E-books gratuitos sobre temas importantes em linguagem fácil para empreendedores

A Razonet Contabilidade Digital é uma startup que, em pouco mais de um ano, está mudando o paradigma do serviço de contabilidade. Os fundadores vieram de contabilidade tradicional, com 28 anos de mercado, e viram a necessidade de elaborar uma plataforma que entregasse contabilidade simples, segura e de um jeito rápido para o cliente.

    “Independente do momento econômico que estamos vivendo, as principais vantagens são: o atendimento à distância com muita qualidade e a economia de mais de 50% para empresas optante do Simples e R$ 20,00/mês para MEIs”, explica Luana Menegat, CEO da Razonet.

    Para ajudar os empreendedores, a Razonet elaborou e-books gratuitos,  dicas com informações jurídicas e o caminho das pedras das medidas de apoio para esse tempo de pandemia. “Todo material está disponível no blog da Razonet e, todas as sextas-feiras, às 11h, promovemos lives com algum profissional que – com sua experiência pessoal – agrega valor aos negócios dos clientes e de quem quer empreender”, explica Luana Menegat.

    O acesso ao conteúdo digital da Razonet está no blog da empresa – https://www.razonet.com.br/blog

e-book-1209040_1920

Foto: Divulgação

Como liderar equipes remotas e manter a produtividade

De forma inesperada, muitos foram movidos pela necessidade de transformar as rotinas de trabalho devido aos recentes acontecimentos globais. Para gerentes e funcionários acostumados a se deslocar para o trabalho, atuar remotamente é um desafio que dificulta a manutenção de uma rotina de trabalho normal. Como o trabalho remoto já faz parte da minha rotina há alguns anos, gostaria de compartilhar algumas dicas de como liderar equipes e manter a produtividade, mesmo à distância:

Consistência

Pode ser fácil perder o ritmo de trabalho quando você não está no escritório. Ao gerenciar equipes em várias regiões, definir horários claros para atualizações e prazos todos os dias ajuda a estabelecer uma rotina. Tente se fixar a esses horários, pois isso lembra à sua equipe que você está lá, mantém uma certa cadência de atividades e cria um senso de continuidade.

O valor da linguagem corporal

Nunca foi tão fácil ter um bate-papo por vídeo com um amigo ou colega ou até uma reunião por videoconferência. Eu estimulo essa prática sempre que possível. É provado que a comunicação não verbal é responsável por 93% do processo comunicativo, então realmente ajuda se você estiver observando a pessoa com quem você está falando. E a eficácia pode ser comprovada nesse momento em que muitos estão com dificuldades para gerenciar essa mudança em suas vidas. As chamadas por vídeo permitem identificar diferentes gestos e tons de voz que podem ajudá-lo a personalizar o suporte que você está oferecendo à sua equipe.

O básico é essencial

Para esperar resultados, é fundamental fornecer infraestrutura aos seus funcionários, como:

– Ferramentas de colaboração digital

– Desenvolver padrões para a equipe durante o trabalho remoto

– Oferecer internet de alta velocidade

– Iniciar ou atualizar pastas compartilhadas

– Serviços de backup e contingência

Seja empático

O trabalho remoto é o novo normal no momento, mas lembre-se de que ocorreu uma mudança repentina na maioria das empresas. Para alguns, foi uma transição suave, mas outros levarão muito tempo para se adaptar. Pergunte à sua equipe como é a configuração de trabalho remoto e leve em consideração outros fatores que estão interferindo na vida cotidiana, como crianças em idade escolar em casa, perda de renda familiar, preocupações com a segurança no emprego, e com a própria saúde e com a saúde dos outros. Agora, mais do que nunca, é essencial ter empatia e reconhecer que todos estamos diante de um desafio único e sem precedentes. E que estão juntos para superá-lo.

