7 dicas para usar a crise a seu favor para vender muito online

O especialista em marketing digital Lucas Leite revela os segredos para conseguir apesar da crise seguir vendendo e usar as redes sociais e a tecnologia digital ao seu favor.E-commerce concept on a clipboard

Ao longo do tempo, o processo de compra e venda passou por inúmeras transformações devido aos avanços tecnológicos, que nos levou a estar inseridos na cultura da velocidade e do imediatismo, acompanhando o avanço da infovia. Hoje com a emergência da covid-19, mais uma vez o setor de serviços e comércio precisou se reinventar, desta vez praticamente de um dia para o outro, representando uma das maiores revolução da história recente.

O especialista em marketing digital e CEO da Vende Muito BrasilLucas Leite, revela porque a covid-19 forçou os profissionais de diversos ramos de atuação a migrar para o digital: “neste momento onde todos estão na mesma situação, procurando meios de vencer a pandemia e o isolamento, o relato de experiência e as redes sociais tomaram o protagonismo. Logo, necessitamos de uma experiência combinada — navegar pelos e-commerces, analisar ofertas nos ambientes online e offline, acessar aplicativos e, principalmente, nos identificar com as marcas (e não apenas com os produtos).”

Isolamento x Acessibilidade

Com o distanciamento social e o isolamento, chegando a ser um lockdown (quando todos os serviços fora os essenciais são totalmente paralisados) em algumas cidades mais afetadas pelo vírus, Lucas Leite faz um contraste em como é preciso apesar de encerramento de estabelecimentos e lojas físicas se tornar virtualmente mais presente na vida das pessoas: “É primordial interagir e se fazer acessível com o seu público, que está ávido por esta interação já que está sofrendo com o isolamento — e a maneira mais fácil de realizar isso é pelas redes sociais. Assim, para vender mais, é preciso ir além: estar presente em todos os canais possíveis (e adequados), acompanhar de perto o comportamento do cliente e compreender os seus desejos.”

Dicas para vender muito na crise

Confira as dicas de Lucas Leite para vender muito na crise e manter os negócios em alta apesar da pandemia:

1. Promova conteúdos compartilháveis

Mais do que buscar seguidores, é necessário tornar a sua página interessante, um espaço com conteúdos atraentes e engajadores. Afinal, é isso que conquistará fãs e consequentemente clientes para o seu e-commerce.

Para que a sua página seja atrativa e não apenas um monte de publicidade que as pessoas não terão interesse nenhum em ler, tenha em mente a Lei do Pareto (80/20): para cada dois posts de produtos e divulgação da marca, crie outros oito com intuito de apenas informar e interagir. Publique imagens com frases motivacionais (especialmente às segundas-feiras), dicas de como usar o produto X ou, ainda, alguma novidade sobre o seu nicho.

2. Integre

Aproveite a oportunidade de divulgar e vender os produtos da sua loja virtual no marketplace do Facebook ou do Instagram. Se a plataforma do seu e-commerce possui integração com essa rede social, melhor ainda. Você conseguirá, por exemplo, controlar o estoque e as formas de pagamento de uma só vez.

3. Invista em publicidade paga e impulsionamento

O Facebook e o Instagram oferecem a possibilidade de impulsionar suas publicações por meio de anúncios pagos. As campanhas são segmentadas por idioma, localidade, gênero, idade e interesses, e você pode definir o investimento que cabe no seu bolso.

Essa é a chance de alcançar um público ainda maior, veiculando produtos, conteúdos e, principalmente, direcionando novos usuários para a home do seu e-commerce.

4. Seja criterioso com as imagens que posta

Uma imagem vale mais que mil palavras, certo? Então, saiba utilizá-las a seu favor. Por meio de fotos, mais que produtos, mostre um estilo de vida que se relacione à sua marca.

Capture cenas exclusivas, reações espontâneas e momentos descontraídos da sua equipe.
Publique fotos de making of, fabricação de produtos (caso você desenvolva isso no seu e-commerce) ou até eventos já realizados.

5- Inspire

Inspire! Esse é um dos principais focos de redes sociais como o Instagram. Através dela, você deverá despertar o desejo no consumidor e fazê-lo crer que a sua marca e o seu produto proporcionarão qualidade de vida e felicidade.

6- Use hashtags

Não deixe de agregar hashtags (#) às suas fotos — serão essas palavras-chave que te levarão a um hall de marcadores de conteúdo, indicando um contexto pré-estabelecido.

7. Faça bom uso do Stories

No Stories, você poderá reforçar a jornada do seu negócio por meio de storytelling.

