude da concentração de vendedores e compradores na região de Buenos Aires. O México lidera com 80% de produtos entregues nesse prazo, e isso ocorre por alguns motivos — além da presença consolidada de empresa globais de entrega como FedEx e DHL, utilizam outras malhas, como a ferroviária e a aérea.

De acordo com o executivo do Mercado Livre, a logística de transporte de mercadorias por meio de drones ainda é uma utopia. “Em nenhum mercado do mundo está acontecendo a entrega em volume por esse dispositivo. Podemos citar apenas uma empresa na China, que envia pacotes para áreas rurais, mas em um raio bem limitado”, afirma. “Os drones viraram ferramentas de marketing para mostrar que uma empresa é avançada”, complementa.

Tolda ainda destaca que a entrega de mercadoria com esse tipo de plataforma vai demorar muito tempo para chegar nas regiões urbanas. “Vemos atualmente apenas dois casos em que há uma boa utilização de drones: para imagens e para uso militar”, explica.

Fintechs

Área em franco desenvolvimento, o acesso ao dinheiro de forma mais democrática, fora do sistema bancário tradicional, também recebe a atenção do Mercado Livre. De acordo com o COO, a empresa já atua no financiamento aos vendedores, com tecnologia que permite o uso do celular como carteira digital. A novidade é que, em breve, passará a oferecer empréstimo também aos compradores. Dessa forma, possibilitará a compra de um produto no momento em que ele desejar — mesmo que ultrapasse seu limite do cartão de crédito, por exemplo.

Mercado Livre em números

Empresa de tecnologia com R$ 17 bilhões de faturamento em vendas. É o maior e-commerce do Brasil, oferecendo mais de 100 milhões de produtos. São 10 milhões de vendedores, contando pessoas físicas e grandes varejistas, além de estarem presentes em 18 países, sendo que o Brasil é o principal mercado, à frente de Argentina e México.

O site é o líder em tráfego, ou seja, é maior site de visitas. A companhia lucra em cima de comissões. Para cada transação ganham em torno de 11% a 16%.

Trinta milhões de brasileiros são consumidores ativos do Mercado Livre e 50 milhões adquirem produtos na América Latina.

A companhia está avaliada em 15 bilhões de dólares e mais de 100 mil pessoas no Brasil se sustentam vendendo produtos no Mercado Livre atualmente.

Todos os anos o Mercado Livre investe entre 4% e 5% de sua receita líquida em Pesquisa e Desenvolvimento. Considerando a natureza da nossa operação, o investimento em tecnologia é constante.

Atualmente o Mercado Livre está presente em 18 países, com um total de 6 mil colaboradores dos quais, 2 mil estão no Brasil. Entre esses, no Brasil, 180 são profissionais que atuam focados em Tecnologia.

Para outras informações sobre o SPIN Summit Brazil 2018, acesse spinsummit.com.br

Pesquisa Global da Plantronics mostra as transformações no ambiente de trabalho e seu impacto para os colaboradores

ambiente de trabalho e colaboradores

A maneira como as empresas trabalham está em constante transformação. Desde a chegada dos Millennials ao mercado de trabalho, os empreendedores estão focando em colaboração e comunicação, pensando na mobilidade e buscando o máximo de produtividade, mesmo para quem trabalha remotamente. Para entender o que estas mudanças significaram para a força de trabalho, a Plantronics (NYSE: PLT), pioneira em áudio e líder no setor de comunicações, encomendou à Factworks uma pesquisa com mais de 4.000 participantes de Estados Unidos, Alemanha, França, Suécia, Índia, China, México e Brasil.

Neste novo cenário, foram removidas as baias que dividiam o espaço pelo número de funcionários, de modo que cada um tinha sua própria estação de trabalho. Estas divisórias deram espaço a um conceito aberto, conhecido como Smarter Working, que trouxe enormes estações de trabalho, que deixam os funcionários à vontade para se sentarem onde se sentirem mais confortáveis.

Diante disso, seria natural concluir que nem todos são amigáveis a este novo modelo e que a nova concepção de trabalho pode causar diversos inconvenientes dentro de uma empresa que tenha uma equipe heterogênea no que tange às gerações. Entretanto, a pesquisa aponta que há de 1% a 2% de diferenças entre a demografia da força de trabalho e psicográficos.

