Juro Zero Empreendedor atinge marca de R$ 10 milhões em financiamentos para MEIs

desenvolve SP

Sabe aquela veia empreendedora que muita gente tem, mas que às vezes acaba hesitando em seguir por não dispor de capital de giro para manter o negócio, ou mesmo comprar uma máquina que faça o seu empreendimento entrar nos trilhos?  Pois é, esse não é o caso dos mais de 600 microeempreendedores individuais que deixaram a hesitação de lado e buscaram crédito por meio do Juro Zero Empreendedor. O programa, que é uma parceria do Governo do Estado, por meio da Desenvolve SP, e do Sebrae-SP, acaba de atingir a marca de 10 milhões em financiamentos.

São homens e mulheres que, sozinhos, colocaram em prática o sonho de gerir o próprio negócio e foram em busca do financiamento que mais se adequasse às suas realidades. Empreendedores que, muitas vezes, deixaram a informalidade porque viram no MEI a oportunidade de ampliar o seu negócio e obter algumas vantagens, como por exemplo, a possibilidade de ter acesso à crédito de longo prazo.

“Com essa parceria, além de auxiliar o microeempreendedor no crescimento do seu negócio oferecendo financiamento de longo prazo com juro zero, também conseguimos, com apoio do Sebrae, oferecer ferramentas para que ele possa se capacitar e planejar seus investimentos de forma estruturada e sustentável, garantindo geração de renda e estímulo à economia paulista”, destaca Alvaro Sedlacek, presidente da Desenvolve SP.

Com um ticket médio variando entre R$ 1 mil e R$ 20 mil, por financiamento, o programa teve como objetivo capacitar os MEIs e financiar, a juro zero, recursos para a compra de diversos itens, como máquinas e equipamentos, materiais de construção, veículos utilitários, softwares, hardwares, ferramentas e também para capital de giro.

Outra vantagem do programa é a facilidade para pagamento do financiamento contratado, que oferece ao MEI o prazo de até 36 meses para quitação do mesmo.

Um fôlego a mais que fez toda diferença no dia-a-dia dos microempreendedores dos mais diversos setores produtivos atendidos pelo programa: alimentos, vestuário, coureiro calçadista, moveleiro, plástico, metal mecânico e construção civil.

Interior é destaque

O que mais chama atenção nessa marca, é que quase 70% do valor desembolsado, foram para atender projetos de microempreendedores do interior do Estado. É o caso de Ana Lúcia de Oliveira, que por meio do empréstimo com juro zero conseguiu, depois de três anos, abrir a primeira loja física da ‘Bolos da Vovó Ana’ emBarretos. “Fazia bolos informalmente para vender em casa. A demanda começou a crescer bastante e quando soube da possibilidade do financiamento com juro zero, vi a oportunidade de abrir a minha lojinha. Parcelamos o empréstimo em 36 meses, ficou muito acessível.” lembra Ana Lúcia. Com o crédito, a boleira pode comprar novos utensílios, acessórios e mobiliário para nova loja. “Em uma semana de funcionamento passamos de 20 bolos por dia, para quase 40. Praticamente dobramos a produção”, destaca.

Presidente Prudente também ganhou uma nova loja em seu comércio local, mas essa foi de acessórios personalizados e fabricados artesanalmente para bebês e crianças até 10 anos. Mãe de duas crianças pequenas, a empreendedora Danilla Ribeiro, fabricava seus laços e sapatinhos como um hobby e vendia informalmente para as amigas. Depois de um ano no ramo, viu as encomendas se multiplicarem e começou a sentir confiança na oportunidade de transformar o passatempo em negócio. “Abrir a loja era um sonho antigo, mas não era pra já. Achei que ainda iria demorar um pouco pra chegar nessa etapa”.

Porém, depois de apresentar seu planejamento e traçar um plano de negócios com ajuda do Sebrae, Danilla formalizou sua empresa pelo MEI, fez alguns ursos preparatórios e conheceu a oportunidade do financiamento do Programa Juro Zero Empreendedor por meio da Desenvolve SP. “Pensei: é a oportunidade que precisava. Foi o melhor financiamento que já vi porque nos dá prazo para a gente se estabilize e comece a pagar”.