Tal abordagem tem como objetivo destacar os momentos que realmente representam a sua marca, como mudanças no ambiente de trabalho, novidades no e-commerce ou na estratégia del

Como proteger os profissionais de serviços que atendem os data centers

No novo normal, a regra é trabalhar remotamente, sem sair de casa. Mas essa regra não se aplica aos profissionais de serviços que, todo dia, deslocam-se até os principais data centers do mundo e do Brasil para garantir que o centro da economia digital seguirá funcionando. Somente no Brasil existem 66 data centers de Colocation, sem contar os ambientes privados, das corporações e do governo. Nos dois casos, se o data center sofrer um downtime, para o negócio, estanca a economia. Como, então, suportar a continuidade dos negócios digitais e, ao mesmo tempo, proteger os experts que dão suporte ao mundo digital?

O universo profissional está cada vez mais sendo definido como essencial ou não essencial. Nesse contexto, manter os data centers operacionais é a perfeita definição de uma atividade essencial. Isso justifica que os técnicos de serviços de infraestrutura digital sigam indo até data centers e sites de edge para garantir a disponibilidade e o desempenho das redes.

É fundamental, no entanto, que a presença do profissional de serviços no ambiente do data center siga as melhores práticas para se proteger, proteger seus colegas e seus clientes. Tudo deve ser feito de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), do Ministério da Saúde brasileiro e das autoridades médicas regionais.

Eis aqui um resumo do que fazer para proteger esses profissionais:

Defina as tarefas essenciais e as não essenciais. Todas as tarefas são essenciais se elas dão suporte e/ou melhoram a confiabilidade de aplicações vitais e infraestrutura crítica. Isso inclui todas as repostas a emergências, reparos e serviços de manutenção preventiva. Na maioria dos casos, os governos federais, estaduais e municipais classificam as atividades como essenciais ou não essenciais. Todas as tarefas não essenciais devem ser adiadas.

Estabeleça requisitos de segurança no site. Isso inclui atividades como a verificação regular da febre de todos nos sites com 10 ou mais trabalhadores e a autocertificação dada pelos colaboradores no site de que não tenham sido expostos ao vírus nem viajado recentemente para nenhum lugar com alta disseminação do vírus. É fundamental, ainda, observar as práticas de distanciamento social enquanto estiver no site, seguindo protocolos diários de limpeza para ajudar a garantir que as superfícies estejam livres de vírus.

Dê poderes às equipes de campo para que priorizem a segurança. Se uma equipe de serviços avaliar que um site não está cumprindo com os requisitos de segurança que foram acordados, os membros da equipe devem ter a autoridade para recusar ou interromper o trabalho imediatamente.

Limite viagens o máximo possível. Tente limitar as visitas dos técnicos para lugares que tenham uma distância que possa ser percorrida de carro, evitando o transporte público, principalmente viagens aéreas e de ônibus.

Estabeleça diretrizes rigorosas para autoquarentena. Técnicos de serviços devem aferir a temperatura frequentemente e deve ser exigido que façam autoquarentena no caso de uma febre. Eles também devem ficar em autoquarentena se houve uma possível exposição ao vírus através de qualquer interação pessoal ou profissional.

Esteja alerta em relação à sua proteção e à de outros. Faça distanciamento social e garanta que outros também o façam, lave suas mãos frequentemente, evite contato próximo e fique em casa se estiver doente. Não aperte mãos; se for tossir ou espirrar, fazer isso na parte interna do seu cotovelo

Aproveite os serviços remotos. Nem todos os data centers estão equipados para os serviços remotos, mas quando estiverem, as organizações devem utilizar de forma intensa esses recursos. A meta é minimizar as visitas aos sites e tornar a execução das visitas necessárias o mais eficiente possível. Com serviços e monitoramento remotos, você pode coletar e analisar dados e, em diversos casos, agir de forma remota para resolver um problema, eliminando a necessidade de uma visita.

As determinações para trabalhar em home office e a ampla difusão do distanciamento social estão nos fazendo depender mais do que nunca da infraestrutura digital. Para que a economia continue a funcionar, visitas para prestar serviços são essenciais e inevitáveis. É fundamental, no entanto, que essas atividades sejam feitas de forma a assegurar a segurança do pessoal de serviços e dos clientes.

Tom Nation é o vice-presidente e gerente geral de serviços para sistemas de energia da Vertiv América do Norte.

