Embracon promove Hackathon para estimular a educação financeira em meios digitais

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 A Embracon, empresa especializada em consórcio, promoverá nos dias 1 e 2 de junho, na sede da administradora, a primeira edição do Hackathon Embracon. O evento tem como objetivo reunir desenvolvedores e profissionais que atuam em startups e fintechs para uma competição entre times multidisciplinares. Eles terão o desafio de construir soluções tecnológicas de alto valor, com foco em melhoria dos serviços de consórcio, em um curto espaço de tempo.

O tema do primeiro desafio será: “Como prover educação/consultoria financeira através de meios digitais”. Os participantes terão que criar soluções inovadoras utilizando a tecnologia como motor para fomentar a educação financeira relacionada à Consórcios em diferentes canais (internet, aplicativos, vídeos, mensagens instantâneas, redes sociais, bots, realidade aumentada, podcasts, etc).

Serão 30 horas ininterruptas de desenvolvimento e, ao final, cada grupo fará um pitch (venda da solução) para uma banca avaliadora. A proposta que conquistar o primeiro lugar receberá um prêmio de 5 mil reais.

“O Hackaton é uma ótima oportunidade de ampliar a visão transformadora dentro da organização, pois estamos estimulando a criatividade, a discussão de novas ideias e todos os lados saem ganhando”, destaca Vanessa Dutra, gerente de Inovação da Embracon. “O desenvolvimento de novas soluções nos transforma em uma empresa mais ágil e preparada para lidar com os desafios da busca por resultados”.

As inscrições estão abertas e podem ser realizadas de forma gratuita até o dia 28 de maio. Os interessados devem se cadastrar pelo site: www.sympla.com.br/hackathondaembracon
PREMIAÇÃO

1º Lugar – R$ 5 mil.

2º Lugar – R$ 3 mil.

3º Lugar – Curso de NeuroUX da Khanum Consultoria.

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Fintech dobra de tamanho e conta com o apoio da Mandic Cloud para gerenciar ambiente na nuvem

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Há pouco menos de um ano, a KOIN, fintech de meios de pagamento que viabiliza compras no boleto parcelado, viu sua equipe de 35 funcionários dar um salto para 70 pessoas e todas as áreas da empresa enfrentarem o mesmo desafio: suportar a estratégia de crescimento com o uso de tecnologia e inteligência de mercado. Para isso, foi necessário rever processos internos e investir em um projeto de automação dos ambientes gerenciados na nuvem da Amazon Web Services (AWS). “Contamos com o apoio de profissionais altamente capacitados da Mandic Cloud Solutions para seguir com o plano de ser o meio de pagamento mais simples, rápido e seguro do mercado”, afirma Marcos Mello, gestor de TI da KOIN.

O principal impacto do trabalho iniciado em outubro de 2018 pela empresa especializada em gestão de cloud corporativo, Mandic Cloud Solutions, foi entregar uma infraestrutura totalmente flexível, segura e escalável que atendesse à nova etapa de amadurecimento da cultura digital da empresa que completou seis anos. “Nós ‘desburocratizamos’ alguns processos da KOIN para ajudá-la a fornecer uma boa experiência na interface com a plataforma que é apresentada ao cliente final”, explica o scrum master Mauricio Nakabayashi da Mandic Cloud.

Para o executivo Marcos Mello, a análise do ambiente de TI, a consultoria e as estratégias de Devops implementadas ao longo do projeto já se converteram em benefícios para o negócio. “Observamos uma melhoria do tempo de resposta durante a análise de crédito que fazemos com nossos clientes que agora é de quatro segundos, além da diminuição no tempo para criação de novos ambientes, que era de até uma semana e agora pode ser feito em até quatro horas, e a realização de deploys, processo que envolve as definições sobre o lugar em que ficará determinada aplicação, que acontece em segundos sem a intervenção manual”, esclarece.