Com o dinheiro em mãos, a empresária reformou um espaço e comprou os moveis para a loja. Com um mês de funcionamento, as vendas já superaram suas expectativas e foram bem além do seu plano de negócios.

Serviço

Para participar do programa, o microempreendedor não pode ter restrições cadastrais no CPF e CNPJ e deve concluir o curso de capacitação SuperMei, do Sebrae-SP, além de ter o plano de negócios aprovado pela entidade.

Anúncios

Hitachi Vantara ajuda a extrair ainda mais valor das informações com Pentaho 8.2

unnamed (16)

A Hitachi Vantara, subsidiária integral da Hitachi, Ltd. (TSE: 6501), anuncia o Pentaho 8.2, nova versão da plataforma de software de integração e análise de dados da empresa, que se junta à plataforma de armazenamento de objetos Hitachi Content Platform (HCP). O Pentaho 8.2 complementa o portfólio de produtos da Hitachi Vantara e permite que os usuários façam melhor uso das soluções, com acesso a dados não estruturados da HCP. Esta versão também permite que os clientes gerenciem um ambiente de nuvem híbrida de novas maneiras, e expande o suporte para o ecossistema analítico.

Pentaho 8.2 permite que dados não estruturados sejam analisados

De acordo com a Harvard Business Review, menos da metade dos dados estruturados de uma organização é usado na tomada de decisões comerciais e menos de 1% dos não estruturados é usado de qualquer maneira. Com a nova integração do Pentaho com o HCP, os usuários podem construir pipelines que incluem fontes de dados estruturados e não estruturados – como texto, vídeo, áudio, imagens, mídia social, clickstreams e arquivos de log – permitindo que analistas e cientistas de dados tirem o melhor valor desses insights. O Pentaho 8.2 possibilita novos casos de uso na indústria em áreas como:

• Bancos: As instituições de serviços financeiros podem atender aos requisitos de compliance ao correlacionar dados de transações comerciais com comunicações por e-mail.

• Saúde: Pesquisadores médicos podem fazer novas descobertas de medicamentos, misturando dados de pacientes e histórico de medicação com exames de ressonância magnética não estruturados.

• Varejo: os lojistas podem analisar as preferências de compra de cada pessoa e o fluxo de tráfego de cada marca na loja, combinando imagens de vídeo com dados de ponto de venda.

• Segurança pública: a aplicação da lei pode combinar imagens de vídeo com relatórios criminais, permitindo acesso mais rápido a evidências e, consequentemente, melhor tomada de decisões, sem deixar de seguir as regulamentações.

Mais facilidade no gerenciamento de dados em nuvem híbrida

Com tantas alternativas para data lakes, as organizações estão analisando os gastos com o gerenciamento e controle de dados. O Pentaho 8.2, em conjunto com a Hitachi Content Platform, pode ajudar, por exemplo, a incorporar dados, que serão limpos e preparados. Depois, a nova plataforma determinará quais deles são apropriados e quais são desnecessários. Ao reduzir dados enviados para a nuvem, as organizações podem gerenciar melhor os custos.

O Pentaho 8.2 expande o suporte para seu crescente ecossistema de produtos e tecnologias de terceiros, que ajudam as organizações a otimizar seus projetos de análise e pipeline de dados, tais como: AMQP, Google Cloud, Python e OpenJDK.

“Com o Pentaho 8.2 e Hitachi Content Platform, podemos aproveitar dados estruturados e não estruturados em uma única plataforma para enviar dados limpos e preparados para a AWS e o Microsoft Azure, e reduzir o custo de computação em até 30% e o de armazenamento em até 60%, diz Andrew Buffone, diretor de gerenciamento de dados da CARFAX Canada.

