Empresa referência em gestão logística muda o nome e almeja se consolidar no mercado internacional em 2019

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Os empresários Gilson Chequeto, Jean Carlos Pereira, André Jacinto e Felipe Althoff estão à frente da Lincros, que começou a trajetória em 2012 como transpoBrasil e hoje colhe bons frutos após desenvolver o mais completo software de gestão logística do Brasil. A empresa sediada em Blumenau (SC) deu os primeiros passos com um investimento de aproximadamente R$ 750 mil e apenas seis funcionários. Em 2018, após sua segunda rodada de investimentos, cresceu no ano 200% em receita, com 80 clientes ativos e 84 colaboradores.

A evolução constante da companhia instigou mudanças e resultou na criação de metas grandiosas para 2019. Com foco na transformação logística, o novo nome, divulgado esta semana, é o ponto de partida para a empresa que almeja o reconhecimento global investindo ainda mais em tecnologia, mão de obra qualificada e expansão comercial.

O progresso da entidade, que iniciou no mercado como uma startup especializada em auditoria de frete, esteve aliado principalmente ao alto nível tecnológico e às funcionalidades exclusivas oferecidas aos clientes; hoje são mais de nove módulos na plataforma. “Os pontos importantes para uma logística ágil e descomplicada são conectados e integrados em uma única plataforma, com fluxo contínuo, eliminando barreiras e potencializando movimentos”, afirma o CEO da empresa, Gilson Chequeto.

Inovador, o software da Lincros sai na frente por contar com tecnologia de ponta que aprimora o planejamento e a operação logística de embarcadores de todos os portes, impactando positivamente, inclusive, transportadores e demais stakeholders do ramo, com integração a sistemas próprios de gestão empresarial. “A plataforma executa desde a captação de propostas, passando por cotações, escolha dos melhores transportadores e rotas, auditoria, até o acompanhamento por relatório e confirmação mobile de cada entrega”, explica Chequeto. Também é a única do Brasil a ter BID de negociações, com cotação de valores às transportadoras; roteirizador automatizado com cálculos das rotas mais estratégicas e vantajosas, levando em consideração a frota e as próprias vias de acesso, devidas condições de uso e eventuais pedágios; cotação spot; simulações de fretes fracionados e fechados, e instruções de entrega. Além disso, todas as aplicações tecnológicas são utilizadas 100% na nuvem.

Atualmente, a empresa é responsável pela gestão logística das gigantes Fiat, Embraco, Azul Linhas Aéreas, Grendene, HOPE e Karsten. No último ano, a Lincros conquistou 34 novos clientes e obteve 0% de churn – ou seja, não perdeu nenhum cliente ativo. Os números positivos não param por aí. Ao todo, R$ 37 bilhões em notas fiscais foram processadas e R$ 4,6 milhões foram emitidas em 365 dias. A companhia também contabilizou um milhão de destinatários em 2018. O crescimento da receita recorrente foi de expressivos 300% em 2018.

Um ano promissor

Para se consolidar no mercado internacional, a Lincros planeja acrescentar mais funções ao já eficiente Transportation Management Systems (TMS), incluindo gestão de autônomos, controle de disponibilidade de veículos e investimento em design de interface. “Nossa meta é otimizar toda a empresa, desejamos abrir novas vagas estratégicas em todas as áreas, conquistar 90 novos clientes em 2019 e finalizar o ano dobrando a receita recorrente”, ressalta Jean Carlos Pereira, Chief of Technology (CTO) e um dos fundadores da companhia. “A Lincros também pretende criar uma base comercial própria em São Paulo e ampliar a sede em Blumenau (SC), para suportar um time de até 130 colaboradores”, completa o empresário

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Liga Emerging Technologies seleciona seis startups em segundo ciclo de aceleração

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A Liga Ventures, aceleradora especializada em gerar negócios entre startups e grandes corporações, acaba de anunciar as seis escolhidas para participar do segundo ciclo de aceleração do Liga Emerging Technologies, programa de inovação aberta que busca startups que atuam com tecnologias emergentes. Com a participação de empresas como TIVIT, Cartão ELO e Cateno, o programa contou com três etapas de seleção: triagem dos inscritos, entrevistas e pitches. As startups buscadas atuam nos segmentos de Inteligência Artificial e Machine Learning, Biometria e Identidade Digital, e-Wallets e Meios de Pagamento Inovadores, Interação Geolocalizada e Autenticação de Identidade e documentos.