O projeto, que já teve a primeira fase concluída com a utilização de ferramentas como Terraform e Ansible para automação dos ambientes na nuvem e Jenkins e Maven para automação de deploys, está na segunda etapa que deverá ser concluída ainda neste mês de março. “Seguimos um fluxo contínuo de entregas, baseado em um modelo de desenvolvimento que permite fazer implantações rápidas e constantes, sempre que necessário, alinhados a uma gestão ágil”, diz Nakabayashi.

No total, foram necessários o envolvimento de 10 profissionais, sendo 4 do time interno da KOIN e os demais especialistas da Mandic Cloud que atuaram direta e indiretamente em equipes técnicas e de negócios, organizados por funções multidisciplinares e autônomas para arquitetar, implantar, gerenciar e operacionalizar o projeto. “A parceria com a Mandic Cloud vai além, pois a empresa nos ajudou trazendo conhecimento técnico sobre as melhores práticas de mercado, além de termos participado de tech talks para troca de experiências com os profissionais da empresa”, complementa Mello.

Atualmente, a KOIN possui uma base de 250 mil clientes e já realizou mais de 500 mil transações desde que foi criada. Em janeiro de 2018, a fintech recebeu um aporte no valor de R$ 15 milhões da Corporação Financeira Internacional (IFC), membro do Grupo Banco Mundial.

22ª Conferência Anual da ASUG tem a participação da FH

22a Conferência Anual da Asug 2019 - divulgação

A Conferência Anual da ASUG, principal evento de premiação da comunidade SAP, que será realizada no dia 9 de abril (terça-feira), em São Paulo, em mais uma edição terá a presença da FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócio e software. O evento, que está em sua 22ª edição, contará com duas palestras da FH, sendo a primeira – “NFS-e, Retenções e o que mudou com a EFD-Reinf 2.0”. A apresentação será conduzida pelo Gerente de Novos Desenvolvimentos do GUEPARDO, Marcelo Diogo Passaglia, e pelo Gerente de Pré-Vendas da FH, Calixto Herkert.

Essa é uma oportunidade para as empresas ficarem por dentro das mudanças aprovadas na versão 2.0 dos leiautes da EFD-Reinf, conforme publicação do ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 10, de 7 de março de 2019. Durante a palestra, marcada para às 15h30, os profissionais da FH também vão detalhar o que será exigido pela Receita Federal (RFB) – para os eventos ocorridos já a partir da competência de janeiro de 2020 – e como se preparar para o atendimento em ambientes SAP ECC, S/4HANA, TDF e ACR. Os participantes ainda conhecerão ferramentas e dicas práticas para realizar um bom projeto.

A segunda palestra, às 16h30, ministrada por  Sandro Stanczyk, Diretor da Unidade Technology, “FH Data Protect by SAP Customer Data Cloud”, abordará a publicação da LGPD, um importante marco para o mercado brasileiro no tratamento de dados pessoais. Independente do porte ou segmento, as empresas precisam se preocupar se seus processos estão em conformidade com a legislação, entender o que muda e como se adequar à nova lei de proteção de dados.

A Conferência Anual ASUG possibilita que os profissionais de diferentes áreas obtenham conhecimento, por meio da troca de experiência e conteúdos apresentados.  Neste ano, os temas que terão destaque serão: Blockchain, Transformação Digital, principais tendências de TI e assuntos relacionados ao ecossistema SAP.

Projetos FH nas áreas de Direito e Agronegócio concorrem a mais um ASUG Impact Awards

Os projetos de implementação SAP feitos pela FH no Demarest, um dos mais conceituados escritórios de advocacia do Brasil, que está entre os maiores da América Latina, na Belagrícola, uma das maiores provedoras de soluções para o produtor, e na JMacêdo, que atua na moagem de trigo, concorrem nesta edição da Conferência a mais um ASUG Impact Awards.

Os projetos são cases de sucesso que, por meio da transformação digital, modificaram a rotina de trabalho e de negócios de ambas empresas. Ao implementar o SAP S/4HANA, a Solução Fiscal GUEPARDO e o AMS suite (suporte pós-implementação), o Demarest unificou todas as informações em um mesmo banco de dados, trouxe respostas precisas e proporcionou mais segurança e eficiência interna.