Personas

Os resultados da pesquisa apontaram uma clara segmentação de cinco personas, que compõem 82% do ambiente de uma empresa típica. “Os outros 18% correspondem a um perfil adicional que não foi coberto na pesquisa. Trata-se de um perfil que nós chamamos de “O profissional individual convencional”. É alguém que tem muito pouca comunicação como parte de seu estilo ou escopo de trabalho, não é altamente colaborativo, tem um foco muito preciso na tarefa e trabalha de maneira bastante individualizada. Como realmente não tínhamos muitos pontos problemáticos de comunicação para resolver nesse caso, não fazia sentido ter uma persona dedicada a esse grupo”, comenta Vera Thomaz, Senior Territory Manager da Plantronics do Brasil.

Importante entender que há alguns estilos de trabalho que ficam mais no ambiente de trabalho que os demais. O Comunicador do escritório e o Colaborador do escritório ficam 100% do tempo no escritório e isso compõe cerca de 33% da empresa que está em colaboração:

  • Comunicador do escritório é alguém que se comunica bastante interna e externamente e tem pontos problemáticos bem específicos. Perfil corresponde a 12% dos entrevistados;
  • Colaborador do escritório é alguém que tem um estilo de trabalho um pouco mais variado em relação a como faz o trabalho em vários dispositivos. Perfil corresponde a 21% dos entrevistados;
  • Profissional flexível tem o desafio de trabalhar em vários locais diferentes. Geralmente é alguém que frequentemente trabalha de casa. Perfil corresponde a 23% dos entrevistados;
  • Profissional “da estrada” é altamente móvel. É uma porcentagem pequena da empresa, mas eles têm pontos problemáticos muito específicos relacionados a sempre estarem em movimento. Perfil corresponde a 8% dos entrevistados;
  • Executivo conectado. Este é realmente o executivo do futuro, muito promissor. Ele é muito multimodal, viaja bastante, tem muitos pontos problemáticos relacionados a transições entre locais e seu trabalho é muito valorizado pela organização e, portanto, as empresas se preocupam com a retenção e em estimular a produtividade deste executivo. Perfil corresponde a 18% dos entrevistados;

Dispositivos e ambientes de comunicação

A pesquisa aponta que os colaboradores utilizam em média sete dispositivos de comunicação no trabalho entre smartphones, tablets, headsets, telefones de mesa, PC, etc.

  • comunicador do escritório passa a maior parte do dia se comunicando e depende bastante de e-mail, correio de voz, chamadas inesperadas e agendadas. Tende a preferir modos de comunicação mais tradicionais e tem dificuldade para adotar novas tecnologias. Em média, utilizam 5,9 dispositivos no trabalho, sendo 80% da frequência de uso com um telefone de mesa, 10% com PC e 10% com smartphone. Apenas 31% destes profissionais afirmaram usar fones de ouvido para chamadas no trabalho. Seu ambiente de comunicação é 100% em uma mesa individual no escritório;
  •  O colaborador do escritório tem muita familiaridade com tecnologia e é fã de aplicativos de colaboração que o ajudem a ser mais produtivo. Na maior parte do tempo, ele trabalha na sua mesa, mas alterna entre dispositivos conforme o necessário para gerenciar a comunicação. Ele geralmente usa música para isolar o ruído ambiente dos colegas de escritório. Em média, este perfil utiliza 7,3 dispositivos no trabalho, dividindo o tempo em 66% com um telefone de mesa, 18% com um smartphone e 16% com PC. 35% alegam usar fones de ouvido para chamadas de trabalho. Seu ambiente de comunicação é 100% em uma mesa individual no escritório;
  • profissional flexível se preocupa muito com estilo e percebe que seu uso de tecnologia revela sua inteligência, cultura, modernidade e elegância. Usa todos os canais de comunicação e é uma entusiasta de mídias sociais. Em média, este perfil utiliza 8 dispositivos no trabalho, dividindo o tempo de uso em 54% por telefone de mesa, 30% pelo smartphone e 16% pelo PC. 43% destes profissionais utilizam fones de ouvido para chamadas de trabalho. Seus ambientes de comunicação são 58% em uma mesa individual no escritório e 26% viajando ou em trânsito;
  • profissional da estrada está sempre conectado e nunca fica off-line. Seu cargo exige que ele se comunique com interessados internos e clientes por meio de chamadas agendadas e reuniões de negócios. Seu smartphone e seu computador são suas ferramentas de trabalho mais críticas. Gosta de se comunicar por bate-papo e vídeo, mas, quando está em trânsito, precisa ficar conectado e sempre parecer profissional. Em média, este perfil utiliza 8,1 dispositivos no trabalho, dividindo o tempo de uso em 49% com telefone de mesa, 34% com smartphone e 20% com PC. 49% utilizam fones de ouvido para chamadas de trabalho. Seus ambientes de comunicação são 48% em uma mesa individual no escritório, 17% em outros locais do escritório e 33% viajando ou em trânsito;
  • O Executivo conectado tem muita experiência com tecnologia, uma mente criativa e é respeitado por colegas e executivos. Comunica-se o tempo todo e em qualquer condição, e valoriza a capacidade de transicionar com desenvoltura de uma tarefa para a outra. Em média, este perfil utiliza 9,2 dispositivos no trabalho, dividindo o tempo de uso em 49% com telefones de mesa, 30% com smartphones e 21% com PC. 53% utilizam fones de ouvido para chamadas de trabalho. Seus ambientes de comunicação são 48% em uma mesa individual no escritório, 28% em outros locais do escritório e 15% viajando ou em trânsito;