Feedback como ferramenta de adaptação

Mantenha o hábito de elogiar projetos ou apontar o que pode melhorar, compartilhe os principais tópicos após cada reunião, assim como progressos e novidades com todos. É importante que a equipe esteja ciente da responsabilidade de cada um, e que trabalhar de casa é a solução atual para garantir a continuidade dos negócios. O home office ainda pode ainda não ser usual na sua empresa e você pode estar enfrentando tempos difíceis. No entanto, utilizar a tecnologia e o gerenciamento certos pode ajudá-lo a capacitar o ativo mais importante da sua organização – as pessoas.

unnamed (1)

Por Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage

Imersão online com Júlia Munhoz vai ensinar a alavancar as vendas e transformar seguidores em clientes no Instagram

Especialista em Marketing digital e autora do livro ‘Instagram para Negócios’, Júlia Munhoz abre as inscrições para seu evento online e gratuito de imersão. 

As redes sociais são um dos meios mais econômicos e rápidos de conquistar os clientes hoje em dia. As empresas que conseguem se destacar nesse meio não apenas chamam a atenção para a marca ou o produto, como conseguem gerar relações mais duradouras com o público, atingindo a fidelização.

A especialista em marketing digital Júlia Munhoz, autora do livro ‘Instagram para Negócios’ revela que esta plataforma evoluiu para algo muito além de uma rede social onde se postam fotos de férias e pratos de comida e pode ser decisiva para os negócios, especialmente em uma época onde estamos vivendo a quarentena devido à covid-19: “O Instagram assumiu o protagonismo entre todas as demais redes sociais e se tornou o grandes destaque para quem quer fazer negócios na internet. As empresas e marcas que aprenderem a trabalhar de forma correta essa rede agora irão estar na vanguarda e no top of mind do consumidor.”

Imersão online para alavancar vendas no Instagram

Pensando em uma abordagem mais prática para ajudar empresas, autônomos e empreendedores a alavancarem seus negócios, construindo autoridade na rede social e convertendo seguidores em clientes, Júlia Munhoz irá oferecer a segunda edição da sua imersão sobre o Instagram para Negócios, que na edição passada contou com a participação de mais de 20 mil pessoas.

O evento de imersão online de nome ‘Imersão Venda Mais com Instagram’ vai acontecer ao longo de uma semana, do dia 13 ao 20 de julho. “A promessa que faço aos que se inscreverem nesta imersão é levar de forma descomplicada as estratégias capazes de multiplicar suas vendas no Instagram de forma efetiva. Muitas empresas acabam não tendo resultados, apresentando baixas vendas, baixo engajamento, poucos seguidores e pouca visibilidade, resultado de erros comuns que a maioria acaba cometendo no Instagram.

Sobre o evento

‘Imersão Venda Mais com Instagram’
Evento Online e Gratuito
Site para inscrição: http://www.juliamunhoz.com/maratona

julia 3
Júlia Munhoz

Tecnologia: ingrediente indispensável na rotina de bons negócios

A tecnologia se encontra na linha de frente de um novo cenário catalisador do futuro

Com o rápido avanço das ferramentas de comunicação e inteligência artificial, algumas soluções tecnológicas tornaram-se imprescindíveis para o funcionamento e continuidade das empresas. Tais soluções contribuem positivamente com a organização, ajudando na redução de custos e na melhoria dos processos operacionais e gerenciais.

Desde um simples acesso à internet até a gestão completa do relacionamento com o cliente, todas as atividades de uma empresa estão ligadas de alguma forma com a tecnologia. Por meio dela, organizações são capazes de colocar inúmeras atividades no piloto automático, direcionando o tempo e a energia dos colaboradores para pontos mais estratégicos.

Soluções como, checagem de agenda, agendamento automatizado de reuniões, acesso e compilamento de dados em tempo real, reconhecimento facial, interoperabilidade de plataformas de comunicação entre outras, possibilitam uma maior liberdade e desenvoltura nas rotinas diárias de trabalho. Como podemos observar nos últimos meses, esses novos padrões de atividades automatizadas e repletas de tecnologia, estão sendo cada vez mais necessárias para a ininterrupção da cadeia produtiva humana.

Alguns deles já podem ser observados, como professores que tiveram que se adaptar à educação a distância, empresas que buscaram novas funcionalidades para conseguir integrar as equipes e ter produtividade durante o trabalho remoto, além dos negócios baseados em vendas presenciais que começaram a operar via e-commerce – atividade que, segundo pesquisa feita pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), aumentou 100% em relação ao mesmo período do ano passado.