“Inovação e pioneirismo na era digital – Implementação SAP S/4HANA” foi o primeiro case de SAP S/4 HANA em um escritório de advocacia no mundo. O ERP de última geração da SAP era a única ferramenta que oferecia informações analíticas com relatórios precisos, que embasassem as tomadas de decisões dos gestores.

No caso da Belagrícola, o projeto Everest uniu a tecnologia à simplicidade do campo. Após a implementação do SAP S/4 HANA, a empresa que é considerada um dos maiores players do agronegócio brasileiro, ampliou suas atividades para o mercado internacional, reforçando seu DNA: inovação, paixão e parceria.

Além da implementação do SAP S/4HANA e da Solução Fiscal GUEPARDO, o projeto Everest contou com uma solução de gerenciamento e governança de dados – SAP MDG (Master Data Governance) e uma ferramenta de análise quantitativa de previsões, relatórios financeiros e orçamentos – SAP BPC (Business Planning & Consolidation).

O projeto “Nova Solução Fiscal: GUEPARDO favorece a eficiência operacional e excelência nos processos da J.Macêdo”, que se transformou em mais um case de sucesso da FH, também está concorrendo ao ASUG Impact Awards.  Inicialmente, 99% das atividades de conciliação e apuração da J.Macêdo eram realizadas de forma manual, neste sentido, um dos objetivos da implementação do GUEPARDO era modernizar as práticas de gestão de tributária da empresa, criando novos modelos de eficiência operacional. Ao final do projeto, os ganhos foram: a redução de custos e centralização das soluções fiscais e contábeis em um mesmo software; otimização dos processos de gestão tributária; alto processamento de dados, mitigação de riscos de segurança da informação e integridade de dados.

O prêmio ASUG Impact Awards avalia projetos desenvolvidos por empresas de tecnologia que possuem originalidade, melhores práticas, inovação, além de trazer melhorias no nível de serviço das corporações. A FH já foi reconhecida com prêmio de melhor projeto do ano no ASUG Impact Awards em 2017, 2016, 2014 e 2011, segundo lugar em 2018, e terceiro lugar em 2016 e 2015.

Cases premiados em outras edições

2018 – 2º Lugar – Case DPaschoal – “Projeto SAC 3.0 – Como a venda assistida revolucionou a experiência dos clientes da DPaschoal.

2017 – 1º Lugar – Case Braskem – “BM Eletrônico – Boletim de Medição Eletrônico”.

2016 – 1º Lugar – Case DPaschoal – “Projeto CRM 2.0”.
2016 – 3º Lugar – Case Aché – “Aché Runs´s SAP HANA – O caminho para a transformação digital”.

2015 – 3º Lugar – Case Arezzo – “Gestão da cadeia de suprimentos no setor de moda com AFS e EWM for Fashion”.

2014 – 1º Lugar – Case Ourofino Agronegócio – “Projeto Avance – Um novo patamar tecnológico para a Ourofino”.

2011 – 1º Lugar – Case Grupo Boticário – “Gestão de categorias e sortimentos em uma plataforma de varejo”.

Serviço:

22ª Conferência Anual da ASUG/ Prêmio ASUG Impact Awards

Palestras “NFS-e, Retenções e o que mudou com a EFD-Reinf 2.0″ (15h30)| “FH Data Protect by SAP Customer Data Cloud” (16h30)

Data: 9 de abril de 2019

Horário: 15h30 e 16h30

Local: Hotel Pullman (Sala São Paulo A) – Vila Olímpia – São Paulo (SP)

Empresas de cobrança investem em tecnologia para ampliar taxa de recuperação de dívidas

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Mais de 63 milhões de pessoas passaram o ano endividadas no Brasil, com pagamentos atrasados, utilização de créditos bancários e outras dívidas que negativaram seus CPFs, dificultando a obtenção de crédito. O cenário ainda deve se agravar no começo do ano, época na qual tributos como IPTU e IPVA devem ser pagos. Conforme levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), apenas 9% dos brasileiros dizem ter condições de quitar com essas obrigações financeiras.