“O suporte a projetos modernos de análise de dados envolve a criação de pipelines de dados ágeis, capazes de integrar rápida e automaticamente dados estruturados e não estruturados de várias fontes e disponibilizá-los para vários casos de uso”, diz Matt Aslett, vice-presidente de pesquisa de dados da IA e analytics na 451 Research.

O Pentaho 8.2 está disponível a partir de 6 de dezembro. Para mais informações, acesse: https://www.hitachivantara.com/go/pentaho.html

Startup VExpenses conquista selo GPTW Partners – programa que reúne empresas especializadas em entregar soluções de excelência aos seus clientes

Logo VExpenses

A startup VExpenses – aplicativo brasileiro que facilita a gestão dos reembolsos de viagens e despesas corporativas – agora faz parte do Great Place to Work Partners – GPTW Partners. O programa reúne em sua plataforma diversas empresas qualificadas e especializadas em entregar diferentes serviços para seus clientes, focados em soluções para que as empresas coloquem as pessoas no centro de sua estratégia de negócios, garantindo mais eficiência em todas as áreas da vida do colaborador. 

Para ter acesso a essas empresas, a plataforma GPTW Partners possui um sistema de pesquisa que facilita a busca por soluções. A partir daí, é possível realizar o contato direto com os fornecedores e avaliar seus produtos e serviços.  

“Para nós do VExpenses é muito legal fazer parte deste programa. Vamos poder ajudar mais empresas com nossa solução, levando juntamente com nosso serviço a nossa cultura de excelência. Obrigado equipe GPTW pelo reconhecimento”, comenta Thiago Campaz, diretor do VExpenses. 

IK Solution lança oferta inédita no Brasil para autoatendimento em TI

1486732718_234523462467241

Fundada em 2010 e com crescimento anual médio de 30% nos últimos três anos, a IK Solution, empresa especializada em terceirização e integração de soluções de TI e telecom, anuncia um novo passo para reforçar sua atenção às demandas do mercado: o lançamento do IK IT Locker, oferta inédita em field services.

Fruto de desenvolvimento próprio, o IK IT Locker funciona como um armário com tecnologia de autoatendimento, criado para armazenar ativos diversos e spare parts e que pode ser inserido em quiosques de TI. Assim, é uma alternativa eficiente para questões do dia a dia relacionadas à tecnologia, internas ou de atendimento ao usuário final, com elevado custo x benefício.

A solução viabiliza o autoatendimento para retirada e entrega de ativos, com suporte e atendimento via videoconferência, substituindo o atendimento presencial. Ainda, permite a gestão remota de estoque de equipamentos e serve como apoio a projetos de refresh/roll out de ativos dos parques de TI, oferecendo controle e segurança para a operação.

Customizável, o IK IT Locker complementa os canais de atendimento nas companhias, associando suporte local com virtual, de forma modular e personalizada, para atender as necessidades do negócio, o que inclui adequações técnicas, como: abertura de portas por sensores, mapa de ocupação dos boxes, acionamento por senhas, inclusão de módulo de videoconferência, leitor de código de barras e conexões para equipamentos acessados remotamente, via conexão de rede, no próprio locker.

Dentre os benefícios entregues pelo IK IT Locker estão a otimização de atendimento, controle dos ativos “real time” em grandes sites, viabilização de suporte em locais remotos, redução de filas e tempo de espera, comodidade, redução de erros operacionais, atendimento 24×7, fonte de informação e indicadores (big data), melhoria da imagem do serviço oferecido pela TI e, principalmente, redução de custos com recursos residentes de field e erros.

Além da entrega do locker, a IK Solution provê consultoria especializada para definição de características do produto, implantação, acompanhamento, gestão e suporte contínuo dos equipamentos. Leda Blagevitch, sócia-diretora Comercial e de Novos Negócios da IK Solution, comenta: “Nosso objetivo com o IK IT Locker é proporcionar maior liberdade aos usuários finais de TI por meio de um canal inovador e funcional. A utilização é simples. Um usuário que abre um chamado de TI, por exemplo, recebe um código via SMS e o digita na tela do locker (ou se conecta ao Service Desk por meio de vídeo conferência) e é feito o acionamento da função necessária, como a abertura de uma das portas do locker para deixar um equipamento com problema e pegar um substituto”.