O consultor de Tecnologia e Engenharia da absolut technologies, empresa integradora global de soluções de colaboração e videoconferência, Tomi Terahata, acredita que o futuro das empresas neste novo normal, está totalmente interligado ao nível de seus investimentos tecnológicos. “Assim como em todos aspectos da vida, as formas e relações de trabalho se transformam ao longo tempo. Portanto, as empresas que não conseguirem enxergar este fato, estão condenadas à perda de competitividade.”

Para que uma empresa cresça e se mantenha atuante no mercado, é essencial que ela invista em soluções tecnológicas. Soluções catalisadoras de maiores ganhos em eficiência e geradoras de novas oportunidades.

DSC-3916

Foto: Divulgação

Empresas investem em tecnologia para o setor elétrico brasileiro

Instituto de Tecnologia sediado em Campinas quer se tornar referência em P&D e Inovação para empresas de geração, transmissão e comercialização de energia

Com 25 anos de atuação, o Venturus Instituto de Tecnologia ingressa no setor elétrico com a perspectiva de se tornar referência em P&D e Inovação para as empresas de geração, transmissão e comercialização de energia. Sediado em Campinas (SP), o instituto trabalha em parceria com empresas globais de tecnologia nas áreas de telecom, manufatura, saúde, água e energia, meios de pagamento, automotivo, entre outros segmentos. Em 24 meses, a expectativa é que os projetos destinados ao setor de Utilities respondam por 7% do faturamento anual do Venturus. Com isso, o instituto pretende gerar empregos e investir estrategicamente em novas competências tecnológicas.

Investimentos em inovações digitais, automação de redes, valorização das energias renováveis, entre outros fatores, vêm contribuindo significativamente para as transformações do setor elétrico. “Ao ampliar sua atuação, dedicando planejamento e estratégia ao setor de Utilities, o Venturus pretende participar de todos os segmentos da cadeia de geração, transmissão e distribuição de energia oferecendo abordagens e competências para criar novos produtos e serviços, diferenciais que são a tônica do instituto nos mercados em que atua”, afirma Gilson Paulillo, consultor da área de Desenvolvimento de Negócios do Venturus.

As competências em áreas como Inteligência Artificial, Analytics, Big Data, IoT, Machine Learning, Deep Learning, Automação e Sensoriamento e, sobretudo, o portfólio de resultados qualificam o Instituto para o novo campo em que pretende atuar.

Alguns investimentos do Venturus no setor de Utilities estão direcionados a soluções para os segmentos de Smart Cities e Smart Grid, Qualidade de Energia, Eficiência Energética, Segurança da Informação, Perdas Comerciais, Automação, entre outros temas estratégicos. “A agilidade e a qualidade técnica do Venturus permitem mobilizar recursos de forma rápida para atender e testar soluções na forma de MVPs, em linha com os conceitos Lean e Agile, impulsionadores da Inovação que cada vez mais têm sido foco do Programa de P&D ANEEL”, afirma Paulillo. “Esta, inclusive, é uma das competências do FTI, grupo de suporte para desenvolvimento rápido de conceitos para os clientes do instituto”, diz.

Nesse aspecto, o Venturus se alinha às discussões em curso no setor elétrico, que preveem maior foco em projetos nas fases finais da cadeia de inovação, conforme o Manual de P&D da ANEEL. “Seguramente, trata-se de uma das grandes competências do instituto, que pode transformar projetos de Desenvolvimento Experimental e Cabeça de Série em soluções comerciais e produtos para atender às empresas, gerando resultados para o setor elétrico”, ressalta Frederico Gonçalves, head de Utilities do Venturus.

A decisão por expandir o campo de atuação do Venturus no segmento de Utilities tem mobilizado também o grupo técnico de Inovação do instituto em temas pertinentes ao setor, tais como Cibersegurança, Portabilidade Elétrica, Internet das Coisas, Indústria 4.0 e Transformação Digital. “Como estratégia, queremos levar para o setor elétrico todo o conhecimento, experiências e resultados de P&D e Inovações, como fazemos com empresas de grande porte de outros setores com as quais trabalhamos, entre elas Samsung, Motorola, LG, Siemens, Sony, Epson, Bosch, Canon e Intelbras”, destaca Marcelo Abreu, gerente executivo do Venturus.