Para facilitar a negociação e quitação de dívidas, empresas do mercado de cobrança começam a oferecer aos clientes tecnologias já consolidadas no varejo. O objetivo é aumentar os índices de recuperação, reduzindo o prejuízo das empresas e devolvendo aos consumidores o acesso ao crédito e o “nome limpo”. As apostas da PGMais, empresa de soluções tecnológicas para o mercado de cobrança, são a oferta de navegação gratuita (sem consumo do pacote de dados), gateway de pagamento (amplamente utilizado por e-commerces) e vídeo-mensagens, tecnologias utilizadas com sucesso e bons resultados pelo varejo. “Essas novas tecnologias são importantes porque facilitam o acesso aos dados e também oferecem novos canais de relacionamento e formas diferenciadas de pagamento”, explica Paulo Gastão, CEO da PGMais.

Com esse intuito, a PGMais desenvolveu uma plataforma modular de soluções e serviços para o mercado de cobrança. Uma delas é o portal de negociação, que disponibiliza um completo sistema de auto-negociação no mesmo ambiente, tendo como desfecho a possibilidade de o cliente pagar o débito por meio de um sistema de pagamento eletrônico, o PGPay. “A proposta é similar ao que é ofertado por marcas como PayPal e PagSeguro, com a disponibilização parametrizada de meios de pagamento e parcelas. E tudo isso ofertado em um ambiente seguro”, adiciona o CEO.

Outra novidade desenvolvida pela empresa é a navegação gratuita pelos portais de negociação, chats e páginas da web, o que deve facilitar a quitação de boletos e faturas. Como a maior parte das linhas telefônicas móveis são pré-pagas (58,42%, conforme dados da Anatel), Gastão comenta que o acesso gratuito às ofertas de crédito pode impactar positivamente na taxa de conversão de uma marca. “Quem conseguir levar essas informações ao consumidor sai na frente. Um estudo realizado pela Deloitte mostrou que em torno de 80% dos brasileiros estouram seus pacotes de dados. Quando são oferecidas maneiras alternativas para evitar essa situação, as chances do usuário entrar em contato e, consequentemente, realizar uma negociação aumentam”, afirma o executivo.

Área de cobrança também aposta na atratividade dos vídeos

Segundo a Global Mobile Consumer Survey, realizada pela Deloitte em 2018, a visualização semanal de vídeos por smartphones aumentou. Os vídeos compartilhados pelas mídias sociais ainda são os mais acessados, mas o consumo de formatos mais longos registrou crescimento no último ano. De olho nessa tendência, foi criado o Play, serviço que oferece vídeos com dados variáveis e personalizados, que podem ser enviados por multicanais. A proposta é levar as informações de cobrança de maneira leve, rápida e interativa para o usuário.

“É preciso, cada vez mais, entender qual a melhor forma de se relacionar e interagir com o cliente. Oferecer soluções que facilitem a negociação certamente trará impactos positivos nas taxas de recuperação de crédito porque são tecnologias que devem ter boa receptividade junto aos consumidores. E as empresas que conseguirem chegar antes nesses clientes, devem ser as primeiras a recuperar os valores atrasados, melhorando assim seus resultados”, analisa Gastão.