Tom Nation

Startup Day 2020 reunirá milhares de pessoas online para abordar inovação pós-crise

Além de palestras com especialistas, o evento trará um espaço virtual para exposição de cases de sucesso, oficinas, demoday e muita interação entre os participantes

 

No dia 30 de maio, o Sebrae realiza a 6ª edição do Startup Day, evento voltado para startups de todo o país, totalmente focado em inovação. Neste ano, o encontro será 100% virtual e gratuito, com uma programação interativa e diversa, que deve reunir milhares de pessoas online. A transmissão acontece por meio do site www.sebrae.com.br/startupday e pelo aplicativo Gamefica.ai.

O evento acontece das 08h30 às 20 horas e as inscrições podem ser realizadas nesse link. O evento é aberto ao público.

O diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick, afirma que o Startup Day é uma grande oportunidade de traçar estratégias para o mundo do empreendedorismo, principalmente em momentos de crise. “Em situações comuns, o evento já proporciona uma grande rede de conexão entre todo o ecossistema da inovação. Agora, com a crise, temos a oportunidade de ir além, desenvolvendo novas soluções para os problemas enfrentados com a pandemia. A proposta é usar todos os instrumentos tecnológicos para reunir empreendedores criativos, com sede de mudança e de superação. Um olho no presente e outro no futuro”, disse.

A programação inclui, oficinas de pitch e modelagem de negócios para capacitar empreendedores, além da construção de stands virtuais e lives, com interação e conteúdo para os empreendedores com nomes de referência nacional do ecossistema de inovação.

Também serão realizados os demodays, em que dez startups de todas as regiões do país realizarão pitches para apresentar seus produtos e soluções. Entre os principais palestrantes do Startup Day 2020, estão: Douglas Gomides, Tito Gusmão, Martha Gabriel, Gil Giardeli, Flávio Pripas, Gabriel Engel, Roberto Viana, André Ferraz, entre outros. Os convidados levarão ao público novidades e tendências sobre inovação, tecnologia, marketing, vendas, transformação digital, crédito e fomento.

Na edição de 2019, o Startup Day aconteceu simultaneamente em 63 cidades do Brasil, tendo o envolvimento de 240 painelistas, totalizando a geração de 360h de conteúdo com a participação de mais de 12 mil pessoas.

 

Machine learning mapeia genética de organismos e possibilitará a criação de novos medicamentos

Cenário criado pelo aparecimento de superbactérias e novos vírus demandam por ferramentas e conhecimento que capacite a sociedade a dar respostas eficientes e rápidas frente a doenças

O CESAR, maior centro de inovação do país, está prestes a lançar o Computacional Natural and Life Science Research Group, uma equipe de estudos ligada ao CESAR School, dedicada a propor novos medicamentos baseados e entendimento da evolução genética de organismos por meio de machine leanirng.

A iniciativa, ainda em fase embrionária, conta com 15 participantes, sendo dois professores, um aluno de Mestrado em Engenharia de Software e nove alunos de graduação do CESAR School, além de um colaborador do CESAR, e dois colaboradores externos.

Segundo o coordenador do projeto, professor Erico Teixeira, existe um novo cenário criado pelo aparecimento de superbactérias e novos vírus que demandam por ferramentas e conhecimento técnico/teórico que capacite a sociedade a dar respostas eficientes e rápidas frente a doenças, sejam elas novas ou antigas.

“A construção do grupo já estava sendo articulada há algum tempo, mas a chegada do Covid-19 acabou demonstrando de forma prática a relevância e a urgência da iniciativa,” disse.

Teixeira revelou que além dos estudos para desenvolvimento de novas moléculas, o grupo trabalhará paralelamente com aplicação de métodos computacionais no entendimento da terapia de combate ao câncer por feixe de prótons (PCT, do inglês Proton Cancer Therapy), com o qual ele tem colaborado na Texas Tech University (TTU), nos EUA.

Segundo ele, a técnica tem obtido resultados bastante positivos na produção do máximo de danos nas estruturas das células cancerígenas e um menor efeito nos tecidos saudáveis. Recentemente o professor do CESAR teve inclusive um artigo sobre o assunto publicado na revista cientifica Theoretical Chemistry Accounts.

O cientista afirma que entender os mecanismos que regem a PCT é de extrema importância para maximização de seu poder terapêutico e redução dos efeitos colaterais e custos. “Métodos teóricos e computacionais se mostram propícios para explorar as reações envolvidas. Pretendemos utilizar todo o conhecimento gerado nesta experiência para desenvolver novos medicamentos e métodos de tratamento aqui no CESAR”, afirma.