De acordo com Rogério Tamassia, CEO da Liga Ventures, um dos grandes objetivos do Liga Emerging Technologies é ajudar a criar um ecossistema focado na compreensão e antecipação da revolução que as tecnologias emergentes estão trazendo para o mercado. “Para as startups, o programa ajuda a dar visibilidade, alavanca o negócio, expande o networking e facilita parcerias com grandes corporações. Já as empresas podem usufruir da agilidade e do dinamismo das startups para dar uso prático a todas essas novas tecnologias e modelos de negócio que estão surgindo”, explica.

Para Norberto Tomasini, Diretor de Negócios Digitais da TIVIT, “a parceria com startups é uma forma de acelerar a inovação dentro da própria TIVIT. Unir a nossa capacidade de entrega de uma companhia robusta às mais novas, só mostra que estamos preparados para os desafios do futuro”, completa.

Como funciona o programa de aceleração

As startups escolhidas participarão de um programa de quatro meses e receberão mentoria da aceleradora. Além disso, terão contato com profissionais de empresas parceiras e poderão explorar novas sinergias, buscando oportunidades de negócios.

O Liga Emerging Technologies conta com a parceria do Cartão ELO -a bandeira 100% brasileira, que tem cartões em mais de 190 países e territórios -, da Cateno – uma joint venture do Banco do Brasil e da Cielo que atua na gestão de meios de pagamentos -, além da TIVIT – multinacional brasileira de soluções digitais com operações em dez países da América Latina.

Conheça as startups que farão parte do Liga Emerging Technologies

DataH – A startup desenvolve diversos modelos de Inteligência Artificial para empresas. Atua, principalmente, no mercado imobiliário, fornecendo dados para seguradoras, por exemplo. Na área da saúde, criou uma AI para o Hospital do Câncer de Barretos, capaz de ajudar na triagem de câncer de mama.

http://www.datah.com.br

Cosmos Blockchain – Plataforma para registros de processos em blockchain, que possibilita realização de auditoria em todos os documentos e processos de uma cadeia produtiva. https://cosmos.network/

Swipe – A startup Swipe fornece as ferramentas para tornar soluções financeiras mais eficientes. Por meio de redes DLT, a solução permite que PMEs e grandes empresas possam realizar transações seguras.

https://www.swipetech.io/

Sentimonitor – Plataforma de Big Data Analytics para insights estratégicos e comerciais por meio de redes sociais, sites, revistas e jornais, além de análise de riscos e fraudes.

https://www.sentimonitor.com/

Parcele.me – Plataforma que permite criar sistemas de fintechs de forma ágil para grandes empresas. Nossa proposta no programa é a criação de um cartão de crédito que permita o parcelamento de compras no exterior. (http://www.parcele.me)

GetMore – Tecnologia e soluções em fidelização online e offline para empresas do mercado financeiro, benefícios e varejo. Além disso, a ferramenta compara preços, benefícios e promoções on-line.

https://www.getmore.com.br/

STARTUP LEVA TECNOLOGIA PARA O TRANSPORTE CORPORATIVO

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As respectivas experiências nos segmentos de varejo automotivo e business intelligence uniram os executivos Leandro Zillig, Luis Venâncio e Richard Feliciano em torno de uma missão nada modesta – democratizar o acesso à tecnologia entre PMEs que gerenciam ou utilizam transporte corporativo. O trio acaba de criar a 4Fleet, uma plataforma completa de gestão comercial de frotas que atua como um grande CRM, ao permitir o monitoramento em tempo real e a interação entre operadoras, empresas, motoristas e passageiros.

A concepção da ferramenta atende especialmente a interesses de indústrias, organizadoras de eventos, empresas de fretamento, vans e ônibus escolares, hospitais e órgãos públicos, trazendo novos paradigmas nas relações entre operadores de frotas e clientes. “O advento de aplicativos como o Uber e a 99 ampliou ainda mais a demanda por sistemas capazes de precisar a localização do veículo e o tempo de chegada ao destino de interesse. E, no setor de transporte, detectamos uma carência de tecnologias embarcadas que processem automaticamente essas informações”, observa Zillig.

A adesão requer somente um cadastro no portal www.4fleet.com.br, pelo qual o usuário informa os dados dos veículos e da rede de motoristas que gerencia. A partir dessa inscrição, a 4Fleet possibilita registrar a data e hora do transporte, o trajeto percorrido, o deslocamento, a lista dos passageiros e a localização exata do embarque de cada um deles. O acompanhamento também pode ser feito por meio do aplicativo homônimo, disponível em aparelhos Android e iOS.