Desde o início de suas operações, a companhia vem consolidando sua atuação por desenvolver projetos customizados, além da entrega de um atendimento ágil e diferenciado aos clientes, investindo no aprimoramento contínuo. Além deste lançamento, recentemente a IK Solution anunciou Leda Blagevitch, ex-Dell Services e Asyst International, como sócia-diretora Comercial e de Novos Negócios.

Para mais informações sobre o IK IT Locker, acesse: www.iksolution.com.br

ABINC incentiva o desenvolvimento e troca de informações sobre a Indústria 4.0

image1 (1)

A transformação da manufatura, conhecida como Indústria 4.0, e um dos seus principais pilares, a Internet das Coisas, motivou a ABINC (Associação Brasileira de Internet das Coisas) a criar o Comitê de Manufatura, agrupando diferentes segmentos industriais no Brasil, com foco em apresentar o potencial dessa transformação digital na manufatura e fomentar a adoção pelas empresas brasileiras de todos os portes para que não fiquem desconectadas das cadeias globais de fornecimento. Com isso busca-se proporcionar um grande salto em produtividade e eficiência na manufatura do país, já que no Brasil a sua utilização ainda é tímida. O país ocupa a 17ª posição no estudo sobre a posição competitiva da Indústria 4.0 feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), onde foram avaliados critérios como a disponibilidade e custo de mão de obra, infraestrutura e logística, tecnologia e inovação e o peso dos tributos.

Formado em junho de 2017, o Comitê está engajado no desenvolvimento de frameworks sobre Indústria 4.0 e Internet das Coisas com intuito de facilitar o entendimento e implantação de tecnologias 4.0, aliado a divulgação de casos reais e a elaboração de road maps para identificação no nível de maturidade das organizações brasileiras sobre o conceito e aplicações da Indústria 4.0. Além disso, também contempla o desenvolvimento de test beds (ambientes para implantação de tecnologias 4.0) em conjunto com entidades de pesquisa. Para Mauricio Finotti, coordenador do Comitê de Manufatura da ABINC, a conexão dos processos nas operações industriais garantem a gestão eficaz de ativos, controles de processos com maior exatidão, dados de equipamentos para manutenção preditiva e geração de milhões de dados constantemente para análises e melhorias operacionais: “A conexão da IoT gera oportunidades inéditas e cria um grande círculo de valor agregado aos produtos e serviços que dela se utilizam. Essa integração, não só interna como externa à indústria, é a base da IoT na Indústria 4.0”, afirma.

As previsões mais otimistas para o setor apresentam que o valor gerado pelo investimento em IoT na indústria chegará a U$ 15 trilhões do PIB global até 2030, de acordo com o estudo realizado pela Accenture para ter uma projeção do impacto da Internet Industrial das Coisas (IIoT) na economia. Para Flávio Maeda, Presidente da ABINC, essa é a primeira vez que uma revolução industrial é anunciada antes de acontecer: “Apesar de já muito discutida e propagada, a aplicação da Internet das Coisas na indústria ainda está no início e temos muito o que aprender para crescer e desenvolver, e para isso estamos criando pontes entre empresas e governos e disseminando as novas tendências, novidades e formas de fazer”, destaca.

A segurança na Indústria 4.0

A conexão da Internet das Coisas (IoT) dentro desta nova realidade possibilita criar produtos com diferentes funções e aplicabilidades, conectados sob a mesma rede. Essa é uma nova tendência que está sendo adotada pelas corporações mundo afora para sair na frente do seu mercado.

Uma das grandes preocupações dos gestores de empresas de manufatura, no entanto, é expor a empresa a riscos de segurança ao abrir a rede e dados para a Internet, o que pode provocar acidentes graves devido ao mau funcionamento, ou mesmo paralisação, do parque industrial automatizado, e também possibilitar vazamento de dados de produção para a concorrência, por exemplo: “Por isso, a implementação da Internet das Coisas na indústria de manufatura deve sempre ser feita de forma segura”, afirma Paulo Pagliusi, coordenador do Comitê de Segurança da ABINC, que interage fortemente sobre as principais questões de risco da Indústria 4.0.