Mercado brasileiro ganha nova operadora: NLT

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O mercado brasileiro acaba de ganhar uma nova operadora de telecomunicações, a Next Level Telecom –NLT. Como operadora autorizada pela Anatel, a NLT utilizará infraestrutura de rede da Vivo, presente em mais de 4,4 mil municípios do Brasil, para prestar serviço a seus Clientes. A NLT entra em operações oficialmente no dia 2 de abril de 2019.
O principal foco de mercado da NLT é viabilizar a comunicação entre máquinas (M2M), a automação de processos e os mais variados recursos da Internet das Coisas (IoT). Para firmar seu papel de referência na evolução deste mercado, a empresa vai investir em desenvolvedores e integradores de soluções, além de apoiar instituições de pesquisa e ações de polos tecnológicos e universidades. A previsão é de um investimento total na ordem de R$ 50 milhões, nos primeiros cinco anos de operação.
O objetivo é contribuir com a transformação digital, promovendo ações de inovação que resultem em mais desenvolvimento do mercado brasileiro de IoT. “Trabalhamos para ampliar a oferta dos serviços de telecomunicação, sempre com mais qualidade e diversidade de aplicação”, afirma Adalmir Assef, CEO da NLT. “Surgimos para estimular empreenderores a alcançar melhores resultados, aumentar a produtividade das empresas, favorecer o lançamento de produtos cada vez mais inovadores e tornar as cidades cada vez mais inteligentes, de modo a sempre melhorar a qualidade de vida das pessoas”.
O primeiro produto que a NLT já oferece ao mercado é conexão de grande qualidade e alta estabilidade, em qualquer lugar do país, emcondições acessíveis, via diversos tipos de SIM Card, com conexões 2G, 3G e 4G. A empresa também vai investir continuamente no desenvolvimento de recursos de conexão de baixo consumo de energia e longa durabilidade de bateria, de modo a universalizar sua aplicação. No momento, a NLT já está se preparando para, em um futuro muito próximo, trabalhar com outros recursos ainda a ser lançados no Brasil, como eSIM e redes NB-IoT.
Controlada pela holding Batista Leite, fundadora da Link Solutions, empresa especialista em comunicação móvel e IoT que foi vendida para a americana Transaction Network Services (TNS), a NLT inicia suas atividades no melhor momento do mercado. Ao mesmo tempo em que hoje se pode contar com maior diversidade de produtos conectados e melhor infraestrutura de cobertura de rede, o mercado brasileiro já sinaliza com demanda crescente pelas TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação), com perspectiva de crescimento exponencial em um futuro próximo. Com equipes próprias de atendimento, projetos, engenharia, billing e pós-vendas, a NLT está preparada para atender todas as demandas de conexão de empresas, indústrias, organizações sustentáveis e governos, em áreas como saúde, indústria 4.0, agronegócio e cidades inteligentes.
Para atender às necessidades deste novo e exigente mercado, a NLT oferece agilidade e flexibilidade, com atenção dedicada à especificidade de cada Cliente. Práticas sustentáveis estão na base de fundação da NLT, o que resulta sempre em relações transparentes com seus clientes, com soluções sob medida e, consequentemente, maior funcionalidade. Ao mesmo tempo, a alta segurança de todos os processos é outro ponto forte, com a totalidade dos dados criptografados e trafegados sem nenhuma interferência humana. Um centro de monitoramento geral de redes, com ampla visão de toda á arvore de conexões, permite monitoramento contínuo de qualidade, com sistemas próprios, links de dados redundantes, servidores em data centers também redundantes, com separação geográfica, em padrões muito acima do mercado.Assim, a NLT surge como opção ideal para toda a cadeia de valor, desde os fabricantes e integradores até os Clientes finais.

Parque multi sensorial 6D proporciona estimulação cognitiva e motora em crianças autistas

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A startup sul-mineira Neurobrinq, incubada no Instituto Nacional de Telecomunicações – Inatel, participa de 1 a 7 de abril do TEAbraço 2019, em Ribeirão Preto. Durante todo o evento, o iUP 6D Parque Multi Sensorial estará dentro do Espaço Jujuba no Shopping Iguatemi. Nesta oportunidade os participantes do evento poderão conhecer de perto esta novidade nas terapias. O TEAbraço tem a proposta de disseminar informações e novos conhecimentos sobre o universo autista.

A Neurobrinq produz inovações tecnológicas voltadas para a estimulação sensorial, cognitiva e motora de crianças na primeira infância. A startup integra soluções, aplicativos e dispositivos com base em IoT (Internet das Coisas) além de possuir visão para gerar ferramentas para ajudar, clínicas e profissionais da educação e saúde.