A ferramenta garante total previsibilidade à operação e torna mais ágil a tomada de decisões, com o apoio de recursos como mensagens SMS para o motorista. “Instituições escolares podem aprimorar o controle sobre o fluxo de seus alunos, enquanto hospitais aperfeiçoam a organização do fluxo de trabalho e das trocas de turnos. Indústrias que reservam veículos para seus funcionários chegarem até a fábrica têm condições de saber, de antemão, quem não embarcou e planejar reposições de mão de obra mais rapidamente”, exemplifica. Outra vantagem é a redução de custos e sinistros.

Plataforma aberta

4Fleet foi desenvolvida sobre a estrutura de uma API – Interface de Programação de Aplicações aberta, o que viabiliza a integração com qualquer sistema de TI administrado pelas empresas clientes, independentemente das linguagens e códigos. Com isso, elas têm acesso ainda mais facilitado a relatórios de CRM completos, que aferem o desempenho da frota e dos condutores de maneira assertiva. Todos os dados são criptografados em um ambiente próprio, o que confere total segurança ao processo.

“Ao cruzarmos indicadores referentes ao tempo de deslocamento, à velocidade média e ao consumo de combustível, é possível concluir se o comportamento do motorista ao volante está adequado, se há algum desvio de finalidade do veículo ou se alguma avaria compromete a performance do automóvel”, reforça o executivo. O tempo de ociosidade do carro também pode fornecer subsídios concretos para avaliar se o tamanho da frota é compatível com sua utilização.

Todas essas respostas proporcionam ainda uma gestão mais efetiva dos recursos humanos das empresas. “Elas podem elaborar uma campanha de incentivo que ofereça prêmios aos motoristas mais pontuais e responsáveis. Na hipótese de a frota ser destinada ao departamento comercial, pode-se comparar os resultados de vendas com o deslocamento dos carros”, complementa.

Pacotes de serviços

Até empresários ou pessoas físicas que dispõem apenas de um carro executivo para seus compromissos profissionais têm acesso gratuito à solução. A partir de duas unidades, o plano básico passa a custar R$ 49 mensais, o equivalente a R$ 1,64 por dia e com a possibilidade de o passageiro ter acesso à localização do veículo. Os outros dois planos são o Profissional, com frotas superiores a dez automóveis; e o Corporativo, com uso ilimitado.

Investimentos e projeções

O lançamento da 4Fleet exigiu um aporte inicial de R$ 540 mil e a expectativa é investir mais R$ 1,5 milhão até o fim de 2019. O retorno está projetado em 24 meses. Ainda na fase de soft opening, a plataforma já atraiu a atenção de 70 empresas e 800 veículos constam no sistema. A previsão é terminar o ano com mais de 4,2 mil empresas na carteira de clientes.

O modelo de negócios via API faz com que o trio de empreendedores já almeje um upgrade na plataforma. “Temos uma estrutura de automação e TI que abre caminhos para fazer da 4Fleet um grande marketplace, integrando a cadeia produtiva que gravita em torno do transporte corporativo com foco na geração de oportunidades conjuntas e novos negócios”, conclui Zillig.

Otimização de instalação: 4 formas de economizar dinheiro com seu data center

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O custo médio do tempo de inatividade do data center é ao redor de 9 mil dólares por minuto. Evitar esta situação é a primeira – e principal – forma de economizar dinheiro.

Entretanto, existem quatro maneiras de economizar que ajudam o data center a evitar as paradas e, ao mesmo tempo, otimizar o desempenho.

  1. Fazer o Comissionamento de sua Instalação

Os sistemas dos data centers estão cada vez mais complexos e mais propensos a ter problemas que poderiam resultar em custosas indisponibilidades na sua instalação. O comissionamento – uma série de serviços que promovem o ajuste fino das operações do data center – ajuda a identificar e corrigir as principais causas de problemas, como deficiências no projeto, na instalação ou na partida (start up).

Para maximizar a disponibilidade, o processo de comissionamento verifica e documenta se todos os sistemas críticos – alimentação de energia, refrigeração e automação predial – estão funcionando em conjunto, como um sistema completamente integrado.

O comissionamento também ajuda a reduzir os custos no ciclo de vida da instalação.  O processo de comissionamento melhora a operação do sistema na medida em que proporciona dados de referência que podem ser usados para manter o desempenho ótimo.  Quando os sistemas estão otimizados, não apenas eles são mais confiáveis, como também são mais eficientes.  As atividades de comissionamento verificam o funcionamento correto de algumas funcionalidades específicas de eficiência que são parte do projeto do sistema.