Para Paulo, é primordial que as empresas invistam em cibersegurança (cybersecurity, no termo em inglês) na tecnologia do parque operacional das manufaturas: “A integração de sistemas digitais e mecanizados via automação industrial é cada vez mais comum, aumentando a superfície sujeita a um ataque cibernético. Proteger tais ambientes é fundamental, pois são altamente valiosos, sensíveis e precisam fazer parte das estratégias de governança de risco corporativa”, destaca, ao salientar que proteger bem o ambiente de Internet das Coisas industrial contra riscos de vazamentos, paralisações, mal funcionamento e brechas de segurança pode representar um grande diferencial de cada negócio. “Por isso, a proteção de dados e dos ambientes digitais operacionais é um tema de crescente preocupação na Indústria 4.0. Ao lidar com ambientes e informações digitais de maneira correta e segura, alertas sobre invasões, brechas de segurança e vazamentos podem ser emitidos de forma rápida, para que seja possível rastrear a origem do problema e solucioná-lo a tempo de prevenir as piores consequências”, conclui.

Manufatura conectada

Para a ABINC, os primeiros passos para garantir uma manufatura conectada é entender que a responsabilidade é de todas as frentes de uma organização, e não apenas da equipe de TI, manufatura ou da Diretoria/Presidência. “Todas as áreas devem ser envolvidas para identificar as reais necessidades e viabilidade para a transformação”, afirma Maeda. “Além disso, é necessário começar pequeno e escalar as soluções aos poucos, buscar parcerias e alianças estratégicas, se espelhar em cases de sucesso, identificar as camadas e profundidade do controle das operações e realizar testes para corrigir os erros com rapidez”, conclui.

12 benefícios da manufatura conectada segundo a ABINC:

1. Conectividade: Permite a conectividade e comunicação segura entre máquinas e equipamentos nos processos produtivos que trazem transparência e controle na produção jamais imaginados, dados reais a todo momento, facilitando planejamentos e tomadas de decisão;

2. Troca de dados: Clientes e fornecedores podem trocar informações em tempo real para antecipar demandas e proporcionar equilíbrio aos processos produtivos;

3. Sensoriamento: Sistema com sensores que conseguem monitorar e detectar pequenos desvios de funcionamento do maquinário, permitindo que o profissional antecipe suas ações;

4. Customização: Traz opções de customização, onde o consumidor pode interagir com aplicativos e ganhar um auxílio na escolha de opções mais adequadas, resultando em personalização de produtos e embalagens;

5. Integração: Permite a integração entre pessoas e máquinas em trabalhos mais complexos, em que o robô executa a parte mais difícil, enquanto o funcionário atua em complemento;

6. Impressão 3D: A manufatura aditiva possibilita a produção de peças via impressoras 3D, que moldam o produtor por meio de adição de matéria-prima, sem o uso de moldes físicos;

7. Simulação: Por meio de simulação, os operadores testam e otimizam o processo e produtos ainda na fase de concepção, diminuindo os custos e o tempo de criação;

8. Cloud: O recurso da computação na nuvem proporciona a digitalização de produtos e processos produtivos;

9. Big Data: Verificação detalhada de números e estatísticas de uma indústria por meio do Big Data Analytics. O sistema identifica falhas nos processos, ajuda a otimizar a qualidade da produção, economiza energia e torna mais eficiente a utilização de recursos;

10. TI + Manufatura: Os sistemas de tecnologia da informação (TI), juntas com as tecnologias operacionais (TO), integram uma cadeia de valor automatizada, por meio da digitalização de dados;

11. Realidade Virtual / Realidade Aumentada: Integração simultânea do ambiente real e virtual por meio da realidade aumentada, tecnologia que proporciona a exibição de imagens virtuais no ambiente real;

12. Segurança de dados: Aplicação de cyber-segurança, pois como há muitos equipamentos conectados e a internet é um ambiente aberto, são necessários não só procedimentos de governança de TI, mas de padrões que garantam uma rede segura.