Mobilidade e Casa do Futuro

Entre os trabalhos da jovem equipe do Venturus, destaca-se um projeto de P&D ANEEL em Mobilidade Elétrica desenvolvido para a Eneva, empresa brasileira que atua nos setores de geração, exploração e produção de petróleo e gás natural e comercialização de energia elétrica. “Trouxemos para o setor uma plataforma que viabiliza transações de recarga para veículos elétricos de maneira simples, segura e digital”, conta Gonçalves. “Com este projeto nos alinhamos a uma tendência que já é realidade em alguns países europeus e, sem dúvida, chegará ao Brasil”, diz.

Internamente, o grupo de Inovação do instituto vem desenvolvendo um conjunto de soluções com o projeto Casa do Futuro. Aplicadas à iluminação, climatização, segurança, conectividade, comunicação, utilização de equipamentos domésticos, as inovações levam em conta a geração, a gestão inteligente e o armazenamento de energia, entre outros fatores. Voz e dispositivos comandam a casa inteligente do Venturus.

De acordo com Gilson Paulillo, tanto o projeto de Mobilidade Elétrica quanto a Casa do Futuro são exemplares da competência do instituto para atender às demandas do setor elétrico. “São soluções e produtos no conceito Beyond The Meter, em Mobilidade, Eficiência Energética, Sensoriamento e Automação de Redes, além de toda a gama de soluções para endereçar valor ao grande volume de dados disponíveis nas empresas”, destaca o consultor da área de Desenvolvimento de Negócios do Venturus.

Uma das parcerias estratégicas do instituto envolve a Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). A partir de um acordo firmado com a universidade, profissionais do Venturus coorientam trabalhos acadêmicos, com destaque para os estudos voltados à Energia. Um dos trabalhos em curso desenvolve algoritmos de recarga inteligente para veículos elétricos em empresas e condomínio empresariais.

Além da contribuição universitária, o projeto Casa do Futuro está buscando parcerias entre as empresas para desenvolvimento de soluções em mobilidade elétrica e geração distribuída. Nesse sentido, a equipe do Venturus prospecta uma residência que gere sua própria energia por meio de painéis solares, utilize os veículos elétricos dos moradores para armazenar energia (conceito conhecido com V2G ou V2H) e disponha um sistema inteligente que auxilie os habitantes a usar toda a infraestrutura da casa com otimização de recursos e redução de custos.

Atualmente, o Venturus está à frente de 72 projetos com grandes empresas da área de TIC e energia. Conta com um corpo técnico de 330 profissionais altamente capacitados, parcerias estratégicas com universidades, a exemplo da PUC-Campinas, e hubs de inovação. O faturamento previsto para este ano é de R$ 72 milhões. O instituto se beneficia de recursos incentivados (Lei da Informática, Lei do Bem e P&D ANEEL) ou capital privado para cocriar soluções inovadoras em parceria com os clientes.

Mais sobre o Venturus

Há 25 anos, o Venturus foi criado pela Ericsson. Inicialmente com o nome de Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento em Informática e Automação (Informat), o Venturus adquiriu identidade própria, transferiu-se para Campinas (SP) e ampliou sua participação no mercado internacional.

Como referência em pesquisa, desenvolvimento e inovação no Brasil, o Venturus trabalha com empresas globais de tecnologia nas áreas de telecom, manufatura, saúde, água e energia, meios de pagamento, automotivo, entre outros setores.

Os 340 funcionários do instituto são especializados em desenvolvimento de software, hardware e soluções tecnológicas inovadoras. A empresa está instalada no Polo II de Alta Tecnologia de Campinas.