Um data center comissionado geralmente passa por menos atrasos em relação aos verificados em implementações tradicionais, aumentando a probabilidade de ser entregue dentro do prazo e dentro do orçamento.  Você não apenas desfrutará de um retorno mais rápido do seu investimento de capital, mas também terá custos de operação e de manutenção mais baixos ao longo de todo o ciclo de vida de sua instalação.

  1. Otimizar o Desempenho do Sistema Elétrico

Uma avaliação do sistema elétrico pode revelar áreas para melhorias que podem ajudar a gerenciar desafios significativos no seu data center, tais como expectativas de disponibilidade crescente, mudanças ou consolidações, maior densidade de potência e de calor, e conformidade regulatória.

Ao avaliar todo o seu inventário de equipamentos elétricos, você pode identificar conexões e componentes defeituosos antes que eles causem uma interrupção nos serviços, bem como pode identificar lacunas na manutenção dos equipamentos. Além disso, podem ser usados serviços de engenharia (como estudos sobre curtos-circuitos e coordenação ou estudos sobre arco elétrico) para melhorar a segurança do local de trabalho e garantir a conformidade com as normas.

Um ambiente de trabalho que esteja em conformidade com todos as normas vigentes não só ajuda a evitar multas e sanções de organismos como a OSHA (Occupational Safety and Health Administration – Administração de Saúde e Segurança Ocupacionais) e a NFPA (National Fire Protection Association – Associação Nacional de Proteção contra Incêndios), mas também minimiza ameaças que podem resultar em custosas avarias de equipamentos e perda de produtividade.

Por fim, as avaliações do sistema elétrico permitem uma análise detalhada que resultam na recomendação de medidas corretivas e em estratégias de mitigação de riscos, ajudando a melhorar a confiabilidade e a disponibilidade de seu data center com um ótimo custo-benefício.

  1. Melhorar a Eficiência Térmica

Uma abordagem de atualização do Gerenciamento Térmico pode reduzir os custos com energia elétrica e melhorar a eficiência.  Em um data center típico, a refrigeração é responsável por 38 por cento do consumo total de energia. Então, se quiser provocar um impacto na utilização de energia, uma boa estratégia é focar em seu sistema de refrigeração.

Ao identificar e corrigir problemas como pontos quentes e ineficiências no fluxo de ar, você estará dando um passo importante em direção à redução do gasto com energia. A partir daí, poderá implementar tecnologias de velocidade variável e controles inteligentes para melhorar ainda mais a eficiência. Estas tecnologias estão disponíveis como upgrades para o equipamento já utilizado no data center.

Graças às tecnologias de velocidade variável, como ventiladores eletronicamente comutados (EC) e inversores de frequência de velocidade variável (VSD), você pode variar a velocidade dos ventiladores de suas unidades de refrigeração de modo a ajustá-las para a refrigeração demandada pela carga de TI. Quando você reduz a velocidade dos ventiladores, deixa de gastar energia em uma refrigeração excessiva, algo que seu equipamento de TI não necessita. Ao adicionar controles inteligentes, você pode colocar em rede suas unidades de refrigeração, para que trabalhem em conjunto, como um time.  Isto elimina situações onde as unidades “brigam” entre si, com uma unidade refrigerando enquanto outra reaquece.

Corrigir as situações que desperdiçam energia, e usar apenas a energia necessária para assegurar a disponibilidade dos sistemas críticos, pode reduzir drasticamente seus custos com energia sem afetar a disponibilidade.

  1. Proteger seu Sistema de Alimentação de Emergência

O impacto de uma falha no sistema de alimentação de energia tem um grande alcance se considerarmos os potenciais danos aos dados e aos equipamentos, a interrupção dos serviços, os custos de reparação, os desdobramentos jurídicos e os danos à sua marca e sua reputação.   De acordo com um estudo conduzido pelo Ponemon Institute em 2016, o custo médio de uma interrupção de energia em um data center foi maior que 740.000 dólares, com o custo máximo chegando a mais de 2,4 milhões de dólares.

Evitar estes altíssimos custos é uma simples questão de prevenção.