Webinar explica como PMEs podem evitar problemas de vazamento de senhas

login-password

 No próximo dia 5 de dezembro, a partir das 14h, a BluePex – empresa nacional de segurança da informação com foco em pequenas e médias empresas – promove o webinar “Não deixe sua senha cair na DeepWeb – Como quebrar senhas e evitar problemas de vazamento”, com o diretor de operações da companhia, Nilton Souza, especialista em segurança da informação. As inscrições podem ser feitas até o horário de início da transmissão através do link: https://global.gotomeeting.com/join/817233749

O executivo abordará no webinar como implementar em sua empresa a proteção em tempo real de quatro camadas e quais as melhores práticas a serem adotadas a respeito das seguintes temáticas:  antivírus, anti-malware e anti-ransomware, criptografia de e-mails, detecção de palavras-chave, controle de usuários, monitoramento de servidor, vazamento de senha de e-mail e monitoramento de Blacklist, além de banco de dados exclusivos de ameaças nacionais, internacionais, bloqueio de comportamento e verificação em nuvem, prevenção contra novos malwares e a ataques sofisticados através de vulnerabilidades, como o dia zero.

O diretor de operações da BluePex é graduado em Tecnologia da Informação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), tem MBA pela Fundação Getúlio Vargas e atua como COO da BluePex desde 2009. “Três em cada dez gerentes ou diretores de empresas tiveram suas senhas de e-mail vazadas na Deep Web. O sequestro de dados acontece com muita frequência e pode trazer consequências drásticas para a empresa – desde o roubo de informações sigilosas, até prejuízos financeiros”, comenta.

Para 2018, ainda está previsto um último webinar direcionado a PMEs promovido pela BluePex, também gratuito e transmitido ao vivo a partir das 14h. Em 18 de dezembro, o tema abordado será “Entendendo e se protegendo contra o sequestro de dados”. O endereço para acessá-lo será divulgado nas redes sociais da BluePex próximo à data.

Serviço

Evento: Não deixe sua senha cair na DeepWeb – Como quebrar senhas e evitar problemas de vazamento

Data: 5/12/2018

Horário: 14h às 15h

Endereço: https://global.gotomeeting.com/join/817233749

Valor: Gratuito

Mandic Cloud Solutions participa de um dos maiores eventos técnicos de TI do Brasil

logo_mandic

Considerado um dos maiores eventos para especialistas de tecnologia do País, o The Developers Conference (TDC) reunirá entre os dias 5 e 8 de dezembro dezenas de profissionais divididos em trilhas de conhecimento em tecnologia com o objetivo de fomentar o ecossistema de inovação, troca de experiências e networking, em Porto Alegre. O TDC é realizado desde 2008 e acontece três vezes por ano. A última edição de 2018 contará com a participação da Mandic Cloud Solutions, empresa brasileira especializada em serviços gerenciados em cloud corporativo.

Serão quatro dias de programação variada e palestras com mentores que atuam no mercado. Os coordenadores das trilhas, Daniel Requena, engenheiro DevOps da Mandic Cloud e Everton Tavares, arquiteto de Software, também apresentarão conteúdos sobre Devops e Arquitetura JAVA, respectivamente. “A quantidade de ferramentas que suportam o DevOps é muito grande e não para de crescer, mas é preciso saber escolher as ferramentas que melhor se adaptam às necessidades e ao grau de maturidade do negócio”, comenta Requena sobre sua palestra que será realizada no dia 6 de dezembro, das 16h40 às 17h30.