Entre 1.115 companhias, o Venturus foi avaliado como uma das 22 empresas mais humanizadas do Brasil. A pesquisa tomou por base os seguintes pilares: propósito elevado e valores compartilhados para todas as partes envolvidas, trazendo valor para a sociedade como um todo, liderança e cultura conscientes. A avaliação também levou em conta critérios como a geração de valor financeiro da empresa, a sustentabilidade e o bem-estar social.

SAMSUNG

Supermercados adotam aplicativos de ofertas para impactar consumidores durante a quarentena

DMCard disponibiliza uma tecnologia que substitui os tabloides impressos e auxilia o varejo a dar mais um passo na corrida para inclusão digital que foi acelerada pelo isolamento social

Desde o início das recomendações de isolamento social, uma parcela do varejo tem acelerado sua entrada no meio digital. Um desses setores é o supermercadista que, além do e-commerce, tem buscado outros meios de trazer benefícios aos seus clientes que preferem fazer as compras presencialmente. Uma dessas ferramentas são os aplicativos de ofertas para smartphones que substituem os tabloides impressos. A DMCard disponibiliza essa tecnologia às suas redes parceiras e viu crescer muito a busca pela implantação nas lojas e também o uso pelo cliente final para planejar suas compras.

Mais de 100 mil usuários já se inscreveram na plataforma e puderam contar com mais de 2 mil campanhas (uma campanha pode conter diversos produtos em oferta). No momento, a administradora de cartões de crédito e especialista em varejo e sistemas de pagamento trabalha no desenvolvimento de novos aplicativos para 14 redes supermercadistas. Até abril, eram 28 redes que adotavam a ferramenta, ou seja, em um curtíssimo espaço de tempo o crescimento será de 50%.

“O aplicativo de ofertas é algo comum nas gigantes do varejo. O que podemos observar agora é uma corrida das pequenas e médias redes na busca por essa tecnologia. Além de acelerar o processo de digitalização dos serviços, ao oferecer ao seu cliente os mesmos benefícios que os grandes players, esse varejista empodera-se na concorrência pelo bolso do consumidor em um momento importante, quando os gastos se tornam cada vez mais racionais”, explica Sandra Castello, Diretora de Marketing e Pessoas da DMCard.

Estimulado exatamente por este gasto mais racional em um cenário econômico que mostra um futuro tão incerto, que o consumidor acaba buscando melhores preços, e de preferência no varejo de sua vizinhança. De janeiro até o início de maio, o número de usuários ativos dos aplicativos de ofertas em redes parceiras da DMCard cresceu 53 %, passando de pouco mais de 68 mil para quase 105 mil clientes.

“O isolamento acabou atraindo esse consumidor para o supermercado mais próximo de sua casa, o que já acaba beneficiando as redes menores e lojas de bairro. Porém, o preço ainda é um fator importante na decisão de compra e, por isso, o crescimento do interesse nos aplicativos de ofertas cresceu tanto”, destaca Sandra.

Rede Paulistão Supermercados chega a 6,5 mil usuários ativos em 15 dias

No grupo dos que adotaram um aplicativo de ofertas recentemente está o Paulistão Supermercados, uma rede que atua em 20 cidades do interior de São Paulo com 27 lojas. Após apenas 15 dias de atividade do aplicativo de ofertas Meu Paulistão, a rede já contava com 6,5 mil usuários ativando e aproveitando as ofertas disponíveis, já figurando entre as 5 redes parceiras da DMCard com maior número de usuários frequentes. Atualmente, a rede já conta com 12 mil usuários ativos e 14 mil downloads.

“Com a quarentena, nós adotamos algumas ações para ter o menor reflexo possível nas vendas, por exemplo, disponibilizamos a compra à distância pelo WhatsApp. Para conseguir impactar ainda mais nossos clientes, solicitamos a ajuda da DMCard na implantação do nosso aplicativo de ofertas, que batizamos de Meu Paulistão. Com ele, conseguimos criar campanhas, atrair o consumidor à loja e manter sua fidelidade e engajamento conosco”, conta Natanael Fructuoso do Marketing do Paulistão Supermercados.