Queixas dos profissionais

As principais queixas dos colaboradores são sobre distrações frequentes no ambiente de trabalho. “O que é nativo para um grupo de pessoas pode ser inadequado para outras. Este conceito aberto, traz uma dificuldade de concentração, uma vez que todos podem interagir com todos”, afirma Vera Thomaz.

  • Sobre pontos problemáticos de comunicação para o comunicador do escritório, 52% alegaram que são afetados por ruídos no ambiente. Destes, 28% consideraram que os ruídos causam muitas distrações no trabalho, 22% afirmam que levam muito tempo para conseguir as informações por conta dos ruídos e 22% afirmam não ter privacidade suficiente;
  • 68% dos Colaboradores do escritório são afetados por ruídos no ambiente. Destes, 27% alegam que são muito distraídos pelos mesmos, 23% dizem que levam muito tempo para conseguir as informações e 22% afirmam não ter privacidade suficiente;
  • 59% dos profissionais flexíveis são afetados por ruídos no ambiente. Destes, 23% consideraram que os ruídos causam muitas distrações no trabalho, 18% afirmam que os principais parceiros de comunicação estão em locais diferente, e 14% alegaram que perdem informações importantes enquanto estão trabalhando remotamente;
  • 51% dos profissional da estrada são afetados por ruídos no ambiente. 27%  consideraram que os ruídos causam muitas distrações no trabalho, 22% disseram que levam muito tempo para conseguir as informações e 26% ressaltaram a dificuldade para acessar remotamente arquivos da empresa;
  • 69% dos executivos conectados são afetados por ruídos no ambiente. 25% afirmam que os ruídos causam muitas distrações no trabalho, 24% alegam levar muito tempo para conseguir as informações e 20% dizem que os e-mails causam falhas de comunicação;

Conclusões

O espaço de trabalho flexível estimula a comunicação, a colaboração, a criatividade e o compartilhamento de ideias. A ideia de todos terem seu próprio escritório particular está começando a ser cada vez menos popular. Muitos desses escritórios particulares estão sendo convertidos em salas improvisadas, em que até cinco pessoas podem ter uma conversa rápida e não programada sobre algo.

“Os ambientes de escritório aberto em que as pessoas trabalham juntas e colaboram em tempo real são realmente a grande tendência. Vemos muitos espaços ou salas de reunião em que a tecnologia pode facilitar o uso de vídeo e permitir a incorporação de pessoas em chamadas remotas. Para garantir a colaboração no nível máximo, é importante encontrar os dispositivos certos para cada estilo de trabalhador. Só desta forma será possível garantir o foco ideal e a melhor experiência de colaboração entre os funcionários”, conclui Thomaz.

Sua empresa está crescendo? Conheça 5 aplicativos que ajudam a organizar seus processos

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O crescimento da empresa acaba “pegando” muitos empreendedores de surpresa, o que exige um bom planejamento estratégico para saber como conduzir os negócios de maneira organizada desse momento em diante. Um aumento significativo nas demandas e algumas novas necessidades relacionadas à gestão podem ser sinais de que sua empresa está realmente evoluindo. E é exatamente nesse momento que entra a automatização dos processos administrativos.