O iUP 6D Parque Multi Sensorial atua com um painel sensorial tátil, piscina de bolinhas iluminada, colunas de borbulhar que alteram de cor, parede de escalada formada por letras do alfabeto e dispositivos sensoriais que simulam vento, chuva, bolhas de sabão, cores e aromas. A inovação está em um software que comanda tudo isso, possibilitando que o teurapeuta controle os equipamentos de acordo com a necessidade de cada criança ou grupo.

O sistema tem ainda uma funcionalidade de adicionar efeitos sensoriais em filmes, uma simples atividade de assistir um conteúdo com uma experiência envolvendo os sentidos e a emoção.

Parques já instalados

No início de 2019, a Neurobrinq inaugurou um parque multi sensorial em Mossoró-RN, na clínica da Dra. Ana Katarina Gurgel, que é psicóloga infantil, especialista no tratamento de crianças portadoras de TEA e outros transtornos de neurodesenvolvimento.

Em menos de um mês após a inauguração da sala, que tem como objetivo integrar as terapias da equipe multidisciplinar aliando a tecnologia como ferramenta e solução na integração das informações sensoriais, tornando desta forma as terapias mais assertivas. O primeiro parque multissensorial 6D do Brasil, foi instalado em Fortaleza-CE na Clínica Neuropsicocentro e representa o desenvolvimento de uma ferramenta de trabalho para psicólogos, médicos e terapeutas que atuam com o desenvolvimento de pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Parques sensoriais da Neurobrinq

São Paulo – SP (Granja Viana)

Fortaleza- CE

Mossoró- RN

Santa Rita do Sapucaí – MG (parque demonstrativo para novos negócios e de testes de novas tecnologias)

Investimento para abrir um loja virtual é em média R$1 mil, segundo pesquisa

E-commerce

Ter o próprio negócio é o sonho de muitos brasileiros. Só no primeiro semestre de 2018 foram abertas mais de 1,2 milhões empresas – aumento de 10,7% se comparado a 2017. Desse total, mais de 81% delas são MEIs – microempreendedores individuais e a maioria  começou um negócio pequeno, com estoque em casa e atendimento home-office.

Segundo levantamento realizado pela Loja Integrada (www.lojaintegrada.com.br), plataforma para a criação de lojas virtuais mais popular do país, com mais de 870 mil lojas criadas, o investimento inicial para abrir uma loja virtual em 2018 foi de cerca de R$1 mil, se tornando uma opção atrativa para quem quer investir no próprio negócio.

Alfredo Soares, diretor da Loja Integrada e fundador da Xtech Commerce, explica que como os riscos para abrir um negócio online são mais baixos, já que não é preciso ter um ponto comercial, funcionários etc, isso permite que o lojista experimente e arrisque. “Percebemos que a loja virtual começa como uma alternativa de renda – geralmente em paralelo com outro emprego – e, com o crescimento da loja, torna-se o principal negócio. O comércio eletrônico tem atraído muitos empreendedores, já que o investimento inicial pode ser baixo e existe uma flexibilidade na rotina”, explica.

Fintechs ajudam microempreendedor a abrir seu negócio

Um levantamento  realizado pela Simplic (www.simplic.com.br) – primeira fintech a oferecer empréstimo 100% online para pessoas físicas com valores que variam de R$ 500 a R$ 3.500 – revela que mais de 100 mil brasileiros solicitaram e receberam um empréstimo online com o objetivo de abrir o próprio negócio em 2019.

O levantamento foi realizado entre outubro e dezembro de 2018 e analisou mais de 790 mil solicitações de pessoas de todas as regiões do Brasil. No ranking por estados, São Paulo ficou em primeiro lugar, somando mais de 28 mil pedidos de crédito concedidos, seguido pelo Rio de Janeiro, com mais de 12 mil solicitações direcionadas para novos negócios e pelo estado da Bahia, com mais de 7 mil pessoas contempladas. Os dados ainda mostram que 51% das solicitações foram realizadas por homens e 49% por mulheres.