A tecnologia ainda ajuda o varejo a entender o comportamento de seu consumidor, como também lembra Natanael. “Com o uso do aplicativo ainda conseguimos recuperar informações que seriam impossíveis apenas com o jornal de ofertas. Por exemplo, conseguimos saber se no momento o consumidor está mais sensível ou não ao preço, qual categoria ele tem mais interesse em utilizar cupons de desconto, entre outras informações que podem nos dar suporte nas decisões estratégicas de marketing”.

Como funcionam os aplicativos da plataforma DMOfertas

A plataforma DMOfertas foi desenvolvida para disponibilizar ao varejo a possibilidade de adotar um aplicativo de ofertas próprio e enfrentar sua concorrência de igual para igual, mesmo se esse concorrente for um dos gigantes do setor. Por meio dele, o supermercado impacta seu consumidor com campanhas de preço que, ao serem ativadas, criam um voucher a ser utilizado no ato do pagamento da compra.

O aplicativo é criado respeitando toda a comunicação visual da marca do supermercado que, por meio de um portal totalmente intuitivo, pode elaborar e cadastrar as campanhas de ofertas quantas vezes quiser e sem limite de produtos. Os clientes baixam a aplicação na App Store ou na Play Store, fazem seu cadastro e ativam as ofertas que têm interesse.

DMOfertas-arte

 

Aplicativo DMOfertas que pode ser customizado com a comunicação visual do varejista.

Como o Home Office, BYOD e outras práticas podem influenciar na segurança das empresas

Apesar de muitas já possuírem a prática do home office, poucas sabem o quanto isso pode prejudicar sua segurança e governança de dados

Em tempos de pandemia do COVID-19 muitas empresas se viram na obrigação de aderir a novas práticas de trabalho, oferecendo opções remotas para que seus colaboradores pudessem exercer suas funções diretamente de casa. Apesar de muitas empresas já possuírem a prática home office antes mesmo da pandemia, poucas sabem o quanto as modalidades digitais de trabalho podem influenciar na segurança e governança de dados da companhia.  

Uma recente pesquisa realizada pela Deloitte, em parceria com a  IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, atesta que os maiores desafios das empresas nos últimos anos foi fortalecer a gestão dos riscos estratégicos e cibernéticos. Das 165 empresas ouvidas durante a pesquisa 83% indicaram que os perigos relacionados a gestão de riscos e ataques cibernéticos são gerenciados com um grau moderado ou baixo em sua organização. Quase a metade, 46% dos entrevistados, destacaram estarem em estágios mais básicos dessa gestão dentro de suas empresas. 

Os dados acima são extremamente alarmantes, visto que somentes nos três primeiros meses de 2020 o Brasil sofreu mais de 1,6 bilhão de tentativas de ataques cibernéticos, segundo dados coletados pela Fortinet, companhia especializada em produtos e serviços de cibersegurança. Além disso, a empresa divulgou que houve um aumento de 131% na incidência de vírus no mês de março deste ano, comparado ao mesmo período do ano passado. 

Por isso, as práticas de trabalho digital como o home office e a BYOD, “bring your own device” (traga seu próprio dispositivo), surgem com uma carga de responsabilidade grande sob os ombros do gestores de TI das empresas: a segurança e integridade dos dados. Afinal, como garantir a integridade dos acessos realizados pelos funcionários, fora do ambiente de trabalho, sem que nenhum dado da empresa seja exposto? Como ter governança sob estes dados?

Para Edilson Silveira, CTO da empresa de cloud Winov, este problema tem sido um desafio para as empresas, mas que pode ser facilmente resolvido. “Falar de uma solução de virtualização de desktops pode parecer clichê, mas nem sempre as soluções mais óbvias passam pelas nossas mentes em um momento de urgência, como aconteceu com diversas empresas que não estavam acostumadas às práticas de trabalho digital e tiveram que colocar vários funcionários em regime de home office, da noite para o dia, devido a pandemia de COVID-19”, ressaltou Edilson. 