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Pandemia amplia comunicação digital nas escolas e modifica formatos de educação nas redes de ensino

Por meio de conteúdos criados por agências de comunicação em redes sociais, vídeos didáticos ou podcasts, professores podem disponibilizar aulas mais interativas

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A pandemia do novo coronavírus (Covid-19) acelerou a comunicação digital em todas as áreas da sociedade, e com a educação não foi diferente. Como quase um milhão de estudantes tiveram suas aulas suspensas ou reconfiguradas em todo o mundo, conforme anunciou a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), diversas instituições de ensino precisaram se adaptar e transformar de forma emergencial seu método de ensino de presencial para online.

“Para enfrentar essa crise sem prejudicar a aprendizagem, planejamento e uso adequado de ferramentas online de comunicação, como redes sociais, softwares ou plataformas de ensino, tornam-se essenciais para manter um aprendizado de qualidade. Produzir vídeos com conteúdo explicativo, didático e altamente visual, ou criar materiais em outros canais de comunicação, que complementem o aprendizado, são formas de manter o interesse dos estudantes nesse período de adaptação”, explica Dino Bastos, CEO da Partners Comunicação Pro Business.

Além desses momentos de interação, é importante que as instituições diversifiquem seus canais de relacionamento com seus públicos e que saibam utilizar cada um deles. E com o aumento dessa demanda de conteúdo online, empresas especializadas em comunicação digital têm oferecido consultoria e ferramentas atuais, que comportem essa necessidade do mercado atual.

“Aulas expositivas podem ser substituídas por exemplo, por web conferência. Mas é impossível oferecer somente esse tipo de conteúdo para os alunos que estão em casa. Criar canais digitais voltados para esse aprendizado específico, produzir vídeos com aulas interativas, infográficos animados, games educacionais e podcasts, entre outras atividades, são essenciais para que esses alunos acessem quando e onde puderem. Mas até a forma como esse material é construído é importante para a absorção do conteúdo”, afirma.

Segundo Dino Bastos, o ensino online também traz grandes desafios para os professores. “Como a maior parte desses profissionais não foi preparada para integrar tecnologia nos processos de aprendizagem e para ensinar nesse formato digital, é necessário um tempo de adaptação e, em alguns casos, até um treinamento realizado por agências”, declara o executivo. “Ao conseguir envolver os estudantes nesta nova dinâmica de aprendizagem por conta da quarentena, os professores vão descobrir, na prática, as vantagens do ambiente virtual e vão estar mais preparados para usar a tecnologia quando as aulas no formato tradicional voltarem ao normal”, completa.

Reestruturação para sobreviver à crise pós pandemia: como a Automação Inteligente pode ajudar sua empresa

Estamos em uma crise global sem precedentes na história recente. Todas as cadeias produtivas estão sendo impactadas e, independente do segmento, é difícil encontrar empresas que tenham se preparado com plano de contingência para manterem os seus objetivos estratégicos diante desse cenário. Até mesmo negócios que não tiveram seus processos interrompidos perderam eficiência devido à realocação em função da migração de foco não planejada.

 

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Como fazer, então, para reestruturar sua empresa para que ela não só sobreviva à crise pós-pandemia, mas continue eficiente e gerando lucro?

Antes mesmo da crise atual, investir em automação inteligente apresentava-se como excelente oportunidade para aumentar a eficiência operacional de uma empresa, com custo acessível e retorno em prazo seguro. Hoje, novos modelos de negócios ofertados pelas empresas de automação de processos fazem-se ainda mais significativos para a retomada de projetos e crescimento.

“Uma das principais vantagens de implementar a automação robótica é recuperar a eficiência perdida pela diminuição da força de trabalho. Num momento em que os organogramas estão extremamente enxutos, podemos concentrar os trabalhos rotineiros de processos negócios na automação e realocar os colaboradores para tomadas de decisão, por exemplo”, avalia André Scher, CEO da Auctus.ai Inteligência Aumentada.

Scher comenta que a implementação é rápida e de baixo custo. “Os robôs capturam dados, acessam e se comunicam com outros sistemas com o objetivo de executar uma grande variedade de tarefas dentro de processo de negócio. Com o RPA (Robotic Process Automation) podemos criar trabalhadores digitais que ficam disponíveis 24 horas por dia. Sua implementação aumenta a eficiência do processo e diminui o custo operacional”.

Estudos recentes apontam que a economia é significativa:  reduções de esforço e tempo de execução das tarefas da ordem de 30%-40%, potencialmente alcançando taxas superiores a 60% com a automação de serviços cognitivos. Além do componente de custo observamos aumento na satisfação de cliente e redução de erros nos processos de negócio.