Um programa de manutenção preventiva periódica, realizada por técnicos especializados, é fundamental para garantir a máxima confiabilidade dos equipamentos de um data center, incluindo as baterias, as unidades de UPS (sistemas de alimentação ininterrupta) e a distribuição de alimentação.  De fato, segundo um estudo que incluiu a análise de mais de 185 milhões de horas de operação de sistemas UPS, a confiabilidade das unidades, calculada em função do tempo médio entre falhas (MTBF), aumentou na mesma proporção em que aumentaram o número de visitas anuais de manutenção preventiva.

Problemas que estão começando a aparecer nos sistemas podem ser detectados através da manutenção preventiva periódica.  Inspeções sistemáticas e suas consequentes análises permitem que estes problemas sejam corrigidos, assegurando que você terá alimentação de emergência quando precisar, e ajudando a evitar as custosas paradas não planejadas.

* Tom Nation é vice-presidente e gerente geral de serviços para sistemas de energia da Vertiv na América do Norte

everis e NTT DATA anunciam projetos selecionados para a semifinal brasileira da competição global de startups

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everis, multinacional de consultoria que oferece soluções de estratégia, de negócios e serviços TI, em parceria com a NTT DATA, grupo ao qual pertence, selecionou sete projetos brasileiros para concorrerem na Open Innovation Contest, competição global de startups que reunirá representantes de 18 países ao redor do mundo, quatro a mais do que no ano passado

Os projetos selecionados para a semifinal brasileira, provenientes de várias regiões do País, serão apresentados no formato pitch e avaliados por uma comissão julgadora composta por renomados profissionais do setor de tecnologia e inovação.

Os sete projetos semifinalistas da etapa brasileira do Open Innovation Contest são:

Multiplier APP – Integra canais convencionais de transmissão de vídeos ao vivo (live streaming) e vídeos gravados (VOD) às redes sociais. Ferramenta indicada para campanhas de marketing, disseminação de conteúdo e colaboração de ecossistema.

Bioblue – Produtos destinados à absorção de qualquer derivado do petróleo, em terra ou no mar, que eliminam a possibilidade de um grave problema ambiental, a retro contaminação.

Milênio Bus – Contador de passageiros (CDP) capaz de informar em tempo real a localização dos ônibus, assim como sua ocupação. Informa os usuários de transporte público quanto tempo falta para o ônibus chegar e se existem assentos livres.

Flowsense – As ferramentas da Flowsense contêm soluções de inteligência geográfica centradas no consumidor, transformando dados de geolocalização em estratégias para o negócio.

Segfy – Plataforma on-line de vendas e negócios para corretores de seguros, com multicálculo integrado. Oferece os principais controles utilizados no dia a dia de uma corretora, como gestão de propostas, apólices, endossos, renovações, faturas mensais, segurados e leads.

Carenet Longevity – A plataforma permite personalizar os protocolos médicos e digitalizar a jornada do paciente, criando centenas de pontos de contato (touchpoints) pré-definidos.

PluriCell Biotech – Atua em biotecnologia, oferecendo células para pesquisa básica e/ou pré-clínica.

O vencedor representará o País na grande final em Tóquio, nos dias 13 e 14 de março competindo com outras startups vencedoras das cidades de Barcelona e Madri (Espanha), Boston e São Francisco (Estados Unidos), Cape Town (África do Sul), Helsinque (Finlândia), Ho Chi Minh (Vietnã), Lima (Peru), Lisboa (Portugal), Londres (Inglaterra), Cidade do México (México), Milão (Itália), Paris (França), Pune (Índia), Santiago (Chile), Shanghai (China), Tel Aviv (Israel), Tóquio (Japão) e Toronto (Canadá).

O representante brasileiro também terá a oportunidade de estreitar o relacionamento e identificar oportunidades de negócio junto aos os clientes da everis Brasil.

“As edições anteriores da competição comprovam o impacto positivo que as startups brasileiras alcançam no cenário internacional. As duas que representaram o Brasil em Tóquio, Dataholics e Legalbot, obtiveram êxito na ampliação de suas redes de colaboração e na prospecção de oportunidades internacionais com a NTT DATA. Nesta edição, queremos efetivar negócios com as startups também junto ao nosso ecossistema”, afirma Roberto Pereira, executivo responsável pelas iniciativas de Inovação da everis Brasil.

O vencedor da Open Innovation Contest poderá trabalhar com uma equipe da NTT DATA – um dos principais fornecedores mundiais de serviços e inovação na área de TI – por três meses, no desenvolvimento de um protótipo de serviço/produto, que será oferecido às empresas clientes da companhia, gerando oportunidades de relacionamento e de negócio.