Por isso, mesmo em meio a pandemia, a Winov criou um produto de virtualização de desktops para ajudar clientes e funcionários, visto que a empresa também passou a aderir a prática. “Tivemos que pensar em uma solução para nossos funcionários e clientes em menos de uma semana, pois quando o isolamento começou diversos clientes nossos vieram desesperados nos procurar, porque iriam colocar seus colaboradores em home office e não sabiam como fazer isso. Assim criamos uma plataforma de virtualização de desktop que fornece tudo o que o funcionário precisa em um painel web exclusivo, em HTML 5, o que facilitou até mesmo para nosso time interno trabalhar de casa”, enfatizou Edilson. 

Com uma solução de desktop virtual, a empresa que aderir às práticas de trabalho virtual poderá entregar um ambiente simples e preparado para seus colaboradores trabalharem da melhor maneira, com todas as aplicações, programas e dispositivos que precisa. Além disso, por meio da ferramenta a TI da empresa consegue controlar todas as políticas de segurança que são aplicadas ao ambiente em que os programas e aplicações que os funcionários utilizam estão instalados. “Assim, com o auxílio de uma ferramenta de virtualização de desktops, as empresas podem liberar definitivamente as mais diversas práticas de trabalho à distância, visto que todas as políticas de segurança e governança de dados podem ser controladas sem problema algum”, finaliza Edilson.

unnamed

Foto: Divulgação

A Covid-19 impulsionou crescimento de 238% em ataques cibernéticos contra bancos

A crise global causada pelo Coronavírus facilitou os ciberataques aos sistemas bancários e intensificaram o monitoramento e controle de sistemas

A urgência pelo isolamento social e a necessidade do trabalho remoto como forma de evitar a propagação da Covid-19, têm provocado uma onda adicional de ataques cibernéticos ao sistema financeiro em todo o mundo.  Os sistemas de segurança passaram a ser um dos principais alvos dos hackers e já totalizam um aumento de 238%.

No Brasil, mais de 90% dos bancos tiveram de adotar o formato de trabalho remoto e, desde então, passaram a enfrentar tentativas diárias de ciberataques, especialmente por malwares. Dados do VMware Carbon Black indicam que quase 27% de todos os ataques virtuais são direcionados à bancos ou instituições de saúde.

De acordo com pesquisa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o setor financeiro investe cerca de R$ 2 bilhões anuais para garantir a confidencialidade de dados dos clientes e sua estrutura de segurança da informação.

Segundo a Allot, fornecedora líder de soluções inovadoras de inteligência e segurança de rede para provedores de serviços em todo o mundo, com a pandemia as técnicas dos hackers estão sendo aperfeiçoadas, elevando a necessidade de monitoramento e controle de sistemas. Entre eles estão o uso de engenharia social – que é equivalente à 80% dos golpes no mercado – e táticas mais avançadas para explorar não apenas o fator humano, mas também elos fracos de processos e tecnologias em uso pela cadeia de suprimentos.

Além disso, o uso das famílias de malware Kryptik e Emotet se tornou frequente, assim como a utilização de Obfuse, CoinMiner e Tiggre. Ataques de Ransomware contra o setor financeiro também aumentaram cerca de 9 vezes desde o início de fevereiro até o final de abril de 2020, e tentativas de destruição, não apenas roubo de informações, vêm se tornando mais comuns.

As novas formas de ciberataque vão desde a reedição do antigo phishing, que aumentaram 44% entre fevereiro e março deste ano e que agora utilizam a Covid-19 como tema, até o crime do motoboy, com abordagens mais sofisticadas e perigosas.

De acordo com Thiago Souza, responsável pela operação da Allot no Brasil, “Analytics, biometria, cartão virtual, QR code e notificações via aplicativo são as principais tecnologias usadas para combater as fraudes, além da essencial conexão criptografada VPN (Virtual Private Network) entre colaborador e empresa, para impedir que terceiros visualizem a transmissão de dados. É importante que todas as organizações – provedores de serviços financeiros, em particular – permaneçam vigilantes diante dessas ameaças em evolução”, explica.