Para saber se uma empresa se qualifica para investir em plataformas de automação, o executivo orienta; “Qualquer processo de alto volume, orientado por regras de negócios e repetível, se qualifica para automação. Os modelos são aplicáveis em todos os processos de uma empresa, como RH, Vendas, Financeiro. Em RH é possível alcançar até 80% de redução dos esforços; em TI, Finanças e Contabilidade, até 60%. Eles fazem login em aplicativos, movem arquivos e pastas, copiam e colam dados de um sistema bancário para outro, preenchem formulários, extraem dados estruturados e semiestruturados de documentos, exploram navegadores e muito mais”.

Segundo previsão do Gartner, nos próximos dois anos, 72% das organizações trabalharão com a RPA. Em sua pesquisa anual, a Deloitte afirma que 53%, das empresas já estão começando suas iniciativas de RPA e prevê uma taxa de mais de 70% nos próximos dois anos e que em 2023 RPA terá uma adoção em praticamente todas as empresas;

Cabe ressaltar, no entanto, a importância da escolha da plataforma adequada, para que o investimento realmente valha a pena. “Os principais líderes da empresa devem definir quais funcionalidades da plataforma são mais importantes. A importância de cada funcionalidade será considerada para a comparação das diversas plataformas existentes no mercado ou mesmo com um projeto de desenvolvimento próprio, assim como as orientações estratégicas de TI”, orienta Scher.

Em um cenário econômico especialmente complexo, criar uma cultura de busca incansável de eficiência, redução de custos é fundamental para sobreviver à crise. No pós-crise, o legado criará uma empresa muito mais competitiva.

Sobre a auctus.ai – Inteligência Aumentada

É uma empresa de tecnologia que oferece serviços de consultoria e desenvolvimento de soluções baseadas em ciência de dados, inteligência artificial e automação de processos de negócios (RPA).

A proposta da auctus.ai é fornecer soluções customizadas, capazes de gerar diminuição de custos e melhoria da experiência dos clientes de nossos clientes a partir de aplicação de ciência de dados e automação inteligentes de processos, onde automatizamos não apenas tarefas repetitivas, mas também integração entre sistemas, utilização de dados não-estruturados e geração de insights para tomada de decisões de negócios.

As soluções da auctus.ai podem ser aplicadas desde pequenas até grandes empresas, em processos de negócios comuns a todas as empresas financeiro e administrativos, atendimento ao cliente, recursos humanos, TI, entre outros.

Tecnologia e equipe especializada facilitam a execução de cálculo para ações coletivas

Segundo dados divulgados pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), em 2018 as Varas do Trabalho receberam mais de 1,7 milhões de processos e, em 2017, segundo dados do Conselho Nacional de Justiça, ingressaram na Justiça do Trabalho e Federal mais de 15 mil ações coletivas.

Diante desse cenário em que se encontra a Justiça do Trabalho, é colocada em prova a competência dos advogados e profissionais do setor jurídico na execução precisa das ações coletivas. Esse tipo de processo representa diversas ações individuais e trabalhistas, na mesma causa.

Ações coletivas têm o objetivo de acelerar o processo judiciário. Contudo, reunir todas as informações necessárias e calcular a ação e os valores, não é uma tarefa fácil para os profissionais da área do Direito.

É preciso calcular corretamente o que se deve a cada um dos reclamantes no processo, cujas ações demandam cálculos para provisionamentos, acordos ou liquidações de processos. Cada um desses cálculos faz uma enorme diferença na soma geral de todo o processo.

Para que os cálculos em processos coletivos tenham um custo razoável e celeridade em sua execução é necessário o emprego de tecnologia que permita a importação de dados, processamento automático, demonstrativos sintéticos e analíticos.

A Macdata possui tecnologia com foco absoluto no cálculo bem realizado e tem condições de apoiar os seus clientes em todo o processo, participando de reuniões com sindicatos, por exemplo.

“O time de atendimento da Macdata não está preso apenas no tecnicismo jurídico. Os analistas são multidisciplinares e isso garante uma eficiência maior no processo pleno dos cálculos plúrimos. São profissionais totalmente preparados para realizar cálculos jurídicos em grandes volumes com segurança e precisão. Desde a inserção dos dados até o processamento final”, comenta Antonio Carlos Alvim de Macedo, diretor da Macdata.

Todos os cálculos realizados pela equipe da Macdata passar por acompanhamento altamente tecnológico.

Isso significa que, a partir de uma única análise e um único processamento é possível gerar um relatório de fácil compreensão e consolidado com todos os impostos que devam ser recolhidos.

Todos os cálculos para processos coletivos realizados pela Macdata são preservados em banco de dados próprio, podendo ser reprocessados e atualizados a qualquer momento, em razão de evolução processual ou realização de acordo.

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