Outros destaques estarão por conta das palestras de Alane Pontes, engenheira de Software e Dados da Mandic Cloud, que falará sobre formas de moldar APIs e Gabriel Tiossi, estagiário da equipe técnica, que irá abordar como solucionar entregas em ambientes de múltiplas clouds utilizando a ferramenta “Spinnaker”. Também participarão os profissionais Richardson Lima, especialista DevSecOps, que falará de segurança no pipeline e entrega contínua de software para desmistificar o termo AppSec Pipeline, e o engenheiro Devops, Leonardo Elias dos Santos, que ensinará técnicas de programação funcional como Async IIFEs, Web Worker clusters e Shared Array Buffers, para arquitetar aplicativos web de maneira elegante e back-ends multicore altamente concorrentes.

Como forma de estimular a troca de experiência entre os participantes, a empresa também oferecerá consultoria profissional. Os interessados poderão realizar teste e receberão feedback na hora. “O investimento em aprendizado é a nossa maior preocupação com relação ao time interno. Por isso temos iniciativas de capacitação como a Mandic Universidade Corporativa (MUC). Acreditamos que a tecnologia é criada por pessoas e para pessoas, por isso apostamos na melhoria contínua da equipe”, afirma Vanessa Santos, gerente de Marketing da Mandic Cloud.

O intuito da Mandic Cloud é expandir a participação nas discussões do setor e acompanhar o que há de mais novo em DevOps, Engenharia de Dados e Cultura Digital. Para Vanessa, participar do encontro é uma enorme responsabilidade com o público que vai em busca de mais conhecimento técnico na área de tecnologia e espera palestras de profissionais especializados e altamente capacitados em termos práticos e teóricos. “O TDC é totalmente diferente dos demais eventos que existem para profissionais de TI, só estando nele para entender”, complementa.

Confira abaixo o cronograma de palestras que serão realizadas pelos especialistas da Mandic Cloud Solutions:

06/12 – das 16h40 às 17h30

Daniel Requena – Palestrante da Trilha DevOps e Coordenador da Trilha Devops Tools

Palestra: O Canivete Suíço Devops

Sobre: Essa apresentação traz uma visão metodológica sobre o processo de escolha de ferramentas, levando em consideração fatores como: tipo de infraestrutura, maturidade dos profissionais e características da aplicação. 3 casos reais de automação para diferentes níveis de organização são apresentados para exemplificar o processo de escolha de ferramentas.

 

06/12 – às 10h10

Alane Pontes e *Everton Tavares – Palestrantes na trilha Web/Front-End

Palestra: Minha API deve ser REST?

Sobre: No início o XML era predominante nas API’s, com SOAP. Com o Rest surgiu também o JSON, que agora é a opção preferencial. Mas será que ele é a melhor opção? Quando devemos considerar utilizar outras formas de moldar nossa API?  Nessa palestra iremos ver o REST, alternativas de utilização com Protocol Buffer e FlatBuffers, além de alternativas a ele, como GraphQL, Falcor, jrGQL ou da criação do próprio protocolo.

*Everton Tavares também é coordenador da trilha Arquitetura JAVA

07/12 – às 13h10

Gabriel Tiossi – palestrante na trilha de Devops Tools

Palestra: Sailing Delivery

Sobre: Solucionar entregas em ambientes Multicloud/Kubernetes de grande escala utilizando “Spinnaker”, uma ferramenta open source desenvolvida pelo Netflix.

07/12 – das 15h40 às 16h30

Richardson Lima – palestrante na trilha de Devops Tools

Palestra: Automatizando a análise de vulnerabilidade de software em continuous delivery pipeline

Sobre: A proposta é entregar um overview sobre segurança contínua, cujo foco é segurança no pipeline de entrega contínua de software e desmistificar o termo AppSec Pipeline.

08/12 – às 17h40

Leonardo Elias dos Santos – palestrante na trilha de Javascript

Palestra: Async Patterns JavaScript

Sobre: Utilizando técnicas de programação funcional como Async IIFEs, Web Worker clusters e SharedArrayBuffers, você pode elegantemente arquitetar aplicativos web e back-ends multicore altamente concorrentes, sem espaguete.

Serviço:

The Developers Conference (TDC)  – De 5 a 8 de dezembro

Local: Rua Orfanotrófio, 555 – Alto Teresópolis – Porto Alegre
Para mais informações: www.thedevelopersconference.com.br