Super Troco estimula doação de pontos para apoio no combate ao coronavírus

Pontos acumulados na campanha SuperAção serão utilizados na aquisição de cestas básicas para famílias carentes e EPI´s – máscaras e protetores para profissionais da saúde nos hospitais

Por meio da campanha SuperAção, a Super Troco convoca consumidores a participarem do apoio solidário na luta contra o COVID-19. Uma iniciativa que envolve o estímulo à doação de pontos acumulados e que vão expirar, os quais serão utilizados para a compra de cestas básicas distribuídas às famílias carentes impactadas pelo isolamento social, além de EPI´s – máscaras e protetores faciais para profissionais da saúde.

Doações de pontos Super Troco acumulados para instituições sociais já eram uma das formas possíveis de troca, além do resgate por produtos e serviços. A diferença da SuperAção é que, a partir de agora, a Super Troco também colabora. Além da startup assumir o desafio de incentivar a participação dos clientes e de coordenar a destinação dos recursos, juntamente com a rede de estabelecimentos parceiros, parte de sua receita neste período também será destinada para complementar o total do volume arrecadado.

“Somos uma startup jovem, no entanto, com valores sólidos e a missão de transformar a vida das pessoas. Por esse motivo, tivemos a ideia de convocar o apoio dos nossos clientes e juntos reunirmos o maior número de doações. Os pontos doados pelos consumidores e pela Super Troco durante o período da campanha serão acumulados em uma conta especial com saldo repassado para aquisição das cestas básicas a instituições beneficentes e os kits de EPI’s para uma casa de saúde. Os consumidores que fizerem sua doação poderão ainda optar em qual dos benefícios seus pontos serão utilizados, e as instituições beneficiadas serão divulgadas em nossos canais de comunicação.”, explica Rodrigo Doria, CEO e fundador da Super Troco.

As instituições que poderão receber os itens são Hospital de Amor (ex-Hospital de Câncer de Barretos), GACC (Grupo de Assistência à Criança com Câncer do Vale do Paraíba), Santa Casa de Piracicaba (SP), Santa Casa de Misericórdia de Jales (SP) e Associação Centro Social Estrela Dalva (PA).

Pontos acumulados podem ser doados para a campanha

Para participar, basta o usuário entrar em sua conta no portal www.supertroco.com.br ou pelo aplicativo para smartphones “Doe Pontos Super Troco”, acessar a opção de resgate de pontos e optar pela doação à SuperAção. Ao realizar essa transação, o doador ainda poderá escolher qual será a destinação de seus pontos: compra de cestas básicas ou EPI´s- máscaras e protetores faciais para profissionais da saúde em atividade nos hospitais.

Modelos-cesta-basica

Anatel divulga orientações para operação de pequenos satélites radioamadores

unnamed

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicou nova página no portal dedicada aos interessados em operar Pequenos Satélites Radioamadores. Segundo a Agência, a tendência é de ampliar o número desses equipamentos, a partir dos custos reduzidos de fabricação e de lançamento.

A nova página é um guia aos interessados, principalmente instituições de ensino e de pesquisa, na obtenção da autorização necessária para operar os Pequenos Satélites Radioamadores. Estão disponíveis o manual com orientações sobre requisitos regulatórios e os formulários necessários para submeter a rede de satélite à União Internacional de Telecomunicações (UIT).

Para autorizar o uso de Pequenos Satélites Radioamadores, é preciso cumprir:

· Procedimentos nacionais: envolvem somente a Anatel e incluem a necessidade de Certificado de Operador de Estação de Radioamador (COER), autorização de serviço e licenciamento de estação terrena. Os procedimentos estão descritos no Manual disponibilizado, assim como as taxas relativas a Autorização de Serviço, Direito de Uso de Radiofrequência (PPDUR) e Taxa de Fiscalização de Instalação (TFI).

· Procedimentos internacionais: aplicáveis somente em casos de satélites radioamadores brasileiros, envolvem órgãos como Anatel, UIT e a Agência Espacial Brasileira. Não há taxas específicas para os procedimentos internacionais realizados por estes órgãos, desde que as características da rede brasileira se enquadrem no escopo definido pela UIT para o serviço radioamador por satélite.

O Brasil possui seis registros ativos de satélites não geoestacionários do tipo radioamador. O mais recente a entrar em órbita foi o Floripasat-1, da Universidade Federal de Santa Catarina, no final de 2019.