Segundo uma pesquisa da IDG Research Services realizada com PMEs nos EUA, empresas que usam algum sistema de gestão crescem 35% mais rápido que as outras que não utilizam. A produtividade também aumenta nas empresas que fazem uso de alguma solução, sendo 10% maior que nos outros negócios. No Brasil, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Software (ABES), o investimento em ferramentas de TI cresceu 4,5% em 2017 – sinal de que, mesmo em momentos de crise, a tecnologia continua ganhando espaço no orçamento das empresas.
Já existem inúmeras ferramentas disponíveis no mercado – com preço acessível – que tem colaborado de forma efetiva para a organização dos processos internos das empresas. Confira 5 inovações:

1.   ContaAzul

O ContaAzul é um software de gestão para micro e pequenas empresas, que oferece funções como controle financeiro de vendas e estoque. O app permite fazer esses controles, emitir boletos e notas fiscais eletrônicas, enviar recibos, propostas e contratos e ver relatórios do seu negócio.

Outro benefício é a possibilidade de integrar contas bancárias ao ContaAzul. Ele atualiza sozinho os extratos, vinculando-os ao sistema financeiro da empresa. Isso ajuda na hora de verificar os recebimentos e pagamentos realizados, além de gerar relatórios de fluxo de caixa e de resultados.

Para cadastrar os produtos ou serviços de sua empresa, a sessão do app é chamada de “Itens”. Nela, fica listado tudo o que o responsável já vendeu ou registrou. Para prestação de serviços, o item estará pronto para ser salvo. Para mercadorias, pode anotar a quantidade disponível em estoque – que é baixada a cada venda confirmada. O ContaAzul está disponível em Android e IOS.

2.   Slack

O app é um chat e é ótimo para empreendedores que trabalham com tecnologia. Assim como outros serviços de mensagens, ele permite criar conversas em grupos, que por sinal ajuda na comunicação entre pessoas envolvidas em um projeto. Mas a principal vantagem da ferramenta é seu repositório de arquivos.

Ele permite que o usuário faça backup de arquivos e tenha acesso a eles com facilidade, sem ter que trocar de janela. Para isso, é preciso criar um atalho de texto, como “planilha de despesas”. Quando esse atalho é digitado em uma conversa, o arquivo aparece instantaneamente na janela. Além disso, tem integração com redes sociais, serviços de armazenamento em nuvem, entre outros. O Slack está disponível para IOS, Android e Windows Phone.

3.   TagPlus Pedidos e Vendas

O app é focado para e-commerce e varejo e também para a área financeira e comercial das empresas. Funciona como uma versão simples e abrangente de uma plataforma de automação comercial. Oferece serviços de emissão de boletos bancários e notas fiscais, fluxo de caixa, controle de estoque, além da possibilidade de consultar pagamentos. Todos os números e dados podem ser analisados em relatórios gerados em PDF ou enviados por e-mail, facilitando o gerenciamento destas atividades.
O aplicativo possui planos a partir de 29,90 mensais e disponível para Android e IOS.

4.   Trello

Algumas empresas possuem diversas etapas para a conclusão de um serviço ou produto e seus gestores devem estar atentos a cada uma delas, o que acaba demandando esforço e um tempo precioso.

Uma solução simples e gratuita é o Trello, ferramenta de gerenciamento de equipes e projetos, que pode ser ajustada de acordo com as necessidades de cada usuário. A plataforma organiza as atividades em quadros permitindo adicionar informações como: comentários, links, prazos, além da possibilidade de delegar tarefas específicas para cada funcionário, facilitando assim o gerenciamento das atividades internas e externas da empresa. O app é gratuito e está disponível para Android e IOS.

5.   VExpenses

O app é voltado para o mercado corporativo, visando otimizar o tempo gasto por gestores com tarefas de identificação, análise e reembolso de despesas dos colaboradores, que acabam gastando em viagens e outras atividades relacionadas à empresa. Reduz em 88% o tempo gasto na gestão das despesas corporativas – que geralmente é feita de forma manual.

Para utilizar é simples: o funcionário tira uma foto da nota fiscal da despesa e cadastra no app. Os dados do gasto são enviados diretamente para o responsável pelo reembolso, gerando relatórios para monitoramento e auxílio na aprovação dos custos. A empresa paga apenas uma mensalidade no valor de R$14  por funcionário que utilizar o app no mês. Quando o sistema não for utilizado, nenhuma cobrança será feita.

Com os dados históricos, os gestores podem tomar decisões assertivas para otimização contínua desse processo na organização. O VExpenses também  está disponível para sistemas Android e IOS, e pode ser baixado gratuitamente.