Memória e armazenamento de alta velocidade são os motores da Inteligência Artificial

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As soluções de memória e armazenamento sempre foram centrais para as funções básicas da computação, mas nem sempre foram vistas como centrais para o valor que a computação criou. E a IA está ajudando a mudar essa percepção.

A Inteligência Artificial foi um tema-chave de todas as conferências de tecnologia em que estive no ano passado. Uma pesquisa feita pela Accenture, Intel e SAS, e divulgada no fim do ano passado, mostrou que 72% das empresas no mundo já usam a AI em uma ou mais áreas de negócio. No Brasil, esse número também já é expressivo – 65% das empresas já usam a tecnologia. E destas, 65% dizem usá-la para extrair insights de dados com maior rapidez.

Agora que os dados e a análise de dados são as medidas de criação e diferenciação de valor, a capacidade do computador de movê-los, interpretá-los e entendê-los rapidamente torna-se fundamental.

A IA também se tornou rapidamente uma parte natural de nossa vida cotidiana. Hoje, há smartphones que usam a inteligência artificial para, por exemplo, reconhecer uma cena e ajustar as configurações da câmera para capturar a imagem perfeita. Com essas ferramentas de IA, estes aparelhos são desenhados para captar dados a partir de sensores, assimilá-los e, então, armazená-los e computá-los. Para conseguir cumprir funções como reconhecimento facial, predição de atividade e ainda criptografar todos os dados para dar mais segurança ao usuário, os smartphones precisam balancear a necessidade de armazenamento e capacidade computacional, com preço e duração da bateria. Isso faz com que precisem de um sistema de memória e armazenamento inovador.

A crescente relevância da memória e do armazenamento de alta velocidade para tarefas, como essas, hoje essenciais, está dando aos pesquisadores e equipes de engenharia novas oportunidades de transformar a maneira como o mundo usa informações para enriquecer a vida. Os debates nos levam a centenas de novas soluções que já estão disponíveis e tantas outras sendo criadas, e que ilustram o impacto penetrante e dramático que a inteligência artificial terá no mercado de memórias e armazenamento, ainda muitas vezes visto como coadjuvante na transformação digital, mas, certamente, de extrema relevância para que empresas e pessoas possam usar cada vez mais a AI em seu cotidiano.

Ricardo Vidal, Diretor da Micron para a América Latina*

Ironhack consolida operação brasileira com chegada de novo General Manager

Tiago Mesquista

Após receber investimento de US$ 3 milhões para realizar a expansão da rede e inaugurar sua primeira unidade no Brasil em 2018, a Ironhack – escola global especializada no ensino de tecnologia e programação com dez campus em oito países – anuncia a chegada de Tiago Mesquita como General Manager no Brasil. No posto mais alto do país, o executivo chega com a missão de transformar a unidade brasileira na mais rentável operação mundial do grupo.

“São Paulo possui o maior ecossistema de inovação e tecnologia na América Latina. Portanto, o potencial de crescimento da escola é extremamente alto na cidade, uma vez que nos próximos anos o mercado de trabalho tende a demandar cada vez mais profissionais qualificados em Desenvolvimento Web, UX/UI Design e Data Analytics.Considerando esta conjuntura, estamos convencidos de que podemos tornar o Brasil no país com maior faturamento e maior número de alunos formados em curto prazo”, afirma Mesquita.

Com mais de 2 mil estudantes de 70 nacionalidades diferentes treinados em apenas cinco anos de atuação, a Ironhack atualmente é uma das três melhores escolas de programação e design do mundo, de acordo com coursereport.com e switchup.org.

Na capital paulista, os primeiros cursos foram iniciados em outubro do ano passado. Foram lançadas duas turmas de Desenvolvimento Web, no formato full-time e part-time, recebendo mais de 25 alunos no total. Para 2019, estão previstas a abertura de diversas turmas de Desenvolvimento Web, UX/UI Design e Data Analytics, em ambos os formatos. O objetivo é formar mais de 200 profissionais no primeiro ano de operação.

Histórico

Formado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores pela Universidade do Porto, em Portugal, e MBA de Gestão e Administração de Empresas pela INSEAD, na França e em Singapura, o General Manager da Ironhack no Brasil acumulou mais de sete anos de experiência em empresas como McKinsey & Company e Bain & Company, na área de marketing e vendas, com enfoque em negócios digitais, apoiando clientes de diferentes setores em diversos países da América Latina, além de Portugal e Espanha.